30 de abril de 2026 13:41

Redação O Caburaí

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Justiça Federal aceita denúncia do MPF e torna garimpeiro réu por extração ilegal de ouro em Roraima

A Justiça Federal em Roraima recebeu denúncia do Ministério Público Federal (MPF) e tornou réu um garimpeiro pelos crimes de usurpação de bem da União e extração ilegal de recursos minerais no rio Mucajaí, em Alto Alegre (RR). Caso condenado, ele pode receber penas que variam de um a cinco anos de reclusão, além de multa. O homem é acusado pelo MPF de explorar ouro em área pertencente à União sem autorização e sem licença ambiental. Segundo a denúncia apresentada à Justiça em abril, ele foi abordado durante fiscalização da Força Nacional de Segurança Pública com uma quantidade entre 12 e 14 gramas de ouro. Outra parte do metal precioso havia sido dado a indígenas como pagamento para transporte até Boa Vista, capital do estado. Na mesma embarcação, foram apreendidos quase 20 gramas de ouro – avaliados em mais de R$5 mil à época – e três celulares. Na decisão, a 4ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária de Roraima considerou que a acusação descreveu de forma suficiente os fatos e a participação do denunciado, permitindo o exercício da ampla defesa. O MPF propôs à celebração de um acordo de não-persecução penal ao acusado, que não demonstrou interesse. Outros dois homens flagrados com o garimpeiro aceitaram a proposta do MPF e aguardam homologação judicial de seus acordos. O órgão ministerial também solicitou a fixação de valor mínimo de R$ 5 mil para reparação de danos morais coletivos e sociais decorrentes da atividade ilícita. A atuação no caso é do 2º Ofício da Amazônia Ocidental do MPF especializado no combate à mineração ilegal e a crimes relacionados, como lavagem de dinheiro, associação criminosa e delitos ambientais. Por MPF

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A pedido do MPF, Justiça condena piloto e vendedor pelo transporte ilegal de ouro em Roraima

A pedido do Ministério Público Federal (MPF), a Justiça condenou um piloto e um vendedor pelo transporte irregular de quase sete quilos de ouro, explorado sem autorização legal e de propriedade da União. O caso ocorreu em julho de 2019, quando um avião monomotor que operava de forma clandestina caiu nas proximidades da BR-210, no município de Caroebe, sul de Roraima. A bordo estavam o piloto da aeronave e um vendedor como passageiro. Durante o atendimento à ocorrência, policiais militares encontraram seis barras de ouro com os ocupantes. A perícia confirmou, posteriormente, que o metal pesava quase 6,97 kg e estava avaliado em aproximadamente R$ 2,26 milhões. As investigações indicaram que o vendedor era o responsável pelo transporte do ouro de garimpo e tinha plena consciência do que carregava. Por sua vez, o piloto também foi responsabilizado por participar da operação criminosa. Crime contra o patrimônio da União – O MPF denunciou a dupla com base na Lei 8.176/1991, que tipifica como crime a exploração, aquisição, transporte ou comercialização de matéria-prima pertencente à União sem autorização legal. Segundo a peça de acusação, o transporte de minérios sem autorização legal configura crime contra o patrimônio. No caso, o MPF explica que a matéria-prima (ouro) pertence à União, caracterizando o transporte de recursos minerais sem a devida autorização. Na sentença, a Justiça acolheu os argumentos do MPF e reconheceu a prática do crime de usurpação de patrimônio da União, em razão do transporte do ouro sem a devida autorização. Dessa forma, após a substituição da pena privativa de liberdade por pena de restritiva de direito, os dois réus devem pagar multa no valor de cinco salários-mínimos, destinada a uma instituição beneficente, além de prestar serviços à instituição. Por fim, a Justiça determinou que o apreendido deve ser enviado à Agência Nacional de Mineração (ANM). Ofício da Amazônia Ocidental – O caso foi conduzido pelo 2º Ofício da Amazônia Ocidental do MPF, especializado no combate à mineração ilegal e a crimes relacionados, como lavagem de dinheiro, associação criminosa e delitos ambientais. A unidade atua de forma integrada com órgãos de fiscalização e segurança pública para coibir atividades que afetam o meio ambiente e violam a ordem econômica na região amazônica. Por MPF

