7 de março de 2026 15:43

Redação O Caburaí

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Documento mostra que teletrabalho da mulher de Ramagem foi revogado há 6 anos.

A coluna teve acesso a documentos que comprovam que o regime de teletrabalho de Rebeca Teixeira Ramagem Rodrigues — esposa do deputado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) — foi revogado há quase seis anos. Datada de 19 de agosto de 2020, a decisão foi assinada pelo então procurador-geral adjunto da Procuradoria-Geral do Estado de Roraima, Ernani Batista dos Santos Júnior. No ato, ele deferiu a remoção da procuradora e determinou a revogação de ofício do regime de teletrabalho. À época, Rebeca foi removida para a Coordenadoria de Brasília da PGE-RR. A decisão também orientou a Coordenadoria de Recursos Humanos a providenciar a minuta da portaria de remoção e lotação, formalizando o fim do trabalho remoto. O processo administrativo voltou ao centro do debate após, no início deste mês, o atual procurador-geral do Estado de Roraima, Tyrone Mourão Pereira, informar oficialmente que não há regime de teletrabalho vigente em favor da procuradora. Em resposta à decisão, que demonstrou a necessidade de Rebeca retornar ao trabalho presencial imediatamente, ela publicou um vídeo em seu perfil no Instagram alegando “perseguição política”. Segundo ela, sistemas judiciais, protocolos, audiências, despachos e reuniões ocorrem virtualmente, não havendo justificativa técnica ou operacional para exigir sua presença física. “Exerço minhas funções dessa forma desde 2016, sem qualquer prejuízo ao serviço público. Aproximadamente um terço dos procuradores do Estado atuam em regime de teletrabalho. Ou seja, o modelo é aceito, regulamentado e disponível a quem desejar, menos para mim”, disse. “Trata-se de mais um ato arbitrário que reforça de forma inequívoca o cenário de perseguição política.” A procuradora está nos EUA há cinco meses com o marido, considerado foragido da Justiça brasileira. Ramagem foi condenado a 16 anos e um mês de prisão por tentativa de golpe de Estado. Gravação de áudio Neste sábado (21/2), a coluna divulgou, com exclusividade, uma gravação de voz em que Rebeca fala sobre a revogação do teletrabalho. No áudio, enviado aos Recursos Humanos, a procuradora afirma que atuou em regime de teletrabalho entre 2016 e 2019, após autorização concedida pelo então procurador-geral do Estado. Segundo ela, a situação teria mudado em 2020, quando foi lotada na coordenadoria de Brasília. “A partir do momento que eu fui lotada lá, o meu teletrabalho automaticamente caiu”, diz no áudio. Apesar disso, afirma que continuou desempenhando suas funções remotamente. Na mesma gravação, a procuradora demonstra dúvida sobre a formalização do regime após a mudança de lotação e afirma não saber onde localizar os documentos relacionados. Por Letícia Guedes e Mirelle Pinheiro

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Em áudio, mulher de Ramagem cita fim de teletrabalho em 2020: “Caiu”.

