29 de abril de 2026 06:09

Redação O Caburaí

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Venezuelanos no Brasil ainda demonstram incerteza sobre momento político no país vizinho

O clima de incerteza política na Venezuela também reflete em decisões que imigrantes que vivem no Brasil podem adotar daqui para frente. Após os acontecimentos que incluem bombardeios no país vizinho e o sequestro de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos, alguns venezuelanos em Roraima conversaram com a Cenarium e relataram que ainda preferem esperar os desdobramentos políticos no país de origem. A Venezuelana Roxana Guardian, está no Brasil há 7 anos, ela trabalha com manicure em um salão de beleza em Boa Vista, capital de Roraima, e disse que ainda não é o momento de voltar, mas que deve deixar o Brasil rumo à Venezuela caso as coisas melhorem. “Temos a expectativa de voltar, mas não agora, porque é um novo processo que está iniciando no meu país. Temos que esperar tudo acontecer, porque lá ainda tem muitos corruptos no poder, mas eu quero voltar porque minha mãe e meu filho estão lá”. Josué Hernandez é trabalhador da construção civil e comentou que para voltar à Venezuela é preciso que militares apoiadores de Maduro também deixem o governo. “Nicolás Maduro nunca foi presidente da Venezuela, sempre foi um ditador. Temos certeza que ele perdeu as últimas eleições. Agora ainda existem muitas pessoas que precisam sair do poder, como o Ministro da Defesa e outros militares que ainda são leais ao Maduro. Estou há quatro anos no Brasil para melhorar de vida, sou muito agradecido aos brasileiros por terem aberto as portas e todo apoio com emprego, mas penso em ficar mais dois anos por aqui e depois voltar”, explicou. Já o roraimense Júlio César Liberal, disse que agora a Venezuela vai se recuperar social, econômica e politicamente. “Estamos vendo uma transformação no país vizinho. Agora o povo venezuelano pode se livrar de um regime ditatorial e recomeçar suas vidas. É um processo demorado, mas eu creio que começando pela política, a economia e o contexto social sejam impactos de forma positiva”, opinou. Imigração em números De acordo com dados do Censo Demográfico 2022, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Roraima possui 81.766 moradores nascidos em outros países, o que corresponde a 12,84% dos 636.707 habitantes do estado. O número coloca Roraima na liderança nacional nesse indicador e reflete o impacto direto da crise enfrentada pela Venezuela ao longo da última década. Pacaraima, município localizado na fronteira com a Venezuela, é o principal ponto de acesso dos migrantes ao território brasileiro. Na cidade, estrangeiros representam 36% da população, o equivalente a 7.010 pessoas entre os 19.305 moradores. Em Boa Vista, capital do estado, a presença de imigrantes também é expressiva. São 62.709 moradores de outros países, o que corresponde a 15,17% dos 413.486 habitantes do município. Ainda segundo o IBGE, 77.563 venezuelanos vivem atualmente em Roraima, o que representa 98,24% de toda a população estrangeira do estado. Outras nacionalidades aparecem em números menores, como guianenses (1.679 pessoas) e colombianos (347). Em Roraima, o avanço da migração venezuelana gera impactos diretos em áreas como saúde, educação, assistência social, habitação e mercado de trabalho.

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Caer prorroga “Black Friday” da regularicao de débitos de água

A Caer (Companhia de Águas e Esgotos de Roraima) prorrogou até o dia 30 de janeiro a campanha “Black Friday”, voltada à regularização de débitos de água, com condições especiais de negociação para clientes inadimplentes. Conforme o diretor Comercial e do Interior da Caer, Cícero Batista, o objetivo da prorrogação é ampliar o acesso da população às condições oferecidas. “A campanha é válida para clientes das modalidades residencial, comercial e indústria, e até o momento, a ação beneficiou 2.154 clientes, totalizando mais de R$ 7,7 milhões em valores negociados”, explicou o diretorEntre as vantagens para colocar as contas em dia e evitar o corte no fornecimento estão descontos que podem chegar a 100% nos juros, além da possibilidade de parcelamento do saldo em até 60 vezes. Condições de negociação Os clientes podem optar pelo pagamento à vista, por boleto, Pix ou em uma parcela no cartão, com 100% de desconto em juros. Durante a campanha, também há a opção de parcelamento no cartão de crédito em até 12 vezes, com desconto de 70%. Para quem preferir incluir o acordo diretamente na conta mensal, os descontos variam conforme o número de parcelas: até 12 vezes, desconto de 70%; de 13 a 18 vezes, desconto de 60%; de 19 a 36 vezes, desconto de 50%; e de 37 a 60 vezes, desconto de 40%. Atendimento Em Boa Vista, o atendimento presencial está concentrado na loja do bairro São Pedro e nas unidades de atendimento do Pintolândia e da Casa do Cidadão, no bairro Senador Hélio Campos. Nos demais municípios, os consumidores podem procurar as lojas de atendimento da companhia. Para realizar a negociação, o cliente deve apresentar documento oficial com foto, CPF, conta do imóvel ou número de matrícula. Em caso de atendimento por terceiros, é necessária a apresentação de procuração.

