22 de julho de 2026 05:17

julho 13, 2026

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No dia em que tomaria posse como governador, Arthur Henrique lamenta impasse do STF

Arthur Henrique (PL), governador eleito de Roraima na eleição suplementar, usou as redes sociais para lamentar que a posse, marcada inicialmente para essa segunda, 13, não ocorreu por causa do Superior Tribunal de Justiça (STF) que está em recesso.  Ele afirmou que segue como pré-candidato ao Governo de Roraima na eleição de outubro e que não existe motivo para desânimo. “Hoje seria o dia que Roraima voltaria a ter um governador eleito pelo povo, mas infelizmente a vontade da população não está sendo ouvida, disse Arthur.  Segundo ele, o povo decidiu e a a Justiça não é por isso a data da diplomação segue suspensa. “Isso me anima ainda mais a lutar pelo nosso estado. Quero dizer para vocês que a luta segue fime”, enfatizou.  Veja o vídeo: 

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Prefeitura revitalizou mais de 460 vias em 52 bairros de Boa Vista

Para melhorar a mobilidade urbana e a segurança viária, a prefeitura tem intensificado diversas obras na capital. Desde janeiro, foram revitalizadas 462 vias em 52 bairros por meio da operação Tapa Buraco, além de percorrer mais de 60.000 metros de ruas e avenidas com equipes responsáveis pela pintura da sinalização horizontal. As avenidas general Sampaio, Consolação de Matos e Venezuela, além das ruas Raimundo Alves Soares, Teodorico da Cruz e Waldemar Coelho de Aguiar, foram algumas das vias contempladas com o serviço de tapa-buracos. Ao todo, a área asfaltada corresponde a 56,88 km. Em relação ao serviço de sinalização horizontal, algumas vias atendidas foram Ville Roy, Glaycon de Paiva, Via das Flores, São Sebastião, Mário Homem de Melo e Joca Farias, além da Vila Olímpica Roberto Marinho. Vale destacar que os serviços de tapa-buracos e sinalização horizontal ocorrem durante todo o ano. “Nosso trabalho é intenso, pois a preocupação da prefeitura é cuidar das pessoas, garantir a segurança no trânsito em toda a cidade. Por isso, nossas equipes estão sempre nas ruas, em diferentes horários e turnos”, afirmou o prefeito Marcelo Zeitoune. Ouvindo as pessoas – Os serviços ocorrem conforme mapeamento feito pela Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana (SEMOB). Também são consideradas as demandas que chegam por meio da Central 156, que funciona 24 horas por dia. A partir das solicitações da população, a secretaria avalia as condições das vias e organiza o cronograma de intervenções, priorizando os locais com maior tráfego de veículos, maior urgência e maior número de pedidos.

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O combate às invasões irregulares não é escolha: é dever do poder público

O debate sobre ocupações irregulares costuma despertar diferentes opiniões, principalmente quando envolve famílias em busca de moradia. É um tema sensível, que precisa ser tratado com responsabilidade e sem transformar a necessidade social em justificativa para o descumprimento da lei. Mas existe um ponto que precisa ser esclarecido: independentemente de a área ser pública, privada ou ambientalmente protegida, o poder público tem a obrigação de agir quando identifica um parcelamento irregular do solo. A omissão do Estado diante dessas situações poderia permitir o surgimento de bairros sem planejamento, sem rede de água, esgoto, drenagem, energia, transporte e outros serviços essenciais. No fim, quem mais sofre são justamente as pessoas que, muitas vezes, acreditaram em promessas de lotes ou moradias que nunca poderiam ser regularizados. Em Boa Vista, esse entendimento foi reforçado em 2023, após uma reunião conduzida pelo Ministério Público de Roraima com a participação da EMHUR, SEMMA, Guarda Civil Municipal, Polícia Militar e Polícia Civil. O encontro estabeleceu uma atuação conjunta para combater invasões e parcelamentos clandestinos, deixando claro que a fiscalização deve ocorrer em qualquer tipo de área. A questão central não é simplesmente retirar pessoas de um local. O problema está em impedir que áreas sejam loteadas ilegalmente, que pessoas sejam enganadas e que novos problemas urbanos sejam criados. Um terreno ocupado hoje sem qualquer planejamento pode representar, amanhã, uma comunidade inteira sem estrutura e com dificuldades de regularização. A ação realizada nesta semana, em uma área particular próxima ao bairro João de Barro, demonstra esse caráter preventivo. Cerca de 400 pessoas deixaram o local de forma pacífica após orientação dos órgãos municipais. A fiscalização identificou demarcação de lotes e estruturas provisórias, situação que poderia evoluir para um parcelamento irregular. É importante também diferenciar direito à moradia de ocupação irregular. Garantir moradia digna é uma responsabilidade do poder público, mas isso deve ocorrer dentro de políticas habitacionais planejadas e legalizadas, não por meio de áreas tomadas sem infraestrutura e sem autorização. O combate às invasões não pode ser tratado como uma ação contra pessoas. Trata-se de uma medida de proteção da própria população, do planejamento da cidade e do cumprimento da legislação. Quando o poder público fiscaliza e impede o crescimento desordenado, ele não está apenas cumprindo uma obrigação legal. Está evitando que um problema maior seja criado no futuro.