Uma gravação de voz obtida pela coluna com exclusividade, atribuída à procuradora do Estado de Roraima Rebeca Ramagem — esposa do ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e condenado pela trama golpista Alexandre Ramagem —, indica que sua autorização para atuar em regime de teletrabalho “caiu” em 2020. Na gravação, enviada ao setor de Recursos Humanos, Rebeca afirma que atuou em regime de teletrabalho entre 2016 e 2019, após autorização concedida pelo então procurador-geral do Estado. Segundo ela, a situação teria mudado em 2020, quando foi lotada na coordenadoria de Brasília. “A partir do momento que eu fui lotada lá, o meu teletrabalho automaticamente caiu”, diz no áudio. Apesar disso, afirma que continuou desempenhando suas funções remotamente. Na mesma gravação, a procuradora demonstra dúvida sobre a formalização do regime após a mudança de lotação e afirma não saber onde localizar os documentos relacionados. Após o governo de Roraima determinar que Rebeca Ramagem volte a trabalhar presencialmente, ela publicou, nessa semana, um vídeo onde classifica a ordem de retorno como “perseguição política”. Ela está nos Estados Unidos com a família desde setembro de 2025. Rebeca afirma que sistemas judiciais, protocolos, audiências, despachos e reuniões ocorrem virtualmente e que não haveria justificativa técnica ou operacional para exigir sua presença física. “Exerço minhas funções dessa forma desde 2016, sem qualquer prejuízo ao serviço público. Aproximadamente um terço dos procuradores do Estado atuam em regime de teletrabalho. Ou seja, o modelo é aceito, regulamentado e disponível a quem desejar, menos para mim”, disse. “Trata-se de mais um ato arbitrário que reforça de forma inequívoca o cenário de perseguição política.” A procuradora está nos EUA há cinco meses com o marido, considerado foragido da Justiça brasileira. Ramagem foi condenado a 16 anos e um mês de prisão por tentativa de golpe de Estado. Conforme noticiou o Metrópoles, no último mês, ela solicitou licença médica de 60 dias, a partir de 22 de dezembro. O afastamento, segundo a defesa, foi motivado por “impactos reais, concretos, emocionais e psicológicos” relacionados à situação vivida pela família. Antes disso, estava de férias desde novembro. Paralelamente, Rebeca tenta reverter no Supremo Tribunal Federal (STF) o bloqueio de suas contas bancárias. Em mandado de segurança apresentado ao ministro André Mendonça, ela afirma não ter sido previamente notificada da decisão e sustenta que a medida impediu o recebimento do salário. A defesa alega que a ordem gerou “insegurança alimentar” para ela e as duas filhas, de 14 e 7 anos. Pronunciamento da PGR-RR Após o pronunciamento de Rebeca, a Procuradoria-Geral do Estado de Roraima (PGR-RR) emitiu nota rebatendo as declarações. A Procuradoria afirmou que não procede a alegação de perseguição política e declarou que a atuação institucional é pautada exclusivamente por critérios técnicos, legais e administrativos. “A PGE-RR informa que, formalmente, a procuradora não se encontra em regime de teletrabalho. O regime, anteriormente concedido, precariamente, à Rebeca Ramagem foi revogado, a pedido da própria procuradora no dia 12 de agosto de 2020, ocasião em que ela também requereu remoção definitiva para a Coordenadoria da PGE em Brasília (DF), pedido que foi deferido. Desde então, a lotação oficial da procuradora é presencial na Coordenadoria de Brasília, unidade integrante da estrutura da PGE-RR. Desta forma, a PGE-RR reitera que não houve suspensão recente de teletrabalho, uma vez que a procuradora já não estava formalmente autorizada a atuar remotamente desde 2020”, diz a nota. Com informações do Metrópoles

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Surto de coqueluche mata crianças Yanomami em Roraima: ‘Estamos muito preocupados’

A filha de Edivania Yanomami tinha apenas quatro meses de vida quando morreu no dia 10 de fevereiro, vítima de coqueluche. A bebê da comunidade Arasiki, região de Surucucu, chegou a ser transferida com a mãe para o Hospital da Criança, unidade de urgência e emergência na capital de Roraima, mas não resistiu às complicações da infecção respiratória. Ela é uma das três mortes registradas pela doença entre 1º de janeiro e 19 de fevereiro deste ano, de acordo com dados oficiais. O Estadão teve acesso a atestados de óbito de crianças indígenas e constatou que a maioria das vítimas eram bebês. Em um dos documentos, a criança tinha apenas um mês e 17 dias de vida. Nota do Ministério da Saúde Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que “reforçou as equipes de saúde com médico, técnico de enfermagem, enfermeiro e socorrista, além de especialistas do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS (EpiSUS), com experiência na contenção de possíveis surtos – para a assistência na região de Surucucu, na Terra Indígena Yanomami.” Ainda segundo a pasta, “está sendo realizada busca ativa e coleta de material de análise clínica. Todos os pacientes com suspeita de coqueluche e contactantes estão em tratamento e acompanhamento do seu estado de saúde. Até o momento, foram confirmados oito casos de coqueluche, com três óbitos em decorrência da doença”, diz a nota. Ministério dos Povos Indígenas diz que número de mortes por coqueluche pode ser maior Procurado, o Ministério dos Povos Indígenas pediu que a reportagem buscasse informação sobre o assunto com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai). Lideranças indígenas afirmam que o número de mortes por coqueluche pode ser maior do que o oficialmente divulgado e estimam ao menos cinco óbitos somente em 2026, na capital e nas aldeias. O Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde aponta 31 casos notificados e 12 confirmados. “Essas crianças ainda não perceberam o mundo, nasceram e as mães têm que chorar. O futuro das crianças foi interrompido. Estamos muito preocupados”, disse Waihiri Hekurari, antes conhecido como Júnior Hekurari Yanomami, presidente da Urihi Associação Yanomami. Infecção letal para comunidades isoladas A coqueluche, conhecida como tosse comprida, é uma infecção bacteriana causada pela bactéria Bordetella pertussis e atinge diretamente o aparelho respiratório, comprometendo traqueia e brônquios. Segundo a pediatra Alana Zorzan, cofundadora da plataforma Mini Löwe, a doença se manifesta principalmente por “crises de tosse seca e violenta, que podem dificultar a respiração”. Ela explica que, após as crises, é comum o paciente emitir um som agudo ao puxar o ar, semelhante a um “guincho”, e que, em casos mais graves, pode haver cianose, quando a oxigenação do sangue fica comprometida. Conforme a médica, os bebês menores de seis meses estão entre os grupos de maior risco por ainda não terem completado o esquema vacinal com a DTP (tríplice bacteriana infantil), podendo apresentar apneias e pausas na respiração. “É um grupo de altíssimo risco”, alerta. A especialista afirma ainda que o Brasil vive um cenário de alerta devido à queda na cobertura vacinal, e que o surto registrado na TI Yanomami não é um evento isolado, mas reflexo “da baixa imunização, da vulnerabilidade nutricional e da circulação de não indígenas no território. Indiretamente, ela aponta que o garimpo ilegal contribui para a entrada de doenças respiratórias, e comunidades isoladas têm pouca memória imunológica, podendo ser letal para essa população”, analisa. *Por Felipe Medeiros e Adriana Amâncio

