26 de setembro de 2026 01:01

Redação O Caburaí

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3 meses: Artistas cobram cachês atrasados do Governo de Roraima

Artistas de Roraima têm utilizado as redes sociais para cobrar do Governador do Estado, Sampaio (Republicanos) o pagamento de cachês referentes a apresentações já realizadas. Entre os nomes que se manifestaram estão as cantoras Emelly Oliveira e Vanda Guedes, que relataram dificuldades relacionadas ao atraso nos pagamentos. Emely Oliveira afirmou que aguarda há três meses o pagamento por serviços prestados ao Estado. A cantora utilizou as redes sociais para expor a situação e cobrar uma posição sobre a quitação dos valores. Segundo o relato da artista, o atraso gera preocupação para profissionais que dependem dos cachês para manter suas atividades e cumprir compromissos financeiros. A cantora Vanda Guedes também se pronunciou sobre os pagamentos pendentes. A manifestação da artista se soma às cobranças de outros profissionais do setor cultural que aguardam a regularização dos valores referentes a apresentações realizadas. Os relatos reacendem a discussão sobre a situação dos trabalhadores da cultura em Roraima, especialmente artistas independentes, que dependem do recebimento dos cachês para garantir a continuidade de seus trabalhos. Vejo o vídeo:

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Frete em Roraima pode ficar até 50% mais caro por causa do El Niño

Roraima pode ter um aumento de até 50% no valor do frete no final de 2026 e início de 2027 por conta do El Niño, segundo pesquisa do Observatório da Indústria da Federação das Indústrias do Estado de Roraima (FIER) divulgada em agosto deste ano. O fenômeno, além de encarecer o valor do frete, pode atrasar o abastecimento. Roraima recebe produtos importados pela BR-174 vindos de Manaus, porém a mercadoria que antes chegava de navio, tem que ser transferida para balsas em trechos de menor profundidade devido à seca.  Entenda: os efeitos do fenômeno El Niño estabelecido em 2026 devem perdurar até o primeiro trimestre de 2027, contribuindo para um pico de seca mais intenso nos rios do Amazonas no próximo ano. A informação foi divulgada pelo Serviço Geológico do Brasil (SGB). Segundo o relatório da FIER, a necessidade detransferir as cargas aumenta os custos da operação e pode levar à cobrança da chamada “Taxa Seca”. Com isso, os fretes rodoviários e fluviais destinados a Roraima podem ficar 25% a 50% mais caros.  O prazo de abastecimento, normalmente de 15 a 20 dias, pode ultrapassar 45 dias durante esse período.  Roraima registrou chuvas intensas no primeiro semestre de 2026, que levaram o Rio Branco a atingir o nível de alerta para inundação em junho. No entanto, o estudo prevê que a transição para o El Niño deve antecipar o fim do período chuvoso e aumentar a vulnerabilidade do estado a partir dos últimos três meses do ano.  Impactos do El Ninõ nos municípios de Roraima O relatório divide Roraima em cinco grupos de municípios, de acordo com os principais impactos esperados durante o período.  Em Rorainópolis, São Luiz do Anauá, São João da Baliza e Caroebe, o relatório aponta problemas na disponibilidade de água e indica a necessidade de medidas de adaptação de longo prazo.  Em Boa Vista e Cantá, o aumento das temperaturas pode pressionar os recursos hídricos e afetar o abastecimento de água e a pecuária familiar.  Em Amajari, Alto Alegre e Pacaraima, o relatório prevê que igarapés podem secar e incêndios podem avançar pelas regiões de serra. O cenário pode dificultar o acesso às comunidades e prejudicar a agricultura e a pecuária indígena e familiar.  Em Mucajaí, Iracema e Caracaraí, áreas já desmatadas podem ficar mais vulneráveis aos incêndios durante a seca associada ao El Niño. Segundo o relatório, o fogo pode atingir pastagens e provocar perda de peso no rebanho.  Já em Bonfim, Normandia e Uiramutã, a perda de umidade do solo e o desaparecimento de fontes de água podem obrigar o gado a percorrer distâncias maiores sob temperaturas elevadas. Segundo o relatório, a situação aumenta o risco de morte de animais por exaustão térmica. Com informações do G1 RR

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MORMAÇO 2026 – Espetáculo “Bichos Dançantes” reúne famílias no Teatro Municipal