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Crise migratóriaRoraima vai receber R$ 15 milhões

Em um desfecho institucional considerado histórico, a União e o Estado de Roraima firmaram um acordo judicial no valor de R$ 115 milhões para ressarcir despesas extraordinárias assumidas pelo Estado em decorrência do fluxo migratório de venezuelanos à Roraima. A conciliação foi formalizada no âmbito da ACO (Ação Cível Originária) nº 3121, em tramitação no STF (Supremo Tribunal Federal), e aguarda homologação da Corte para produzir efeitos definitivos.O acordo encerra um litígio federativo de alta complexidade e reconhece a necessidade de compartilhamento do ônus financeiro suportado por Roraima ao longo dos últimos anos, especialmente nas áreas de saúde, educação, segurança pública e sistema prisional, diretamente impactadas pela crise humanitária. A ação foi proposta pelo Governo de Roraima e conduzida pela PGE-RR (Procuradoria-Geral do Estado), que atuou de forma técnica e estratégica na defesa dos interesses estaduais, resultando em uma solução consensual considerada célere, eficiente e juridicamente segura. Repartição de responsabilidades Para o governador Antonio Denarium, o acordo corrige uma distorção histórica no pacto federativo, uma vez que Roraima, por localização geográfica, assumiu de forma desproporcional os impactos de uma crise de dimensão nacional e internacional. “Roraima nunca se omitiu diante da crise humanitária, mas não poderia continuar arcando sozinho com esse ônus. Esse acordo representa justiça federativa, fortalece a cooperação entre os entes e garante condições reais para que o Estado continue atendendo a população sem comprometer serviços essenciais”, afirmou o governador. O Termo de Conciliação deixa expresso que a solução tem finalidade exclusiva de encerrar o litígio, sem reconhecimento de tese jurídica por parte da União, e prevê quitação ampla e definitiva quanto às despesas relacionadas ao fluxo migratório até o trânsito em julgado da ação.acordo e a extinção do processo com resolução de mérito, nos termos do artigo 487, inciso III, alínea “b”, do Código de Processo Civil. Com a homologação pelo STF, o processo será definitivamente encerrado, consolidando a autocomposição como instrumento moderno e eficaz de solução de conflitos federativo.

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ITERAIMA – Governo lança edital com 40 vagas para o Iteraima

O Instituto de Terras e Colonização de Roraima publicou o edital do Processo Seletivo Simplificado destinado ao preenchimento de 40 vagas, sendo 24 para cargos de nível superior e 16 para nível médio técnico. O edital está disponível para consulta nos sites do Ierr (Instituto de Educação de Roraima) e do Iteraima. Vagas Para o nível superior, as vagas são destinadas aos cargos de Analista de Sistemas, Contador, Engenheiro Agrônomo, Engenheiro Agrimensor/Cartográfico, Engenheiro Florestal, Geógrafo e Tecnólogo em Meio Ambiente, com remuneração de R$ 8.745,85. Já para o nível médio e técnico, o processo seletivo contempla os cargos de Desenhista, Técnico em Agrimensura, Técnico em Agropecuária e Técnico Imobiliário, com salário de R$ 4372,92. As inscrições deverão ser realizadas no período de 12 a 20 de janeiro, conforme as orientações estabelecidas no edital. O resultado final do processo seletivo está previsto para ser publicado em 3 de março. O certame será composto por etapa única de análise de títulos, obedecendo aos critérios objetivos definidos no edital, assegurando transparência, legalidade e impessoalidade em todas as fases do processo. As contratações decorrentes deste processo seletivo serão de caráter temporário, conforme previsto em lei.