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Prefeitura abre novas matrículas para modalidades esportivas na Vila Olímpica

Período de inscrição vai de 23 a 25 de fevereiro, via aplicativo Nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro, estarão abertas as novas matrículas para as modalidades esportivas ofertadas pela Prefeitura de Boa Vista no Centro de Iniciação Esportivas (CIEP), na Vila Olímpica Roberto Marinho, com 1.280 vagas destinadas a crianças, adolescentes e adultos. Para alunos de 3 a 17 anos, as opções incluem futebol, futsal, ginástica rítmica, atletismo, jiu-jitsu, judô, karatê, natação, recreação, vôlei, xadrez e qualidade de vida. Já para atletas a partir de 18 anos, as modalidades serão natação, futebol society feminino, jiu-jitsu e treino funcional. As inscrições ocorrerão de forma online, por meio do aplicativo “Matrícula Online – FETEC”, disponível para download nas plataformas Android e iOS. Após o preenchimento dos dados no sistema, o candidato deverá comparecer à Vila Olímpica, das 8h às 12h e das 14h às 18h, para efetivar a matrícula. Vale ressaltar que será admitida apenas uma modalidade por aluno, no ato da inscrição. Na confirmação presencial, deve-se apresentar uma foto 3×4, comprovante de residência (xerox), RG e CPF (xerox, aluno e do responsável), declaração escolar e, no caso de pessoa com deficiência (PCD), laudo médico.

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Assembleia Legislativa retoma projeto nas escolas

A Ouvidoria-Geral da Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR) retomou, nesta quinta-feira (19), as atividades do projeto de implantação da Ouvidoria Estudantil. A primeira unidade de ensino deste ano a receber a palestra informativa foi a Escola Estadual Maria das Dores Brasil, localizada no bairro São Vicente, em Boa Vista. Durante a ação, alunos do ensino médio conheceram os serviços oferecidos pela Ouvidoria-Geral e o funcionamento da Ouvidoria Estudantil. De forma dinâmica e interativa, os estudantes foram orientados sobre como registrar demandas, reclamações, sugestões e elogios, além de indicar melhorias para o ambiente escolar.

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UERR inicia semestre com aulas pela internet