Neste domingo, 13, foi a vez dos pequenos e de toda família prestigiar o Mormaço Cultural 2026, que recebeu o espetáculo de dança “Bichos Dançantes”, da companhia Focus Cia. de Dança. A apresentação aconteceu na Sala Roraimeira, do Teatro Municipal, como parte da programação infantil desenvolvida pelo dentro do festival.  O espetáculo conta a história da Jabuti Elisa, que ao completar o seu centenário, se cansa da monotonia do tradicional “Parabéns para você”. Com os convidados da festa compartilhando a mesma ideia, os bichos entram em uma aventura em busca da felicidade. No final, os adultos revivem a infância e as crianças aprendem de forma lúdica.     . A apresentação aconteceu no Teatro Municipal, como parte da programação infantil desenvolvida pelo dentro do festival A imersão ao mundo de aventura e contos de fábulas idealizado pela companhia é complementada pela trilha sonora original produzida pela dupla musical brasileira TUIM, composta por Felipe Habib e Paula Raia. Neste domingo, 13, foi a vez dos pequenos e de toda família prestigiar o Mormaço Cultural 2026 O Prefeito Marcelo Zeitoune, destacou que o Mormaço é um espaço onde todos os tipos de arte se encontram para valorizar a riqueza cultural local e nacional. Além disso, o festival também funciona como um motor de incentivo a economia e o turismo da capital. “É gratificante conciliar a geração de renda e empregos com o incentivo à cultura”, disse o Prefeito Marcelo Zeitoune “O Mormaço trata-se de um evento plural, que contempla vários tipos de arte, como o teatro, a música e dança. Em conjunto do valor cultural, o festival incentiva à economia local. Há o aumento no fluxo de turistas, o que beneficia diretamente o setor hoteleiro e gastronômico. É gratificante conciliar a geração de renda e empregos com o incentivo à cultura”, disse. Para o diretor e coreógrafo da Focus Cia. de Dança, Alex Neoral, a participação da companhia no Mormaço 2026 foi especial, principalmente, por se tratar de um festival que democratiza o acesso à cultura para toda população. O espetáculo conta a história da Jabuti Elisa, que no seu aniversário, se cansa da monotonia do tradicional “Parabéns para você” e entra em uma aventura com os amigos “Estivemos aqui em 2016 e retornamos para cidade, mas, agora, no Teatro Municipal pela primeira vez. Foi muito especial estar aqui. Ressalto também a relevância do acesso gratuito proporcionado, o que democratiza a cultura para todos os públicos. Torço para que este festival tenha vida longa, pois é uma iniciativa fundamental para a integração das diversas formas de arte”, afirmou. Tempo de qualidade entre as famílias As famílias compareceram e prestigiaram o espetáculo. Uma delas foi a da Amanda Alves, de 39 anos, que estava acompanhada do marido Amon, 40, e os filhos Isaac e Arthur, com 12 e 10 anos, respectivamente. Juntos, eles aproveitaram o momento para compartilhar o tempo de qualidade com toda a família em meio a arte. O espetáculo possui a pela trilha sonora original produzida pela dupla musical brasileira TUIM “Amei estar aqui com minha família. Acho importante eventos como esses, pois assim incentivamos o consumo da cultura desde cedo. Principalmente em um espetáculo que reúne mensagens importantes como a liberdade, esperança, amor e o desenvolvimento do hábito da leitura. Foi um momento muito lindo e todos nós gostamos muito”, garantiu.  A família da Amanda Alves compareceu e prestigiou o espetáculo “Bichos Dançantes” Para o filho mais velho, Isaac, o espetáculo foi mágico. “Gostei de tudo. A parte que mais me encantou e que me emocionei também foi a passarinho saindo da gaiola e voando. Achei bonito demais”, disse. “MORMACINHO” 2026 – A programação cultural voltada ao público infantil também chega a um dos principais cartões-postais da cidade, o Parque do Rio Braco, com a apresentação da atração nacional Bolofofos no próximo domingo, 20, a partir das 19h no palco Sol.