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Brasil e Colômbia adotam posturas opostas após ataque dos EUA à Venezuela

A escalada de tensão provocada pelo ataque dos Estados Unidos à Venezuela expôs uma diferença gritante na postura adotada por países vizinhos Brasil e Colômbia. Ambos compartilham fronteiras sensíveis e vulneráveis com o território venezuelano, mas as respostas estratégicas seguem caminhos bastante distintos. Diante do novo cenário de instabilidade, o governo colombiano mobilizou cerca de 30 mil militares para reforçar a segurança na fronteira com a Venezuela. A medida sinaliza preocupação concreta com possíveis desdobramentos do conflito, como fluxos migratórios descontrolados e impactos diretos sobre a soberania nacional. Mais do que uma ação defensiva, trata-se de um gesto político claro: a fronteira é estratégica e não será negligenciada. No Brasil, o tom é outro. O ministro da Defesa informou que o país mantém 10 mil militares em toda a região amazônica, dos quais apenas 2,3 mil estão em Roraima, estado que faz fronteira direta com a Venezuela e historicamente sente, de maneira mais intensa, os efeitos das crises no país vizinho. Embora o número não seja tão irrelevante, revela uma postura muito mais moderada ou poderíamos dizer excessivamente cautelosa? O problema é que a realidade amazônica, marcada por vastas áreas de difícil acesso e desafios logísticos, pode exigir mais do que uma presença simbólica das Forças Armadas. Roraima, em especial, já enfrenta há anos os impactos da crise venezuelana, seja no sistema de saúde, na segurança pública ou na infraestrutura urbana. Um agravamento do conflito tende a ampliar esses problemas. Só podemos ficar nos questionando se o Brasil está suficientemente preparado para lidar com um eventual transbordamento da crise?

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Trump publica imagem de Maduro detido em operação dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tornou pública a primeira imagem do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sob custódia norte-americana. A foto foi divulgada na rede social Truth Social poucas horas depois da operação que resultou na captura do líder venezuelano, iniciada na madrugada deste sábado (3). Na publicação, Trump escreveu a legenda “Nicolas Maduro on board the USS Iwo Jima”, indicando que Maduro estava a bordo do navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima, da Marinha dos Estados Unidos. Nas imagens compartilhadas, o presidente venezuelano aparece vestindo roupas de moletom, usando protetor auricular e óculos escuros, além de segurar uma garrafa de água. A divulgação ocorreu após o anúncio oficial de uma ação militar realizada pelos Estados Unidos em território venezuelano, que culminou na prisão do chefe de Estado. Segundo autoridades norte-americanas, a operação também resultou na captura de Cilia Flores, esposa de Maduro. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o local onde ela está detida nem sobre possíveis procedimentos judiciais específicos envolvendo a ex-primeira-dama. De acordo com o governo dos EUA, Nicolás Maduro será julgado em território norte-americano. As acusações envolvem crimes ligados ao narcotráfico, com base em processos já existentes na Justiça dos Estados Unidos. As autoridades, no entanto, não informaram datas ou prazos para o início das audiências. Também permanece indefinido o destino final de Maduro após sua retirada da Venezuela. A única confirmação oficial é que ele estava a bordo do USS Iwo Jima no momento da publicação feita por Trump, sem detalhes adicionais sobre uma eventual transferência para o território continental dos Estados Unidos. A prisão do presidente venezuelano ocorreu em meio a uma ofensiva militar que gerou repercussão imediata no cenário internacional. Governos de diferentes países reagiram de forma divergente à ação norte-americana, enquanto organismos multilaterais seguem monitorando os desdobramentos do caso.

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Prefeito Arthur diz que apesar de incertezas políticas, espera que a Venezuela se recupere

Na tarde deste sábado, 3/1, o Prefeito de Boa Vista, Arthur Henrique (PL) se pronunciou sobre os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do Presidente Nicolás Maduro e sua esposa. Em vídeo postado no Instagram, Arthur disse que não sabe como o Governo Federal deve se comportar, mas que essa situação pode trazer impactos no fluxo migratório para Roraima. “Esse impacto no fluxo migratório nos preocupa, mas por outro lado nos trás um sentimento de esperança de que a ordem democrática na Venezuela possa ser retomada. E isso faria com que a economia crescesse e a Venezuela pudesse voltar a ser aquele país que nós brasileiros conhecíamos, um país rico e com uma cultura forte, com turismo forte”, disse. Arthur também analisou o cenário político no país vizinho. “Tivemos 27 anos de Hugo Chaves e Nicolás Maduro, são governos que perseguem as pessoas, que maltratam a sua população ao ponto de elas deixarem sua terra natal. Isso não é democracia. A gente também sabe da questão do tráfico de drogas, existem estudos internacionais que mostram que o regime venezuelano tem redes de tráfico de drogas. Vimos chefes da Inteligência da Venezuela, admitindo em tribunais internacionais que faziam parte de esquemas de tráfico de drogas”, finalizou.

