26 de junho de 2026 08:02

Redação O Caburaí

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Crise migratóriaRoraima vai receber R$ 15 milhões

Em um desfecho institucional considerado histórico, a União e o Estado de Roraima firmaram um acordo judicial no valor de R$ 115 milhões para ressarcir despesas extraordinárias assumidas pelo Estado em decorrência do fluxo migratório de venezuelanos à Roraima. A conciliação foi formalizada no âmbito da ACO (Ação Cível Originária) nº 3121, em tramitação no STF (Supremo Tribunal Federal), e aguarda homologação da Corte para produzir efeitos definitivos.O acordo encerra um litígio federativo de alta complexidade e reconhece a necessidade de compartilhamento do ônus financeiro suportado por Roraima ao longo dos últimos anos, especialmente nas áreas de saúde, educação, segurança pública e sistema prisional, diretamente impactadas pela crise humanitária. A ação foi proposta pelo Governo de Roraima e conduzida pela PGE-RR (Procuradoria-Geral do Estado), que atuou de forma técnica e estratégica na defesa dos interesses estaduais, resultando em uma solução consensual considerada célere, eficiente e juridicamente segura. Repartição de responsabilidades Para o governador Antonio Denarium, o acordo corrige uma distorção histórica no pacto federativo, uma vez que Roraima, por localização geográfica, assumiu de forma desproporcional os impactos de uma crise de dimensão nacional e internacional. “Roraima nunca se omitiu diante da crise humanitária, mas não poderia continuar arcando sozinho com esse ônus. Esse acordo representa justiça federativa, fortalece a cooperação entre os entes e garante condições reais para que o Estado continue atendendo a população sem comprometer serviços essenciais”, afirmou o governador. O Termo de Conciliação deixa expresso que a solução tem finalidade exclusiva de encerrar o litígio, sem reconhecimento de tese jurídica por parte da União, e prevê quitação ampla e definitiva quanto às despesas relacionadas ao fluxo migratório até o trânsito em julgado da ação.acordo e a extinção do processo com resolução de mérito, nos termos do artigo 487, inciso III, alínea “b”, do Código de Processo Civil. Com a homologação pelo STF, o processo será definitivamente encerrado, consolidando a autocomposição como instrumento moderno e eficaz de solução de conflitos federativo.

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ITERAIMA – Governo lança edital com 40 vagas para o Iteraima

O Instituto de Terras e Colonização de Roraima publicou o edital do Processo Seletivo Simplificado destinado ao preenchimento de 40 vagas, sendo 24 para cargos de nível superior e 16 para nível médio técnico. O edital está disponível para consulta nos sites do Ierr (Instituto de Educação de Roraima) e do Iteraima. Vagas Para o nível superior, as vagas são destinadas aos cargos de Analista de Sistemas, Contador, Engenheiro Agrônomo, Engenheiro Agrimensor/Cartográfico, Engenheiro Florestal, Geógrafo e Tecnólogo em Meio Ambiente, com remuneração de R$ 8.745,85. Já para o nível médio e técnico, o processo seletivo contempla os cargos de Desenhista, Técnico em Agrimensura, Técnico em Agropecuária e Técnico Imobiliário, com salário de R$ 4372,92. As inscrições deverão ser realizadas no período de 12 a 20 de janeiro, conforme as orientações estabelecidas no edital. O resultado final do processo seletivo está previsto para ser publicado em 3 de março. O certame será composto por etapa única de análise de títulos, obedecendo aos critérios objetivos definidos no edital, assegurando transparência, legalidade e impessoalidade em todas as fases do processo. As contratações decorrentes deste processo seletivo serão de caráter temporário, conforme previsto em lei.