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Prefeito Marcelo Zeitoune participa de cavalgada e prestigia Semana Farroupilha em Boa Vista

A cultura e a tradição gaúcha tomaram conta de Boa Vista neste sábado (12), durante a programação da Semana Farroupilha. O prefeito de Boa Vista participou da tradicional cavalgada, acompanhando de perto os cavaleiros e vivendo a experiência de percorrer a cidade a cavalo ao lado de famílias e integrantes do movimento tradicionalista. A concentração ocorreu no Centro de Difusão Tecnológica (CDT). De lá, os participantes seguiram em direção ao Centro de Tradições Gaúchas (CTG), em um momento de confraternização e valorização da cultura gaúcha. Para o prefeito, participar da cavalgada foi uma oportunidade de vivenciar de perto uma tradição que reúne história, cultura e sentimento de pertencimento. “Foi uma experiência muito especial participar dessa cavalgada, estar junto das famílias e dos tradicionalistas e sentir de perto a força dessa cultura. Valorizar a cultura é valorizar a história e as raízes de um povo. Quero parabenizar todos os organizadores e participantes da Semana Farroupilha por manterem viva essa tradição tão bonita em Boa Vista”, afirmou. A programação segue durante toda a semana até o dia 20 de setembro, Dia do Gaúcho, reunindo cultura, tradição e confraternização. Entre as atividades estão a Noite Italiana, boi no rolete, jantar dançante, encontros entre famílias e tradicionalistas e muito churrasco. Em Boa Vista, a Semana Farroupilha celebra a presença e a contribuição da cultura gaúcha para a diversidade cultural de Roraima, mantendo vivas tradições que atravessam gerações.

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Semana Farroupilha celebra tradição e cultura gaúcha em Boa Vista

A tradição e a cultura gaúcha ganharam espaço em Boa Vista com o início da Semana Farroupilha. A programação começou na última sexta-feira (11), com a realização de uma missa gaúcha, reunindo famílias e integrantes da comunidade tradicionalista. Neste sábado (12), a programação continuou com uma cavalgada. Os cavaleiros se concentraram na CDT e, em seguida, percorreram as ruas da cidade a cavalo até o Centro de Tradições Gaúchas (CTG). O prefeito de Boa Vista também participou da programação e acompanhou a chegada dos cavaleiros ao CTG. O momento foi marcado pelo acendimento da Chama Crioula e pelo hasteamento das bandeiras. Um dos principais símbolos da Semana Farroupilha, a chama representa a união, a tradição e a continuidade da cultura gaúcha, simbolizando a preservação da memória e dos valores transmitidos de geração em geração. A cavalgada também representa uma das manifestações mais tradicionais da cultura gaúcha. Além de reunir os tradicionalistas, o percurso a cavalo simboliza a preservação dos costumes, da identidade e do modo de vida ligados ao campo e à história do Rio Grande do Sul. A programação da Semana Farroupilha segue até o dia 20 de setembro, quando será encerrada com as celebrações do Dia do Gaúcho. Durante toda a semana, o público poderá participar de atividades culturais e confraternizações, incluindo a Noite Italiana, o tradicional boi no tolete e bailes dançantes, além de muito churrasco. A Semana Farroupilha é um período dedicado à valorização da cultura e das tradições gaúchas, com atividades que envolvem música, dança, culinária, vestimentas típicas, manifestações religiosas e encontros entre famílias e comunidades tradicionalistas. Em Boa Vista, a programação reforça a diversidade cultural presente em Roraima e mantém vivas tradições que atravessaram gerações e chegaram a diferentes regiões do país.

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O sequestro, as pistas e os negócios de uma milícia amazônica