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Brasil e Mundo

Vice venezuelana confirma sequestro de Nicolás Maduro e primeira-dama e exige ‘prova de vida imediata’

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou que o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores é desconhecido, após os ataques dos Estados Unidos ao país latinoamericano na madrugada deste sábado (3). “Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores”, disse Rodríguez, em um áudio exibido pela TV estatal. Mais cedo, o presidente estadunidense Donald Trump informou a captura de Maduro em uma rede social. “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, escreveu. Mais cedo, a Venezuela divulgou um comunicado oficial no qual rejeita “a grave agressão militar perpetrada pelo atual governo dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelana”, após relatos de explosões na capital, Caracas, e em outras três regiões. Segundo a nota do governo venezuelano, os ataques atingiram “localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira”. “Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente dos seus artigos 1.º e 2.º, que estabelecem o respeito pela soberania, a igualdade jurídica dos Estados e a proibição do uso da força”. De acordo com o governo venezuelano, os ataques afetaram bases militares, diferentes cidades, a sede do poder legislativo, aeroportos e a estrutura elétrica do país. O governo venezuelano afirmou, em nota, que “tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais, especificamente na América Latina e no Caribe, e coloca em sério risco a vida de milhões de pessoas”. De acordo com o governo venezuelano, a ofensiva teria como objetivo a apropriação de recursos estratégicos do país. “O objetivo deste ataque não é outro senão confiscar os recursos estratégicos da Venezuela, especialmente o seu petróleo e minerais, tentando quebrar pela força a independência política da Nação”, diz o texto. Texto: O Brasil de Fato

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Tensão na Fronteira: Denarium diz que órgãos de segurança estão preparados

O governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), disse temer que a crise na Venezuela gere uma nova onda de refugiados venezuelanos no estado e sugeriu ao governo federal o fechamento temporário da fronteira com o país. O receio ocorre diante da invasão dos Estados Unidos na Venezuela, neste sábado, com a captura do líder chavista, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cilia Flores. — Eu dei uma sugestão de que temporariamente se feche a fronteira para evitar uma entrada em massa de venezuelanos no Brasil. É provisório, até que se tenha uma definição do quadro do conflito — afirmou. A sugestão foi feita aos ministros da Defesa, José Múcio, da Casa Civil, Rui Costa, e de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, com quem o governador conversou neste sábado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocou uma reunião neste sábado com os ministros no Itamaraty. Denarium afirmou que aguarda o fim da reunião para saber quais foram as definições do governo federal. A fronteira entre Brasil e Venezuela amanheceu fechada neste sábado, no trecho de Pacaraima, em Roraima. Segundo interlocutores da área militar do governo brasileiro, a interrupção da passagem ocorreu do lado venezuelano, após o ataque de grande escala anunciado pelos Estados Unidos contra o país vizinho. Da parte do Brasil, “as fronteiras estão operando dentro da normalidade”, disse um militar de alta patente ao GLOBO. Denarium pontuou que por parte do estado, as forças de segurança estão atuando dentro da normalidade, sem alteração. O governador estima que no ápice da crise migratória em Roraima, em 2020, o estado chegou a receber por dia de 1,5 mil a 2 mil venezuelanos. Atualmente, há uma população estimada de 186 mil venezuelanos vivendo em Roraima, cerca de 20% da da população do estado. Diariamente, entram em Roraima de 300 a 500 cidadãos da Venezuela. O receio, segundo o governador, é que com o cenário de instabilidade, o estado volte ao patamar de 2020, com 2 mil refugiados por dia. — Temos um grande impacto causado pela migração. O estado presta auxílio, porque é uma população pobre que chega no Brasil só com uma mochila. É uma crise humanitária muito grande — disse.

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Estados Unidos atacam Venezuela e tiram Maduro do país

Os Estados Unidos atacaram Caracas, capital da Venezuela, e outras cidades, na madrugada deste sábado. A informação foi confirmada pelo presidente americano, Donald Trump, numa rede social. No comunicado, Trump diz que Nicolas Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do país. Explosões em Caracas Detonações e sobrevoo de aviões foram ouvidos na cidade. Fortes explosões e ruídos semelhantes aos de aviões foram ouvidos nas primeiras horas deste sábado (03/01) em Caracas, segundo relatos de jornalistas na capital venezuelana. Imagens não verificadas compartilhadas nas redes sociais mostram grandes incêndios com colunas de fumaça, embora não seja possível determinar a localização exata das explosões, que parecem ter ocorrido no sul e leste da capital. As primeiras explosões foram ouvidas em torno das 02h00, seguida de outra às 02h38, enquanto aeronaves continuavam sobrevoando a cidade. Com informações de UOL

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