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Opinião

Casamento entre Jalser e Mauro Asato termina na lua de mel

Não durou nada o casamento entre a Jalser Renier e o médico Mauro Asado. Bastou vazar fotos da “traição” para o presidente do Avante pedir o divórcio. O motivo da briga foi a ida do médico e pré-candidato ao Senado ao evento organizado pelo presidente da Assembleia Legislativa de Roraima Soldado Sampaio (Republicanos). Durante o encontro “Todos por Roraima”, Asato posou para dezenas de fotos, incluindo com Sampaio, um dos maiores desafetos de Jalser. Não demorou muito para Renier enviar um áudio num grupo cospindo marimbondo. Chamou Asato até de moleque. Ao final, comunicou que o médico não é mais pré-candidato e que está expulso do partido por traição. “Comunique ao doutor Mauro aí que por deslealdade e desrespeito e pelo que ele fez comigo e com o partido, ele está desligado do Avante. Estou fazendo um vídeo agora para as pessoas saberem que estou tirando ele por desrespeito e deslealdade.”, disparou Jalser. Mauro Asato, que já está em pré campanha, na apenas manteve o vídeo do evento em suas redes sociais, como fez uma Collab [quando se faz uma publicação em parceria com soldado Sampaio. Agora, resta saber se Jalser vai perdoar Asato ou vai buscar outro nome para candidato ao Senado. E Asato? Vai buscar abrigo onde após essa treta com seu ex-aliado? Por O Caburaí

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PF deflagra operação contra corrupção em Roraima

Na ação, foram executados 11 mandados de busca e apreensão nos municípios de Alto Alegre, Boa Vista e Iracema A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje (16/9), a Operação Cyclic Impetum, contra fraudes em licitações e desvios de recursos públicos. Na ação, foram cumpridos 11 mandados de busca e apreensão nos municípios de Alto Alegre, Boa Vista e Iracema, em Roraima. A investigação teve início a partir de um relatório da Controladoria-Geral da União (CGU), que identificou indícios de contratação fraudulenta de uma empresa de fachada ligada a um ex-servidor municipal, com movimentação financeira superior a R$ 6,7 milhões — dos quais R$ 4,8 milhões seriam provenientes do Fundo Municipal de Saúde. Segundo as apurações, a empresa investigada teria sido utilizada para fraudar processos licitatórios, frustrar a concorrência e lavar dinheiro. Texto: Comunicação Social da Polícia Federal em Roraima

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Após audiência pública, parlamentares de Roraima querem cobrar fatura de Lula em Brasília

A Audiência Pública realizada pela Câmara de Vereadores de Boa Vista teve a participação de vários vereadores, deputado estadual, federal, participação de senador via vídeo, secretários municipais, estaduais, defensoria pública, ONGs, igreja e Exército Brasileiro. A proposta partiu dos vereadores Bruno Perez (MDB) e Marcelo Nunes (PDT), que juntos, pretendem confeccionar um documento oficial para entregar a Presidência da República em Brasília (DF). Segundo o vereador Bruno Perez, por mais que os vereadores não tenham tanta força junto ao Governo Federal, a audiência servirá para provocar os demais parlamentares e tem como principal meta juntar forças para ir a capital federal buscar ajuda. “Já passou da hora do presidente Lula fazer algo. Os repasses obrigatórios Roraima já recebe. Os danos são irreparáveis ao estado de Roraima. O problema todos já conhecem. Precisamos de ações práticas do Governo Federal. Já passou da hora de algo a mais ser feito”, cobrou Bruno Perez. O deputado estadual Idázio da Perfil é a deputada federal Helena Lima, ambos do MDB, estiveram presentes a convite do vereador emedebista. Ambos ressaltaram a importância da união dos políticos de Roraima e reforçaram a força tarefa que precisa ir aos ministérios no DF. “Precisamos resolver o problema. Os venezuelanos têm que entender como funcionam as coisas aqui no Brasil”, lembrou Idázio. Já Helena Lima afirmou que vai organizar a ida à Brasília. A deputada será um dos elos dos políticos de Roraima junto ao Governo Federal. “Temos que barrar a entrada de imigrantes sem documentação. Se for preciso mudar a Lei, nós faremos isso. Não pode ficar como está. Estarei com vocês nessa missão”, garantiu Helena. Redação O Caburaí

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Lula acompanha conexão de Roraima ao Sistema Interligado Nacional