Nesta segunda reportagem da série “O poder da milícia em Roraima”, produzida em 2022, o InfoAmazonia revela detalhes de como o deputado Jalser Renier teria agido para ampliar o seu poder lucrando com serviços e operações financeiras ilegais, além de detalhes do sequestro do jornalista Romano dos Anjos, que denunciava desvios de recursos envolvendo o então presidente da Assembleia Legislativa. “Eu estava saindo do quarto quando me deparei com eles no corredor. Todos de toucas, luvas e camisas pretas. Apesar da situação, eu tentei manter a calma e fiquei atento a tudo. Da forma como eles me renderam e me levantaram do chão, exatamente como os policiais fazem, eu percebi desde o começo que não se tratava de qualquer tipo de bandido. Tinha certeza que era gente com treinamento militar”, contou Romano dos Anjos em entrevista ao InfoAmazonia. O jornalista de 40 anos e a esposa foram rendidos e amarrados na noite do dia 26 de outubro de 2020. Ela foi trancada em um quarto, mas conseguiu se desvencilhar das amarras e pulou a janela. Romano dos Anjos foi levado no próprio carro e depois transferido para outro veículo, uma caminhonete. O carro dele foi incendiado. “Eu ainda estou pagando as prestações do carro”, nos contou. Durante o percurso, os sequestradores desferiram golpes contra Romano dizendo: “Você não é o brabão? O cara que fala tudo dentro do estúdio? Fala agora!”. Da forma como eles me renderam e me levantaram do chão, exatamente como os policiais fazem, eu percebi desde o começo que não se tratava de qualquer tipo de bandido. Tinha certeza que era gente com treinamento militar. Romano dos Anjos, jornalista sequestrado pela milícia.O jornalista da afiliada da TV Record em Roraima logo descobriu que o crime tinha cunho de retaliação política por causa dos seus comentários no programa “Mete Bronca”. Foi a partir do caso Romano que a Polícia Civil de Roraima descobriu que o sequestro não se tratava de algo pontual. O crime, segundo as investigações, foi gestado dentro do Serviço de Inteligência da Assembleia de Roraima, o SISO, a mando do deputado estadual Jalser Renier (Solidariedade). Envolvido em diversos casos de corrupção, Jalser Renier é acusado pelo Ministério Público de Roraima de chefiar uma milícia de Policiais Militares, como publicamos na primeira reportagem da série. O grupo formado por policiais militares de elite, incluindo três coronéis e um major, teria cometido uma série de crimes entre 2015 e 2020, incluindo espionagem de adversários, sequestro, fornecimento de armas para garimpos ilegais e segurança armada para empresas e políticos com um único objetivo: perpetuar o poder de Jalser em Roraima. Na época, lembra Romano, o nome do deputado Jalser foi associado a suspeitas de desvios de recursos na Secretaria de Saúde, onde teria o poder de indicações políticas. “Lembro que naquela época nós recebemos muitas mensagens da população cobrando que a imprensa acompanhasse as fraudes na Saúde, nós estávamos em plena pandemia e tinha suspeitas de desvios de dinheiro de respiradores, de médicos que recebiam e não trabalhavam”, lembra o jornalista. jornalista. “Eles ainda tentaram simular que as ordens viriam de alguém que fala espanhol, talvez um venezuelano, mas dava pra perceber que era um brasileiro que fala um espanhol bem ruim”, afirma Romano dos Anjos. Durante o sequestro, o grupo se comunicou via rádio, mas falou pouco. Com o rosto coberto, o jornalista não sabia para onde estava sendo levado, mas lembra que não ficou muito tempo em poder dos sequestradores. Antes de ser abandonado, foi novamente espancado. Os criminosos quebraram os dois braços do jornalista, que ficou com hematomas por todo o corpo, e o abandonaram com os olhos vendados e a boca coberta por fitas. Ele acabou encontrado na manhã de 27 de outubro de 2020 por um funcionário da Roraima Energia, que fazia a medição na região. Uma nota fiscal apreendida pela polícia civil confirmou que o motorista do coronel Paulo Cézar comprou fitas silver tape dias antes do sequestro. A fita é idêntica a usada para amarrar o jornalista e sua mulher. O motorista de Paulo Cézar confirmou a compra aos investigadores. A polícia também comparou as pegadas deixadas no local onde Romano dos Anjos foi encontrado, que batem com o solado das botas apreendidas na Operação Pulitzer, assim como as marcas de pneus, que se assemelham aos de uma caminhonete da Assembleia usada pelos policiais do SISO. A investigação confirmou que horas antes do crime, Paulo Cézar não estava no shopping, como contou em depoimento, mas sim na região onde o carro do jornalista foi incendiado. Ele também esteve próximo do local onde Romano foi encontrado após a sessão de tortura. A confirmação veio da conexão dos celulares dos investigados com as torres de telefonia. Através desse método, os policiais conseguiram remontar os passos dos demais membros da organização e concluíram que o coronel “fez uma verificação de rotas que seriam usadas pela OrCrim (organização criminosa) para levar a vítima de sua casa até a região da estrada Bom Intento (local em que foi encontrada)”. Outros detalhes, como a abordagem, o carro usado no sequestro e palavras chaves, próprias do linguajar policial, também permitiram confirmar que a ação foi executada por policiais altamente treinados. Pelo menos duas testemunhas confirmaram, durante as investigações, terem sido procuradas pelo coronel Paulo Cézar e pelo subtenente Clóvis Romero para participar do sequestro do jornalista. Em depoimento, uma das testemunhas confirmou que “a missão” foi determinada pelo deputado Jalser e que “o recado tem que ser dado”. Para o Ministério Público, a atuação da organização instalada na Assembleia de Roraima a mando do deputado se compara às milícias cariocas. “Assim como as milícias que atuam no estado do Rio de Janeiro, a OrCrim ora investigada tem se dedicado também à prestação ilegal de serviço de segurança armada para empresas particulares, como RoraiCap, By Money e Itaipava [distribuidora de bebidas local, que não tem relação com a marca de cerveja]”, segundo consta na denúncia.