A Universidade Estadual de Roraima (UERR) vai iniciar o primeiro semestre letivo de 2026 de forma remota, ou seja, pela internet. A medida foi anunciada em comunicado publicado pela instituição nesta quinta-feira, 19, em sua página oficial no Instagram. Os estudantes voltarão às aulas na próxima segunda-feira, 23. A universidade atribui a mudança à abertura do sistema FIPLAN e ao processo de remanejamento orçamentário institucional. Segundo o comunicado, são fatores que impossibilitam temporariamente o início das atividades presenciais nos campi. Na nota, a UERR destaca que o formato não prejudicará as atividades administrativas. A instituição criou salas virtuais em uma plataforma de ensino à distância para todas as disciplinas ofertadas no semestre 2026.1.  Teletrabalho A Universidade Estadual de Roraima adotou o regime de teletrabalho ainda no dia 9 de dezembro de 2025. A medida atinge servidores docentes, técnicos-administrativos, comissionados e bolsistas. Segundo a instituição, a decisão foi tomada após a empresa BRS Serviços e Comércio Ltda. suspender a prestação de serviços terceirizados essenciais às unidades da universidade.  De acordo com o edital do contrato, a empresa era responsável pela prestação de serviços contínuos de limpeza, conservação predial, apoio administrativo, recepção, vigilância patrimonial e atividades operacionais de suporte logístico nas unidades da universidade. Crise A Universidade Estadual de Roraima acumulou, nos últimos anos, um histórico de crises que têm como marco central a gestão do ex-reitor Regys Freitas. Sua passagem pelo comando da instituição chegou a ser alvo de investigações da Polícia Federal. Entre os episódios está a Operação Cisne Negro, que apurou um suposto esquema de fraudes em contratos milionários da UERR. Conforme as investigações, o grupo investigado teria atuado no direcionamento de licitações, superfaturamento de obras e serviços, além de desvio de recursos públicos. A PF apontou indícios de organização criminosa, lavagem de dinheiro e enriquecimento ilícito. Durante o cumprimento de mandados, as equipes apreenderam dinheiro em espécie, joias, relógios de alto valor e moedas estrangeiras, além de bloqueio judicial de bens. Além disso, outro foco de apuração foi a chamada Operação Meritum, que investigou suspeitas de fraude em vestibulares e concursos públicos ligados à universidade. Conforme a Polícia Federal, havia indícios de vazamento de provas, favorecimento de candidatos e manipulação de processos seletivos, principalmente ligados ao vestibular de Medicina. Regys Freitas e familiares foram, inclusive, alvos de mandados de busca e apreensão nesse inquérito. MP denunciou ex-reitor O Ministério Público de Roraima pediu a prisão do ex-reitor da Universidade, Regys Freitas, e empresários, por associação criminosa e crimes contra o patrimônio público.  De acordo com a Denúncia, o trio teria atuado de forma conjunta e organizada, entre os anos de 2016 e 2022, para direcionar contratações públicas em favor da empresa Ibiapino & Pinheiro Ltda., mediante dispensa irregular de licitação, fraude em procedimentos licitatórios e desvio de recursos públicos. O então reitor da UERR, Regys Odlare Lima de Freitas, foi denunciado pelos crimes de peculato, dispensa ilegal de licitação e associação criminosa. Já os empresários Bruno Rheno Pinheiro e Silva e Shyrley Ibiapino Cirqueira, respondem pelos mesmos crimes, na condição de beneficiários e participantes do esquema. A Denúncia encerra a primeira etapa da investigação com a acusação referente ao núcleo da associação criminosa, mas a investigação continuará em outras fases para aprofundar sobre a participação de outros servidores da Universidade, o acobertamento de provas e o crime de lavagem de dinheiro. Conforme apurado, a atividade criminosa resultou em prejuízo mínimo de R$ 15.176.782,12 aos cofres públicos e deverá ser ressarcido de forma atualizada, com incidência de juros, o que totalizaria hoje o valor de R$ 27.623.000,00 (vinte e sete milhões, seiscentos e vinte e três mil reais). Contrato milionário Mesmo diante de uma crise, a Universidade Estadual de Roraima firmou um contrato sem licitação no valor de R$ 8,3 milhões com o Instituto Brasileiro e Ação Social (Ibras) em novembro do ano passado, para efetuar o projeto “Orgulho de Ser Uerr”. Com informações do Roraima em Tempo

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PF divulga imagem de preso por estupro para identificar novas vítimas

A Polícia Federal (PF) divulgou, nesta quinta-feira (19/2), a foto de um homem condenado por abuso sexual infantojuvenil. A imagem foi tornada pública com o objetivo de identificar e localizar eventuais vítimas que ainda não tenham sido reconhecidas. Ricardo Ferreira Lopes já foi condenado e está preso. A PF ressaltou que a medida foi expressamente autorizada pelo Poder Judiciário e tem como finalidade ampliar a proteção penal e psicossocial oferecida pelo Estado, permitindo a adoção de providências protetivas às vítimas e a apuração integral de fatos relacionados a crimes de abuso sexual infantojuvenil na internet, além da divulgação e do armazenamento de imagens dessa natureza. Qualquer informação relevante, bem como pessoas que possam ter sido vítimas, deve ser encaminhada à Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos da Polícia Federal em Roraima, pelo telefone (95) 3621-4709. O sigilo das comunicações é assegurado.