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva acompanha na manhã desta quarta-feira (10/9), o início da energização do Linhão Manaus – Boa Vista, parte da iniciativa federal Brasil Conectado e Soberano. A operação marca o início do processo de conexão de Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e o evento será na sede do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), em Brasília (DF). O ministro Alexandre Silveira (Minas e Energia) e outras autoridades participam. MAPA COMPLETO – A Linha de Transmissão Manaus – Boa Vista completa o mapa energético do Brasil, com a integração de Roraima, o último estado da federação que estava isolado. Para isso, foram investidos R$ 2,6 bilhões de reais em aproximadamente 725 km de extensão, em circuito duplo de 500 quilovolts (kV), desde a Subestação Eng. Lechuga, no Amazonas, à Subestação Boa Vista, na capital de Roraima, com uma seccionadora (ponto de apoio intermediário) em Rorainópolis. CONFIABILIDADE — Com a integração, Roraima passa a ter maior segurança energética, confiabilidade no suprimento e condições favoráveis de crescimento econômico. O empreendimento representa um marco para o setor elétrico e para o desenvolvimento sustentável da Amazônia. A substituição gradual das usinas térmicas por energia limpa e renovável reduz as emissões de gases de efeito estufa (GEE) em mais de 1 milhão de toneladas de CO₂ por ano, além de gerar uma economia superior a R$ 600 milhões anuais nos custos com combustíveis fósseis. ESCOAMENTO — O Linhão Manaus-Boa Vista assinala uma virada na matriz energética do Estado, tornando-a mais limpa e renovável. Com a estabilidade proporcionada pela interligação, diversas usinas térmicas serão desligadas, garantindo economia relevante para o setor elétrico. A interligação permitirá o escoamento de 700 megawatts (MW) de futuras Usinas Hidrelétricas (UHEs) inventariadas em Roraima para o SIN. REDUÇÃO DE ENCARGOS – Atualmente, o abastecimento do estado dependia fortemente da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC), um encargo pago para subsidiar os sistemas isolados. No balanço ambiental, o impacto é expressivo: a geração térmica será reduzida em cerca de 50%, evitando a emissão de mais de 1 milhão de toneladas de CO₂ por ano. Com a interligação, haverá redução superior a R$ 600 milhões por ano nesse custo, um benefício não só para o estado, mas para todos os consumidores. BENEFÍCIOS — O consumidor terá acesso a energia estável, renovável e barata. A substituição das usinas termelétricas reduzirá custos e emissões de GEE, além de melhorar a qualidade de vida da população. 3 MIL EMPREGOS — Durante a fase de construção da linha de transmissão, foram gerados cerca de 3.000 empregos diretos, distribuídos entre canteiros de obra e escritórios, além de muitos outros indiretos decorrentes da cadeia produtiva necessária para fornecer os insumos utilizados.

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Gabriel Mota acompanha energização do Linhão de Tucuruí e celebra conquista histórica para Roraima

O deputado federal Gabriel Mota (Republicanos/RR) acompanhou, nesta sexta-feira (10), o evento de energização do Linhão de Tucuruí, que marcou a interligação de Roraima ao Sistema Interligado Nacional (SIN). O ato histórico contou com a presença do presidente da República, ministros e autoridades, e representa uma transformação na matriz energética do estado, que deixa de depender exclusivamente da geração termelétrica. Gabriel Mota foi o único deputado federal de Roraima a participar da cerimônia e destacou que essa conquista é fruto de anos de trabalho, articulação política e diálogo com o Governo Federal. O parlamentar ressaltou ainda sua atuação junto ao Ministério de Minas e Energia, sob a liderança do ministro Alexandre Silveira, para que o projeto saísse do papel. “Foram anos acompanhando cada etapa desse processo, cobrando, debatendo e defendendo a importância do Linhão para o nosso estado. Hoje, ver Roraima finalmente conectado ao Sistema Interligado Nacional é motivo de orgulho e esperança para todos os roraimenses. Essa conquista vai garantir energia mais estável, barata e segura, além de abrir caminho para novas oportunidades de desenvolvimento”, afirmou Gabriel Mota. Com a interligação, o estado passa a contar com uma estrutura energética moderna e confiável, capaz de sustentar o crescimento econômico e melhorar a qualidade de vida da população. O deputado reafirmou seu compromisso de seguir acompanhando os próximos passos do setor energético em Roraima, garantindo que os benefícios cheguem a todos.