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MORMAÇO 2026 – Confira a programação do festival para este fim de semana no Teatro Municipal

Neste fim de semana, o Mormaço Cultural 2026 segue enaltecendo a potência cultural da terra e nacionais com uma programação variada, no Teatro Municipal de Boa Vista. Na interna, o público conta com as apresentações artistas da Focus Cia. de Dança. Já na área externa, a BandaCore e o cantor MK abrilhantam a programação..  Sábado No sábado, 12, a programação se inicia às 19h com o show da banda de rock local BadCore. Às 20h, a sala roraimeira aguarda o público para prestigiar o espetáculo “As canções que guardou para mim”, inspirado nas discografia de Roberto Carlos. Às 20h, a sala roraimeira aguarda o público para prestigiar o espetáculo “As canções que guardou para mim” O festival recebe shows de músicos que entoam a sua voz e arte pela primeira vez nos palcos do Mormaço Cultural: esse é o caso da BadCore. Composta por André Deco na bateria, Jacy Barbosa na guitarra, Kássio Carvalho no baixo e Assis Weverton nos vocais. A banda possui 5 anos de carreira. Juntos, prometem deixar a sua marca ao tocar pela primeira vez o seu novo single.  No sábado, 12, a programação se inicia às 19h com o show da banda de rock local BadCore “Horas antes do show, será disponibilizado em todas as plataformas digitais a nossa nova música chamada de ‘Cores Vivas’. Vamos cantar ela pela primeira vez no palco do Mormaço. A expectativa é a melhor possível. Agradecemos a prefeitura pela oportunidade que será retribuída com um super show”, disse o baterista André Deco.  Domingo No domingo, 13, a “criançada” e toda família vão aproveitar a obra “Bichos Dançante” da Focus Cia. de Dança a partir das 11h, na Sala Roraimeira. O espetáculo é voltado ao público infantil, que mistura humor, alegria e aprendizados para crianças de todas as idades.  Já à noite, a partir das 19h, o cantor local MK estará na área externa do teatro, mostrando toda sua toda sua versatilidade e musicalidade ao misturar rock e hip-hop. Às 20h, a companhia Focus volta ao palco com o espetáculo de dança contemporânea “As canções que você dançou para mim”.  Às 20h, a companhia Focus volta ao palco com o espetáculo de dança contemporânea Outra atração que participa pela primeira vez é o cantor MK. Segundo o roraimense com orgulho das suas raízes, o Mormaço é um espaço de conexão entre o público e a cultura local, além de incentivar e enriquecer a variada cena local.  “O Mormaço tem um impacto grande na cidade por proporcionar uma conexão entre nós e o público. O festival também agrega muito à cultura local, ao movimentar e incentivar a continuidade do trabalho dos artistas de vários estilos musicais. Gosto de me expressar, mostrando que sou de Roraima. Então, a ideia é entregar uma sonoridade diferente e muita presença de palco”, completou. “O Mormaço tem um impacto grande na cidade por proporcionar uma conexão entre nós e o público”, disse MK INGRESSOS –  Com entrada gratuíta, os interessados em assistir os espetáculos na Sala Roraimeira do Teatro Musical de Boa Vista devem fazer a retirada dos ingressos na bilheteria uma hora antes do início das apresentações. 

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Padrasto é preso em flagrante por estupro de vulnerável contra enteada de nove anos em Boa Vista