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Esposa de Ramagem chama retorno ao trabalho presencial em RR de “perseguição”

A servidora pública e esposa do ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), Rebeca Ramagem, classificou como “perseguição política” a ordem para que retome o trabalho presencial no governo de Roraima. A decisão foi tomada pelo procurador-geral do Estado, Tyrone Mourão. Rebeca, que é procuradora do Estado de Roraima, alega que cumpre regime de teletrabalho desde 2016 “sem qualquer prejuízo ao serviço público” e que a ordem de retorno — no mesmo momento em que seu marido se encontra foragido nos Estados Unidos — ignora o fato de que um terço dos procuradores atua em trabalho remoto. “Em medida desproporcional e arbitrária, [o procurador-geral do Estado] suspendeu meu regime de teletrabalho e impôs presença física obrigatória, apenas para me prejudicar, rompendo isonomia interna e rejeitando a própria atividade digital das atribuições exercidas”, escreveu a esposa de Ramagem em publicação no Instagram. Rebeca saiu de férias em 17 de novembro, mês em que viajou para Miami com as filhas para estar ao lado de Alexandre Ramagem, foragido após ter sido condenado a 16 anos de prisão por participação na trama golpista. Na sequência, estendeu as férias até 19 de dezembro. No dia 22 do mesmo mês, a Procuradoria-Geral do Estado apresentou um atestado de 60 dias solicitando licença médica, alegando “impactos reais, concretos, emocionais e psicológicos” sofridos por ela e por sua família nos últimos meses. O pedido foi prontamente acatado pelo Estado. Desde então, Rebeca não retornou ao trabalho. A mulher de Ramagem recebia mensalmente um salário bruto de R$ 46 mil, mas teve o pagamento suspenso e as contas bloqueadas em 12 de dezembro por ordem do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Com informações do UOL

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Cantor de Roraima condenado por estupro de vulnerável é preso no interior do Amazonas

O cantor Francisco Gleiton Martins de Oliveira, conhecido por Cleytton Rasec, foi preso nesta quinta-feira, 19, em Itacoatiara, no Amazonas. Ele estava na lista dos criminosos procurados mais perigosos do Brasil, divulgada Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP). Gleiton foi condenado a 32 anos e 11 meses de prisão por estupro de vulnerável e divulgação de material sexual de crianças. O mandado de prisão dele foi expedido no dia 8 de outubro do ano passado. Além de cantor em Roraima, ele também chegou a apresentar um programa de TV policial em uma emissora local, em Boa Vista.  O nome de Gleiton e de mais sete foragidos procurados de Roraima foram divulgados no dia 8 de dezembro do ano passado. O Ministério da Justiça e Segurança Pública disponibilizou lista no site gov.br/captura‬.  Cada unidade da Federação indicou oito alvos prioritários com base em uma matriz de risco.Foram avaliados aspectos como gravidade e natureza do crime cometido.  Com informações do Roraima em Tempo

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Tribunal decide sobre julgamento do caso Romano dos Anjos na próxima terça, 24

O Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) marcou para a próxima terça-feira, 24, o julgamento do habeas em que o ex-deputado Jalser Renier pede que o caso do jornalista Romano dos Anjos seja julgado pelo Pleno. O julgamento ocorrerá em sessão presencial/videoconferência a partir as 9h, e foi incluído em pauta pela juíza Graciete Sotto Mayor Ribeiro, que assumiu a relatoria do habeas corpus, após o pedido de aposentadoria do então relator, desembargador Ricardo Oliveira. Em janeiro, a defesa de Jalser entrou com pedido de habeas corpus para solicitar que o processo seja julgado pelo Pleno do TJRR. Isso porque o processo foi iniciado em segunda instância, mas após Jalser perder o mandato, passou a tramitar em primeira instância. Com isso, agora a defesa do ex-parlamentar quer que o processo volte para a instância superior. O desembargador Ricardo Oliveira ficou como relator do caso e decidiu suspender o processo até o julgamento do pedido de habeas corpus. Caso o TJRR decida conceder o pedido de Jalser, todos os acusados de sequestrar e torturar o jornalistas serão julgados pelo Pleno. O processo já estava na fase final, faltando apenas o juiz Cleber Gonçalves Filho proferir a sentença, quando Jalser entrou com o pedido. Com informações do Roraima em Tempo

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