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PF combate esquema de licenças ambientais e transporte ilegal de cassiterita em Roraima

Investigação teve início com apreensão de 2 toneladas de cassiterita em Boa Vista Boa Vista/RR. A Polícia Federal deflagrou a Operação Ouro Negro para combater o garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. A perícia apontou irregularidades em processos ambientais usados para “esquentar” o minério. Foi identificado um esquema de facilitação na emissão de licenças, com o objetivo de legalizar a extração ilegal. São cumpridos 13 mandados de busca e apreensão em RR, AM, SP e RJ, além de bloqueio de valores superiores a R$ 265 milhões e suspensão de atividades econômicas de empresas envolvidas. A ação integra a Operação Libertação, em cumprimento à decisão do STF na ADPF 709, que determina medidas para a desintrusão da Terra Yanomami. Comunicação Social da Polícia Federal em Roraima

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Brasil e Mundo

Saiba quem faz parte da 1ª Turma do STF, que vai julgar Bolsonaro e outros sete réus

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) vai julgar a ação penal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros 7 acusados de tentativa de golpe de Estado em 2022. Além de Moraes, fazem parte da Primeira Turma os ministros Luiz Fux, Flavio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin, que preside o colegiado. O colegiado vai decidir se os réus devem ser condenados ou absolvidos.O grupo de acusados faz parte do chamado “núcleo crucial” da organização criminosa voltada para a ruptura democrática. Caberá à Primeira Turma analisar a ação penal iniciada a partir da denúncia da Procuradoria-Geral da República contra os envolvidos na tentativa de golpe de Estado em 2022. Os ministros vão decidir se o ex-presidente Jair Bolsonaro e os outros sete réus devem ser absolvidos ou condenados. Na primeira situação, o processo é arquivado. Na segunda, é fixada uma pena para cada um. A análise do caso será feita a partir das provas reunidas ao longo da tramitação do processo. Se houver condenação, a pena será fixada a partir do posicionamento da maioria do colegiado.Nas duas situações, cabe recurso dentro do próprio STF. Quando esgotadas as possibilidades de recurso, a decisão será tornada definitiva. A partir daí, se houver condenação, esta será executada, com a prisão do grupo.Na fase de interrogatório, ocorrida em junho, os réus negaram qualquer ação golpista ou com objetivo de impedir a posse do presidente Lula. Afirmaram que não houve movimentação concreta para um golpe de Estado e que a denúncia da PGR é injusta. Texto Fernanda Vivas

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MPRR recomenda regularização de salários atrasados de servidores municipais em São Luiz do Anauá

O Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR) emitiu nesta quinta-feira, 28 de agosto, uma recomendação ao município de São Luiz do Anauá, no sul do estado, para que regularize o pagamento de salários e diárias em atraso dos servidores, referentes ao mês de dezembro de 2024. A medida recomenda que a prefeitura elabore e apresente, em um prazo de 15 dias, um cronograma detalhado para a quitação das dívidas. A recomendação, assinada pela promotora de Justiça substituta, Nayra Brandão Rocha, foi expedida após o prefeito informar que os salários foram parcelados em quatro vezes, mas que apenas duas parcelas foram quitadas até o momento. Segundo a promotora de Justiça Substituta, a realização de gastos não essenciais enquanto os servidores têm débitos a receber viola os princípios da moralidade, eficiência e responsabilidade fiscal. “A recomendação visa garantir a regularidade da administração pública e o respeito aos direitos dos servidores municipais”, destacou a promotora. De acordo com a recomendação, a prefeitura deve suspender imediatamente gastos não essenciais, como a promoção de festejos e confraternizações. Essas despesas só poderão ser retomadas após a regularização total dos pagamentos. A prefeitura também deve remanejar verbas orçamentárias, destinando recursos de despesas não prioritárias, como publicidade e propaganda institucional, para a quitação dos salários em atraso. Além disso, o Ministério Público recomendou que a prefeitura estabeleça um canal de comunicação direto e transparente com os servidores e representantes sindicais, com reuniões periódicas para mantê-los informados sobre as ações. O documento também requer que a gestão assegure a plena transparência de seus atos administrativos, conforme previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal e na Lei de Acesso à Informação. O prefeito de São Luiz do Anauá tem um prazo de cinco dias para informar ao MPRR sobre as medidas adotadas para o cumprimento da recomendação. Texto: MPRR

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