21 de julho de 2026 22:54

Atirador que matou empresário baleado no pescoço era procurado por homicídio em Roraima

Uilson dos Santos Martins, de 38 anos, que matou a tiros o empresário Vagnel Santana da Silva, de 52 anos, era procurado por outro crime de homicídio, registrado no estado de Roraima. Uilson foi preso na tarde desta segunda-feira (20) após a morte de Vagnel na região do Parque Estadual Igarapés do Juruena, em Cotriguaçu (940 km de Cuiabá). Uilson estava de moto no momento do crime e, na garupa da motocicleta, estava sua companheira, uma mulher identificada como Devanir de Almeida Silva, que foi baleada enquanto Uilson tentava fugir e morreu.

Conforme informações, Uilson tem um mandado de prisão em seu desfavor desde o ano de 2021 pelo crime de homicídio. Os detalhes do crime não foram revelados e, agora, além do homicídio no estado de Roraima, Uilson terá que responder pela morte de Vagnel, que chegou a ser socorrido com vida, mas morreu no caminho devido aos ferimentos no pescoço e no abdômen.

Conforme já informado pela reportagem do Olhar Direto, os policiais encontraram Vagnel sendo socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). No local também estava o irmão da vítima, que entregou aos policiais uma espingarda calibre .22 que estaria em posse do suspeito no momento do ataque, mas que caiu na fuga. Além disso, o irmão de Vagnel disse que o suspeito estava armado com um revólver calibre .38, usado para matar seu irmão.

Os policiais saíram na caçada a Uilson e o localizaram caído ao lado do corpo da esposa, que foi baleada diversas vezes na região das costas. Uilson, que foi baleado na região do ombro, confessou o crime e foi levado pelas autoridades para receber atendimento médico dentro do Núcleo da Polícia Militar (NPM) de Cotriguaçu devido à comoção social gerada após a morte de Vagnel, conhecido no município como um grande empresário do ramo madeireiro.

Não há informações até o momento sobre quem pode ter sido o atirador que matou a esposa de Uilson, e o criminoso revelou aos policiais que não sabia quem poderia ter sido. O caso é investigado.

Por Igor Guilherme