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Roraima é o estado com a passagem aérea mais cara do Brasil, e também a que mais subiu em 2025, com alta de 40%

As tarifas aéreas domésticas apresentaram comportamentos bastante distintos entre os estados brasileiros em 2025, segundo dados do Anuário do Transporte Aéreo da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), divulgado nesta semana. Enquanto algumas unidades da federação registraram reduções expressivas no preço médio das passagens, outras tiveram aumentos significativos, especialmente na Região Norte. O levantamento mostra que a maior alta da tarifa aérea média ocorreu em Roraima, onde o valor subiu 40% em relação a 2024. Também se destacaram os aumentos registrados no Amapá (18,7%), Amazonas (16,2%), Tocantins (9,8%) e Pará (7,6%), evidenciando um movimento concentrado na Região Norte, mais afastadas dos grandes centros e com menor população, logo gerando demanda menor. Na direção oposta, as maiores reduções foram verificadas no Sul do país. O Rio Grande do Sul apresentou queda de 15,7% na tarifa média, que pode mostrar ainda impactos das devastadoras enchentes do ano anterior, seguido por Santa Catarina (-14,3%). Também houve recuos relevantes no Espírito Santo (-11,5%) e no Distrito Federal (-11,0%). Em valores absolutos, Roraima manteve a tarifa aérea média mais elevada do país, alcançando R$ 1.401 por passageiro. Na sequência aparecem Rondônia (R$ 1.277), Acre (R$ 1.153) e Amazonas (R$ 961), todos estados da Região Norte. Já as menores tarifas médias foram registradas no Espírito Santo, com R$ 530, em Santa Catarina (R$ 559), Distrito Federal (R$ 571), Rio de Janeiro (R$ 576), Minas Gerais (R$ 586) e São Paulo (R$ 588). Os dados também mostram diferenças importantes quando se analisa o yield doméstico real, indicador que representa a receita obtida por passageiro a cada quilômetro transportado. Nesse quesito, Minas Gerais liderou o ranking nacional, com R$ 0,679 por quilômetro voado, seguido por Tocantins (R$ 0,585), Espírito Santo (R$ 0,575), Rio de Janeiro (R$ 0,562), Amapá (R$ 0,563), Mato Grosso do Sul (R$ 0,559), Paraná (R$ 0,556), Rondônia (R$ 0,555), Goiás (R$ 0,550) e Bahia (R$ 0,544). Na outra ponta, Pernambuco apresentou o menor yield do país, de R$ 0,383 por quilômetro voado. Também figuram entre os menores valores Paraíba e Ceará, ambos com R$ 0,397, Rio Grande do Norte (R$ 0,407), Maranhão (R$ 0,432), Amazonas (R$ 0,438), Acre e Pará (R$ 0,444) e Rio Grande do Sul (R$ 0,446). Em relação à variação anual do yield, Roraima novamente registrou o maior crescimento, com alta de 30,8%. Também apresentaram avanços expressivos Amazonas (+11,1%), Tocantins (+9,7%), Acre (+8,3%) e Amapá (+6,0%). As maiores reduções foram observadas no Rio Grande do Sul (-16,3%), Santa Catarina (-10,0%), Distrito Federal (-9,5%), Espírito Santo (-9,6%), Pernambuco (-8,8%) e Goiás (-8,3%). Os dados do anuário reforçam que, embora a tarifa aérea média nacional tenha recuado em 2025, a evolução dos preços foi bastante heterogênea entre os estados brasileiros. Enquanto parte do Sul, Sudeste e Centro-Oeste registrou redução nas tarifas, diversos estados da Região Norte seguiram na direção oposta, concentrando tanto os maiores aumentos percentuais quanto os maiores valores médios das passagens domésticas do país. Por Mateus Santana