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Brasil e Colômbia adotam posturas opostas após ataque dos EUA à Venezuela

A escalada de tensão provocada pelo ataque dos Estados Unidos à Venezuela expôs uma diferença gritante na postura adotada por países vizinhos Brasil e Colômbia. Ambos compartilham fronteiras sensíveis e vulneráveis com o território venezuelano, mas as respostas estratégicas seguem caminhos bastante distintos. Diante do novo cenário de instabilidade, o governo colombiano mobilizou cerca de 30 mil militares para reforçar a segurança na fronteira com a Venezuela. A medida sinaliza preocupação concreta com possíveis desdobramentos do conflito, como fluxos migratórios descontrolados e impactos diretos sobre a soberania nacional. Mais do que uma ação defensiva, trata-se de um gesto político claro: a fronteira é estratégica e não será negligenciada. No Brasil, o tom é outro. O ministro da Defesa informou que o país mantém 10 mil militares em toda a região amazônica, dos quais apenas 2,3 mil estão em Roraima, estado que faz fronteira direta com a Venezuela e historicamente sente, de maneira mais intensa, os efeitos das crises no país vizinho. Embora o número não seja tão irrelevante, revela uma postura muito mais moderada ou poderíamos dizer excessivamente cautelosa? O problema é que a realidade amazônica, marcada por vastas áreas de difícil acesso e desafios logísticos, pode exigir mais do que uma presença simbólica das Forças Armadas. Roraima, em especial, já enfrenta há anos os impactos da crise venezuelana, seja no sistema de saúde, na segurança pública ou na infraestrutura urbana. Um agravamento do conflito tende a ampliar esses problemas. Só podemos ficar nos questionando se o Brasil está suficientemente preparado para lidar com um eventual transbordamento da crise?

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Brasil e Mundo

Trump publica imagem de Maduro detido em operação dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tornou pública a primeira imagem do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sob custódia norte-americana. A foto foi divulgada na rede social Truth Social poucas horas depois da operação que resultou na captura do líder venezuelano, iniciada na madrugada deste sábado (3). Na publicação, Trump escreveu a legenda “Nicolas Maduro on board the USS Iwo Jima”, indicando que Maduro estava a bordo do navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima, da Marinha dos Estados Unidos. Nas imagens compartilhadas, o presidente venezuelano aparece vestindo roupas de moletom, usando protetor auricular e óculos escuros, além de segurar uma garrafa de água. A divulgação ocorreu após o anúncio oficial de uma ação militar realizada pelos Estados Unidos em território venezuelano, que culminou na prisão do chefe de Estado. Segundo autoridades norte-americanas, a operação também resultou na captura de Cilia Flores, esposa de Maduro. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o local onde ela está detida nem sobre possíveis procedimentos judiciais específicos envolvendo a ex-primeira-dama. De acordo com o governo dos EUA, Nicolás Maduro será julgado em território norte-americano. As acusações envolvem crimes ligados ao narcotráfico, com base em processos já existentes na Justiça dos Estados Unidos. As autoridades, no entanto, não informaram datas ou prazos para o início das audiências. Também permanece indefinido o destino final de Maduro após sua retirada da Venezuela. A única confirmação oficial é que ele estava a bordo do USS Iwo Jima no momento da publicação feita por Trump, sem detalhes adicionais sobre uma eventual transferência para o território continental dos Estados Unidos. A prisão do presidente venezuelano ocorreu em meio a uma ofensiva militar que gerou repercussão imediata no cenário internacional. Governos de diferentes países reagiram de forma divergente à ação norte-americana, enquanto organismos multilaterais seguem monitorando os desdobramentos do caso.

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Prefeito Arthur diz que apesar de incertezas políticas, espera que a Venezuela se recupere

Na tarde deste sábado, 3/1, o Prefeito de Boa Vista, Arthur Henrique (PL) se pronunciou sobre os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do Presidente Nicolás Maduro e sua esposa. Em vídeo postado no Instagram, Arthur disse que não sabe como o Governo Federal deve se comportar, mas que essa situação pode trazer impactos no fluxo migratório para Roraima. “Esse impacto no fluxo migratório nos preocupa, mas por outro lado nos trás um sentimento de esperança de que a ordem democrática na Venezuela possa ser retomada. E isso faria com que a economia crescesse e a Venezuela pudesse voltar a ser aquele país que nós brasileiros conhecíamos, um país rico e com uma cultura forte, com turismo forte”, disse. Arthur também analisou o cenário político no país vizinho. “Tivemos 27 anos de Hugo Chaves e Nicolás Maduro, são governos que perseguem as pessoas, que maltratam a sua população ao ponto de elas deixarem sua terra natal. Isso não é democracia. A gente também sabe da questão do tráfico de drogas, existem estudos internacionais que mostram que o regime venezuelano tem redes de tráfico de drogas. Vimos chefes da Inteligência da Venezuela, admitindo em tribunais internacionais que faziam parte de esquemas de tráfico de drogas”, finalizou.

