25 de outubro de 2026 10:32

outubro 1, 2026

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Jogo sujo: acusações e os limites da disputa política em Roraima

Candidato Nicoletti virou alvo da esquerda nos últimos dias nas redes sociais A disputa política em Roraima parece ter chegado a um nível preocupante. Em meio à corrida eleitoral, surgiram acusações de que pessoas ligadas à oposição estariam oferecendo dinheiro a ex-colaboradores do antigo PSL e de partidos da esquerda para produzir vídeos contra o candidato ao Senado Nicoletti (PL). Uma das publicações relacionadas ao episódio, feita pelo perfil do candidato ao Governo de Roraima, Faradilson Mesquita (Solidariedade), acabou sendo removida por determinação da Justiça Eleitoral. Na publicação, o alvo das acusações era Nicoletti. Segundo um ex-colaborador, algumas pessoas teriam sido procuradas para gravar vídeos fazendo acusações contra o candidato, incluindo alegações de assédio moral e outros supostos crimes. Ainda de acordo com essa pessoa, ela própria teria recusado a proposta e decidido revelar o que teria acontecido. O relato também afirma que outras pessoas teriam aceitado a oferta. A política de Roraima não deveria ser transformada em uma guerra de ataques pessoais. O eleitor merece conhecer propostas, posições e fatos comprovados — e não ser colocado diante de acusações cuja origem e veracidade ainda precisam ser esclarecidas. Veja o vídeo:

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Planilhas apreendidas pela PF indicam quanto Jalser pagaria por voto em Roraima

Documentos apreendidos pela Polícia Federal e analisados no âmbito da Operação Lemming apontam que o candidato a deputado estadual Jalser Renier (PSDB) teria previsto o pagamento de valores a eleitores em diferentes regiões de Roraima. Segundo as investigações, os valores nas planilhas somam R$ 4.228.100 e estão relacionados a mais de 12 mil pessoas. Considerando a divisão do montante total pelo número de registros, o valor médio previsto seria de aproximadamente R$ 347 por eleitor. De acordo com a análise das planilhas divulgada pelo Portal Metrópoles, os registros apontam pagamentos individuais que variavam entre R$ 200 e R$ 500, identificados pela rubrica “BU”, ou seja, Boca de Urna. Os documentos apresentariam nomes de pessoas apontadas como lideranças ou coordenadores, localidades, quantidade de eleitores e valores correspondentes. O cálculo de aproximadamente R$ 347 é apenas uma média aritmética entre o total registrado nas planilhas e os 12.175 registros. Ele não significa que cada eleitor receberia exatamente esse valor. A Operação Lemming também cumpriu seis mandados de busca e apreensão em Roraima. Entre os alvos está Itelvina da Costa Padilha, mãe do candidato. A Justiça determinou ainda restrições de contato entre investigados e bloqueios financeiros.

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Jalser é encaminhado à Penitenciária Agrícola de Monte Cristo

A Polícia Federal encaminhou o ex-presidente da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) e candidato a deputado estadual nas Eleições 2026, Jalser Renier (PSDB), à Penitenciária Agrícola de Monte Cristo (Pamc).  O político foi preso na manhã desta quinta-feira, 1º, durante a Operação Limming, que investiga possível prática de corrupção eleitoral e associação criminosa. A PF também cumpriu seis mandados de busca e apreensão. A mãe dele foi um dos alvos. Esta é a segunda vez que o ex-parlamentar é preso por suspeita de crimes eleitorais no intervalo de uma semana. A primeira aconteceu durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão da Operação Filargíria no dia 24 de setembro.  Na ocasião, a Polícia Federal encontrou lista com nomes de pessoas e R$ 19 mil em espécie. Ele chegou a passar a noite na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo, mas foi liberado após audiência de custódia e pagamento de fiança. Desdobamento A operação deflagrada nesta quinta-feira é um desdobramento da prisão em flagrante do candidato ocorrida na semana passada, quando a Polícia Federal apreendeu documentos que passaram por análise da equipe investigativa. Além da prisão de Jalser e o cumprimento de mandados de busca e apreensão, a Justiça Eleitoral determinou o bloqueio de bens e valores de até R$ 4,2 milhões. As medidas têm por finalidade preservar provas, impedir interferências na investigação e evitar a continuidade das condutas sob apuração. Com informações do Roraima em Tempo

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Opinião

Mãe de Jalser é alvo de operação da PF. Jalser vai dizer que é perseguição

A vida pública de Jalser Renier volta, mais uma vez, a ser cercada por uma operação da Polícia Federal. Nesta quinta-feira (1º), a PF cumpriu seis mandados de busca e apreensão para investigar suspeitas de corrupção eleitoral e associação criminosa envolvendo pessoas ligadas à sua campanha. A ação, autorizada pela Justiça Eleitoral, é um desdobramento da investigação que levou à prisão em flagrante do candidato na semana passada. E diante de mais um episódio como esse, uma pergunta precisa ser feita pela sociedade: será que a Polícia Federal está sempre errada e Jalser está sempre certo? Toda vez que a polícia bate à porta, é perseguição? Toda investigação é uma conspiração? Toda apreensão é uma tentativa de prejudicar uma candidatura? Em um estado onde tantas pessoas se apresentam como defensoras da moralidade, da família, da ordem, do combate à corrupção e dos valores conservadores, qual é o limite da coerência? Porque combater a corrupção não pode ser apenas um discurso usado contra o adversário.

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PF mira mãe do candidato Jalser Renier em operação que apura R$ 4 mi para suposta compra de votos

A Polícia Federal (PF) cumpre, nesta quinta-feira (1º), seis mandados de busca e apreensão para investigar o envolvimento de cabos eleitorais do candidato a deputado estadual Jalser Renier (PSDB) com crime como corrupção eleitoral e associação criminosa. As ordens foram autorizadas pela Justiça Eleitoral. A Folha BV apurou que, dos alvos, está a mãe do ex-deputado, Itelvina da Costa Padilha. A reportagem também apurou que Operação Lemming é um desdobramento da prisão em flagrante de Jalser, ocorrida na semana passada. Ele foi solto após pagar uma fiança de R$ 20 mil. O candidato não é alvo da ação de hoje. A partir da apreensão de itens como celulares, documentos e R$ 19 mil em dinheiro vivo, os investigadores descobriram um possível plano para a campanha comprar 12 mil eleitores com um investimento de cerca de R$ 4 milhões. A Justiça Eleitoral também determinou a aplicação de medidas cautelares diversas da prisão para os investigados, como a proibição de contato entre eles, a proibição de sacar dinheiro em espécie e o o bloqueio de bens e valores até o limite de R$ 4.228.100,00. As medidas têm por finalidade preservar provas, impedir interferências na investigação e evitar a continuidade das condutas sob apuração. A reportagem entrou em contato com a assessoria da campanha e aguarda retorno. Com informações da FolhaBV

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