Um homem, de 25, anos, investigado por estupro de vulnerável contra a própria enteada, uma criança de 9 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Roraima (PCRR). A prisão ocorreu na noite desta sexta-feira, 11, no bairro Treze de Setembro, em Boa Vista. O caso foi descoberto após a mãe da vítima relatar a uma equipe da Polícia Militar (PMRR) que a filha havia contado, durante a madrugada, que o padrasto teria tocado suas partes íntimas enquanto ela dormia. O suspeito foi conduzido à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, onde foi autuado em flagrante pela delegada Clarissa de Oliveira Pinheiro. De acordo com a delegada, a mãe da vítima relatou que o investigado chegou à residência durante a madrugada e deitou-se em um colchão onde a criança estava. Após acordar, a menina procurou a mãe e contou que o padrasto havia tocado suas partes íntimas. Pela manhã, a mãe voltou a conversar com a filha, que confirmou o relato e afirmou que os fatos haviam ocorrido naquela madrugada. Inicialmente, a equipe da PM havia sido acionada para atender uma ocorrência de conflito familiar e retirar o homem da residência. Durante a abordagem, a mãe revelou a suspeita de abuso contra a criança. Como a menina estava na escola naquele momento, a equipe policial foi até a unidade de ensino e a conduziu à delegacia, onde ela confirmou os fatos. Na delegacia, o homem negou ter tocado na enteada. Ele afirmou que havia ingerido bebida alcoólica durante a madrugada e que não se recordava de ter praticado qualquer conduta contra a criança. O investigado também declarou que cria a menina desde os dois anos de idade. Diante dos relatos apresentados e das circunstâncias verificadas durante o atendimento da ocorrência, a delegada Clarissa de Oliveira Pinheiro realizou a autuação do suspeito em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal. O crime é caracterizado pela prática de ato de natureza sexual contra pessoa menor de 14 anos. A delegada recebeu que denúncias envolvendo crianças e adolescentes devem ser comunicadas imediatamente às autoridades competentes, permitindo que as medidas de proteção e investigação sejam adotadas de forma rápida e adequada. Com informações do Roraima em Tempo

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Candidata ignora passado de Jalser, mas a polícia fez um trabalho minucioso sobre atuação de milícia na ALERR