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Brasil e Mundo

Vice venezuelana confirma sequestro de Nicolás Maduro e primeira-dama e exige ‘prova de vida imediata’

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou que o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores é desconhecido, após os ataques dos Estados Unidos ao país latinoamericano na madrugada deste sábado (3). “Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores”, disse Rodríguez, em um áudio exibido pela TV estatal. Mais cedo, o presidente estadunidense Donald Trump informou a captura de Maduro em uma rede social. “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, escreveu. Mais cedo, a Venezuela divulgou um comunicado oficial no qual rejeita “a grave agressão militar perpetrada pelo atual governo dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelana”, após relatos de explosões na capital, Caracas, e em outras três regiões. Segundo a nota do governo venezuelano, os ataques atingiram “localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira”. “Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente dos seus artigos 1.º e 2.º, que estabelecem o respeito pela soberania, a igualdade jurídica dos Estados e a proibição do uso da força”. De acordo com o governo venezuelano, os ataques afetaram bases militares, diferentes cidades, a sede do poder legislativo, aeroportos e a estrutura elétrica do país. O governo venezuelano afirmou, em nota, que “tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais, especificamente na América Latina e no Caribe, e coloca em sério risco a vida de milhões de pessoas”. De acordo com o governo venezuelano, a ofensiva teria como objetivo a apropriação de recursos estratégicos do país. “O objetivo deste ataque não é outro senão confiscar os recursos estratégicos da Venezuela, especialmente o seu petróleo e minerais, tentando quebrar pela força a independência política da Nação”, diz o texto. Texto: O Brasil de Fato

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Tensão na Fronteira: Denarium diz que órgãos de segurança estão preparados

O governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), disse temer que a crise na Venezuela gere uma nova onda de refugiados venezuelanos no estado e sugeriu ao governo federal o fechamento temporário da fronteira com o país. O receio ocorre diante da invasão dos Estados Unidos na Venezuela, neste sábado, com a captura do líder chavista, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cilia Flores. — Eu dei uma sugestão de que temporariamente se feche a fronteira para evitar uma entrada em massa de venezuelanos no Brasil. É provisório, até que se tenha uma definição do quadro do conflito — afirmou. A sugestão foi feita aos ministros da Defesa, José Múcio, da Casa Civil, Rui Costa, e de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, com quem o governador conversou neste sábado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocou uma reunião neste sábado com os ministros no Itamaraty. Denarium afirmou que aguarda o fim da reunião para saber quais foram as definições do governo federal. A fronteira entre Brasil e Venezuela amanheceu fechada neste sábado, no trecho de Pacaraima, em Roraima. Segundo interlocutores da área militar do governo brasileiro, a interrupção da passagem ocorreu do lado venezuelano, após o ataque de grande escala anunciado pelos Estados Unidos contra o país vizinho. Da parte do Brasil, “as fronteiras estão operando dentro da normalidade”, disse um militar de alta patente ao GLOBO. Denarium pontuou que por parte do estado, as forças de segurança estão atuando dentro da normalidade, sem alteração. O governador estima que no ápice da crise migratória em Roraima, em 2020, o estado chegou a receber por dia de 1,5 mil a 2 mil venezuelanos. Atualmente, há uma população estimada de 186 mil venezuelanos vivendo em Roraima, cerca de 20% da da população do estado. Diariamente, entram em Roraima de 300 a 500 cidadãos da Venezuela. O receio, segundo o governador, é que com o cenário de instabilidade, o estado volte ao patamar de 2020, com 2 mil refugiados por dia. — Temos um grande impacto causado pela migração. O estado presta auxílio, porque é uma população pobre que chega no Brasil só com uma mochila. É uma crise humanitária muito grande — disse.