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Aumento de invasões acende alerta em Boa Vista durante ano eleitoral

Em anos eleitorais, Boa Vista costuma registrar um aumento nas tentativas de ocupação irregular de áreas públicas e privadas. O que muitas vezes é apresentado como solução para o problema da moradia acaba gerando uma série de consequências, como conflitos fundiários, degradação ambiental, prejuízos ao poder público e riscos para as próprias famílias envolvidas. No último sábado (11), a Polícia Militar atendeu uma ocorrência de invasão em um terreno localizado no bairro Cidade Satélite. A ação contou com o apoio da Empresa de Desenvolvimento Urbano e Habitacional (Emhur), que informou que a área estava sendo ocupada sem autorização. Dois homens apontados pela PM como lideranças do grupo foram conduzidos à delegacia. A desocupação não foi realizada, pois essa medida depende de decisão judicial. Dias antes, outro caso chamou a atenção: uma casa foi construída dentro de uma Área de Preservação Permanente (APP), às margens de um lago, sem qualquer licença. No local, também foi identificada uma ligação clandestina de energia elétrica, além de outras construções irregulares. Além de desrespeitarem a legislação, as invasões provocam danos ao meio ambiente, comprometem áreas de preservação, dificultam o planejamento urbano e geram custos para toda a população, que posteriormente precisa arcar com investimentos em infraestrutura e serviços públicos em locais ocupados de forma ilegal. As autoridades alertam que pessoas que organizam, lideram ou incentivam invasões também podem ser investigadas e responsabilizadas, de acordo com a participação de cada uma nos fatos. Dependendo das circunstâncias, elas podem responder por crimes como esbulho possessório, parcelamento irregular do solo, crimes ambientais, associação criminosa, dano ao patrimônio e outras infrações previstas em lei. O combate às ocupações irregulares exige fiscalização permanente e atuação rápida dos órgãos competentes para impedir novas invasões, proteger o meio ambiente e garantir o cumprimento da legislação.

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Famílias relatam prejuízos após mudanças no Teamarr e cobram continuidade dos atendimentos

Pais e responsáveis por crianças e adolescentes atendidos pelo Teamarr demonstram preocupação com a continuidade dos serviços prestados pela unidade. A situação ganhou novos contornos após a sede ter sido assumida, na semana passada, pela atual gestão da Assembleia Legislativa, que retirou a deputada Ângela Águida da administração. Até o momento, a parlamentar ainda não se manifestou sobre o conflito envolvendo o Teamarr. Segundo relatos recebidos pela reportagem, durante uma reunião foi informado que os atendimentos poderão ser prejudicados em razão de dificuldades relacionadas ao acesso às informações cadastrais dos pacientes. No entanto, familiares contestam essa justificativa. Eles afirmam que a unidade nunca utilizou um sistema informatizado para armazenar os prontuários e que todo o histórico dos pacientes sempre foi mantido em fichas físicas, arquivadas no próprio Teamarr. De acordo com esses relatos, os prontuários contêm informações completas, como dados cadastrais, endereço, fotografia, histórico de atendimentos, avaliações e laudos emitidos pelos profissionais. As famílias questionam, portanto, a necessidade de um novo recadastramento, argumentando que toda a documentação necessária já estaria disponível. Os pais também manifestam preocupação de que o processo possa interromper ou atrasar tratamentos que, em muitos casos, são realizados há anos. Eles afirmam que crianças e adolescentes com transtornos do neurodesenvolvimento dependem da continuidade do acompanhamento multiprofissional e temem que mudanças administrativas afetem diretamente esse atendimento. Algumas famílias ouvidas pela reportagem avaliam que as decisões estariam sendo influenciadas por interesses políticos, o que estaria comprometendo a prioridade que deveria ser dada ao atendimento dos pacientes. As famílias pedem transparência por parte da administração e esclarecimentos sobre os motivos do recadastramento, bem como sobre as medidas que serão adotadas para garantir que nenhum paciente tenha seu tratamento interrompido.

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