Esta e uma série de reportagens publicadas em 16 de fevereiro de 2022 pelo Jornalista Fábio Bispo do Portal Infoamazonia Fita silver tape, rastros de pneu e pegadas. Foram nos vestígios mais improváveis que a Polícia Civil encontrou os indícios que levaram à comprovação da existência de uma milícia armada instalada na Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR). Segundo as investigações, o grupo era comandado pelo deputado Jalser Renier (Solidariedade) e formado por policiais militares de elite, incluindo três coronéis e um major, todos lotados no Serviço de Inteligência e Segurança Orgânica da Assembleia (SISO). Entre 2015 e 2020, por ordens do deputado, o grupo teria praticado uma série de crimes, incluindo espionagem de adversários, sequestro, fornecimento de armas para garimpos ilegais e segurança armada para empresas e políticos. A polícia também identificou ligação do grupo investigado nos negócios da financeira By Money, que movimentou de forma ilícita mais de R$ 90 milhões no ano passado e que “faliu” logo após as primeiras prisões dos envolvidos. O SISO foi criado pelo próprio deputado Jalser em 2016, quando ocupava a presidência da ALERR, e tinha como atividade principal a apuração de fatos relacionados ao parlamento roraimense. No entanto, as atividades do grupo iam muito além dos interesses institucionais da Assembleia. A mando do deputado, policiais do SISO teriam planejado e executado o sequestro e tortura do jornalista Romano dos Anjos, durante as eleições municipais de 2020, além de promoverem uma série de interferência para atrapalhar as investigações do caso. “Juntamente com o SISO, ele criou na ALERR uma verdadeira milícia, com especialistas em inteligência, oficiais e soldados militares de elite, leais a ele (incluindo integrantes de sua guarda pessoal) com a finalidade de servirem a seus caprichos e intimidarem seus adversários políticos”, definiu o Ministério Público de Roraima na denúncia apresentada em outubro do ano passado e que resultou na prisão de Jalser e outras 10 pessoas durante a Operação Pulitzer da polícia civil. Nove denunciados são policiais militares. Jalser foi preso em 1º de outubro de 2021, na segunda fase da operação. Mas cinco dias depois, em 6 de outubro, conseguiu um habeas corpus no STJ e passou a usar tornozeleira eletrônica. Mesmo assim, o deputado ficou pouco tempo sob monitoramento da Justiça. Em dezembro do ano passado, em decisão colegiada, o Tribunal retirou o equipamento do parlamentar. Apesar de a polícia e o Ministério Público entenderem que o deputado é o mentor intelectual da milícia, Jalser é o único entre os 10 denunciados que está solto, protegido por sua imunidade parlamentar. Todos os demais denunciados seguem presos preventivamente. Planos de uma ordem hierárquica As investigações apontam que o grupo seguia rigidamente a hierarquia militar. As ordens eram passadas aos coronéis Paulo Cézar, Natanael Felipe e Moisés Granjeiro, que por sua vez repassavam aos militares de baixa patente para execução. O InfoAmazonia teve acesso à denúncia do MP, que tem como base o inquérito policial, com quase 4000 páginas, e depoimentos colhidos pela Força Tarefa designada para investigar o sequestro do jornalista. O próprio governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), afirmou em depoimento que foi procurado e ameaçado de morte pelo deputado, que teria dito que daria um tiro em Denarium e depois se mataria, se o governador não parasse a investigação.“Ele ficou aborrecido com a situação e naquele momento lá ele me falou que se por acaso [a investigação] chegasse no Coronel Paulo Cézar e que ele fosse preso ele me dava um tiro e se matava, ou seja, esquentou um pouco os ânimos ali e a conversa já terminou”, disse o governador em depoimento ao Ministério Público. Coronel da reserva e na época chefe da segurança institucional da Assembleia Legislativa, Paulo Cézar teria planejado o sequestro e tortura do jornalista Romano dos Anjos a pedido de Jalser. Apesar de adotarem uma série de cuidados para não serem descobertos, como manter celulares desligados na noite do crime, 26 de outubro de 2020, e de serem criteriosos nas trocas de mensagens por telefone e internet, o grupo não contava com astúcia do delegado João Evangelista dos Santos, que se concentrou em detalhes para rastrear os criminosos que o levaram até o gabinete da presidência da Assembleia. Os restos de uma fita adesiva do tipo silver tape —mais reforçada que as normais—, pegadas de coturno e marcas de pneus foram algumas das pistas deixadas pelo grupo. Além disso, os policiais fizeram uma varredura em torres de celulares e descobriram que membros da quadrilha monitoravam o jornalista dias antes do crime. Jalser deixou claro a sua preocupação com o rumo das investigações do caso Romano. Antes mesmo de ser tido como suspeito, o deputado tentou articular a troca do delegado titular do inquérito. Sem sucesso, acabou dedurado pela cúpula da Segurança Pública, pelo governador Denarium e pelo chefe da Casa Civil, deputado e soldado da PM Sampaio (PCdoB) —atual presidente da ALERR—, que confirmaram as ameaças contra o chefe do executivo. Ao delegado-geral da Polícia Civil, Herbert Amorim, procurado pelo deputado por telefone dias depois do crime, Jalser Renier teria dito: “Se tiver de matar alguém, eu vou lá e mato, se tiver que bater, eu vou lá e bato, eu não preciso mandar ninguém fazer isso não, isso é uma covardia que vocês estão fazendo”. Em depoimento à força-tarefa do MP, o delegado Herbert Amorim disse que Jalser se dirigia aos investigados como “meus coronéis”, afirmando que não poderiam ser presos. Ele criou na ALERR uma verdadeira milícia, com especialistas em inteligência, oficiais e soldados militares de elite, leais a ele (incluindo integrantes de sua guarda pessoal) com a finalidade de servirem a seus caprichos e intimidarem seus adversários políticos. Ministério Público de RoraimaPara a investigação, o desespero de Jalser soou como um “atestado de confissão”:“O denunciado Jalser [Renier] não era apenas o superior hierárquico dos demais investigados, mas com participação ativa, dirigia finalisticamente os demais, não apenas criando e aparelhando a milícia composta, majoritariamente, de policiais das forças de elite de sua confiança, mas coordenando suas atividades criminosas e tentando

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Manifestação em frente ao TRE-RR questiona decisão que autorizou candidatura de Jalser Renier

Manifestantes realizaram, nesta sexta-feira, 11/9, um protesto em frente ao Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR), motivados contra a decisão do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, que autorizou o ex-deputado Jalser Renier (PSDB) a participar das eleições de 2026. A decisão de Nunes Marques foi assinada em agosto e permite que Jalser Renier participe de atos relacionados às eleições deste ano enquanto o recurso apresentado pela defesa é analisado. Nunes Marques está em Roraima para participar de uma palestra e de uma cerimônia. O protesto foi organizado em caráter simbólico, mas que chama a atenção devido aos motivos que levaram a Cassação de Jalser Renier, que foi o sequestro e tortura do jornalista Romano dos Anjos, em 2020. Jalser Renier responde na Justiça de Roraima por acusações relacionadas ao caso.

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