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Estados Unidos atacam Venezuela e tiram Maduro do país

Os Estados Unidos atacaram Caracas, capital da Venezuela, e outras cidades, na madrugada deste sábado. A informação foi confirmada pelo presidente americano, Donald Trump, numa rede social. No comunicado, Trump diz que Nicolas Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do país. Explosões em Caracas Detonações e sobrevoo de aviões foram ouvidos na cidade. Fortes explosões e ruídos semelhantes aos de aviões foram ouvidos nas primeiras horas deste sábado (03/01) em Caracas, segundo relatos de jornalistas na capital venezuelana. Imagens não verificadas compartilhadas nas redes sociais mostram grandes incêndios com colunas de fumaça, embora não seja possível determinar a localização exata das explosões, que parecem ter ocorrido no sul e leste da capital. As primeiras explosões foram ouvidas em torno das 02h00, seguida de outra às 02h38, enquanto aeronaves continuavam sobrevoando a cidade. Com informações de UOL

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Polícia Civil recupera veículos roubados em Roraima e levados ilegalmente para a Guiana em 2025

Ao longo de 2025, a PCRR (Polícia Civil de Roraima) intensificou o enfrentamento aos crimes patrimoniais na região de fronteira, com atuação estratégica da Delegacia de Bonfim no combate ao envio ilegal de veículos furtados ou roubados em Roraima para a Guiana. Localizado em área de fronteira internacional, o município de Bonfim vinha sendo utilizado como rota para a travessia irregular de veículos de origem ilícita, destinados à comercialização no país vizinho ou à troca por entorpecentes. Diante desse cenário, a Polícia Civil adotou ações contínuas de investigação, monitoramento e interceptação, com foco específico nesse tipo de crime transfronteiriço. De acordo com o delegado titular da Delegacia de Bonfim, Hugo Cardias, desde que assumiu a unidade, ainda em 2024, foi identificado um fluxo significativo de veículos sendo transportados ilegalmente tanto pela BR-401 quanto por estradas vicinais e acessos alternativos da região, incluindo áreas próximas a comunidades indígenas.Era um crime recorrente, com utilização de diferentes rotas para burlar a fiscalização. A partir desse diagnóstico, estruturamos uma atuação mais incisiva e direcionada”, explicou o delegado. Como resposta, a Polícia Civil passou a atuar de forma integrada com outras forças de segurança estaduais e órgãos federais, entre eles o Exército Brasileiro, a Polícia Militar e a Guarda Municipal de Bonfim. A estratégia envolveu ações conjuntas para interceptar os veículos antes da travessia da fronteira e identificar os responsáveis pelos crimes. O resultado do trabalho desenvolvido ao longo de 2025 foi a recuperação de 16 veículos furtados ou roubados, que, após a adoção de todos os procedimentos legais, foram restituídos aos legítimos proprietários. As ações também resultaram em prisões em flagrante pelo crime de receptação, envolvendo suspeitos que transportavam os veículos para o país vizinho. “Além das interceptações em território nacional, conseguimos localizar e repatriar veículos que já haviam sido levados para a Guiana, o que reforça a efetividade das ações e o compromisso da Polícia Civil com a proteção do patrimônio das vítimas”, destacou Hugo Cardias. Para o delegado, os resultados alcançados em 2025 representam um avanço significativo no enfrentamento aos crimes transfronteiriços. Segundo ele, a expectativa para 2026 é ampliar ainda mais a integração entre as forças de segurança e fortalecer as ações de combate a esse tipo de crime na fronteira norte de Roraima

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Opinião

O futuro político de Roraima e a responsabilidade do eleitor

Roraima vive um momento decisivo agora em 2026. Como estado jovem, marcado por desafios históricos na infraestrutura, na saúde, na educação e na geração de empregos, o futuro político roraimense depende menos de promessas grandiosas e mais de escolhas conscientes. Ou seja, depende do eleitor. Ao longo dos anos, erros se repetiram e o resultado tem sido um ciclo de frustrações. E a gente repete essa máxima da educação política todos os anos: não venda o seu voto! Roraima precisa de lideranças que compreendam suas especificidades e saibam dialogar com o cenário nacional sem submeter o estado a interesses pessoais ou eleitorais. Ou seja, pessoas que querem realmente mudar a vida de outras pessoas! Já pensou se a saúde funcionasse de verdade? Se a educação fosse valorizada? Se os parques estivessem em pleno funcionamento? Pense também em como seria cada canto de Roraima a exemplo da capital Boa Vista. Escolher bem também significa rejeitar a política do improviso e do assistencialismo eleitoreiro. O desenvolvimento de Roraima exige planejamento, transparência e responsabilidade com o dinheiro público. O futuro de Roraima não está apenas nas mãos dos eleitos, mas, sobretudo, na consciência de quem vota.

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