25 de outubro de 2026 17:44

setembro 28, 2026

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Representatividade feminina na política coloca saúde pública em evidência no cenário político

A candidatura de Maceli Carvalho (Republicanos), destaca a presença de uma profissional da saúde na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa A participação das mulheres na política tem ganhado espaço no debate sobre representatividade e formulação de políticas públicas. Em Roraima, esse debate também aparece associado à saúde, uma das áreas que mais impactam diretamente a vida da população e que enfrenta desafios específicos nos municípios do interior e na capital. Nesse cenário, a candidatura de Maceli para deputada estadual, apresenta como principal eixo de atuação a defesa da saúde pública e dos profissionais que trabalham diariamente nas unidades de atendimento. Ela busca levar para o debate político uma perspectiva baseada na experiência de quem conhece a rotina dos serviços, os desafios enfrentados pelos trabalhadores e as dificuldades encontradas pela população que depende do atendimento público. A proposta apresentada pela candidata parte de uma premissa: discutir saúde pública não significa falar apenas de hospitais, consultas ou medicamentos. Também envolve condições de trabalho, valorização profissional, estrutura das unidades, atendimento básico, acesso a exames, tratamento e a capacidade de cada município oferecer serviços de saúde de maneira adequada à sua população. A importância de conhecer a realidade de quem está na ponta Entre os pontos destacados pela candidatura está a necessidade de aproximar as decisões políticas da realidade enfrentada pelos profissionais que estão na linha de frente. São enfermeiros, técnicos de enfermagem, agentes comunitários, médicos, fisioterapeutas, servidores administrativos e outros trabalhadores que convivem diariamente com a falta de estrutura, a demanda elevada e as dificuldades enfrentadas pelos pacientes. Para Maceli, a discussão sobre melhorias no sistema precisa considerar também quem está dentro das unidades de saúde e conhece, na prática, os gargalos que dificultam o atendimento. Essa experiência é apresentada pela candidata como um diferencial para discutir políticas públicas, especialmente porque problemas que parecem semelhantes podem ter dimensões diferentes de um município para outro. “Eu conheço a saúde não apenas pelos números ou pelos relatórios, mas pela realidade de quem está todos os dias dentro das unidades, atendendo, cuidando e enfrentando as dificuldades. Quero levar essa experiência para a política, para que as decisões sejam tomadas olhando para quem mais precisa e também para quem está na linha de frente”, finaliza Maceli Carvalho.

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OPINIÃO – O eleitor também precisa olhar para o passado, não?

A política de Roraima oferece, de tempos em tempos, um espetáculo a cada dois anos. Um estado onde boa parte do eleitorado defende várias pautas morais, também assiste à tentativa de retorno de personagens da política que carregam em sua trajetória episódios que deveriam, no mínimo, provocar uma reflexão mais cuidadosa antes do voto. Não se trata de dizer ao eleitor em quem votar. A escolha é individual e legítima. Mas é preciso ter memória política. Nos últimos anos, foram vistos episódios de cassações, investigações e decisões da Justiça Eleitoral envolvendo figuras que continuam presentes no debate público. Como explicar que alguém possa defender determinados valores morais, cobrar comportamento exemplar de adversários e, ao mesmo tempo, relativizar quando os mesmos princípios são colocados à prova diante de um candidato de sua preferência? Talvez a pergunta mais importante para esta eleição não seja apenas “quem é de direita?”, “quem é conservador?”, “quem fala mais alto?” ou “quem promete defender determinados valores?”. Talvez seja: qual é a história dessa pessoa quando ninguém estava pedindo o meu voto? Roraima não precisa de eleitores perfeitos. Precisa de eleitores atentos.

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Coordenador da DPE-RR cobrava ‘meta de convidados’ a servidores para reuniões políticas; veja prints

Mensagens de um grupo de WhatsApp mostram como o coordenador da comunicação da Defensoria Pública do Estado de Roraima (DPE-RR), Celton Ramos dos Santos, pressionava servidores para participarem de reuniões políticas.  Capturas de tela obtidas pela Rede Amazônica mostram a organização de um evento, onde o coordenador define uma meta de 100 convidados, orienta o cálculo de lanches e carros de aplicativo para o transporte das pessoas. Veja na imagem acima.  Em outra mensagem, ao ser informado por servidores que não poderiam comparecer, ele repreende a equipe e exige justificativas individuais: “O que houve? Estava tudo alinhado […] esses casos isolados preciso saber no meu PV [privado]”. Celton foi um dos três alvos da Operação Auctoritas, deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã deste sábado (26), que investiga um esquema de assédio eleitoral e apura possível compra de votos, onde a estrutura organizacional da DPE-RR era usada.  Em nota, a Defensoria informou que desconhece as práticas investigadas e que a direção do órgão não recebeu nenhuma denúncia oficial sobre o envolvimento de servidores. Disse ainda que está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos. O g1tenta contato com a defesa dos citados. A Justiça também autorizou buscas contra outras duas pessoas. São elas: Manoel Filho de Sousa Borer, que atuava nas ruas abordando eleitores para recolher documentos, e Ana Katia Magalhães de Souza, assessora especial na DPE-RR, que continuava a negociação de compra de votos presencialmente em Boa Vista.  A suspeita é de que a estrutura criminosa atuava para beneficiar um candidato a deputado estadual e um candidato à reeleição como deputado federal. Eles não foram alvos na operação.  Os mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Boa Vista e em Rorainópolis, região Sul do estado. Os alvos são investigados por coação eleitoral (uso do cargo para pressionar subordinados), corrupção eleitoral (compra de votos), ameaça e associação criminosa.  “Mandem a lista de convidados” Em um terceiro registro, logo após enviar um cartaz de divulgação de uma reunião política no grupo, o coordenador volta a cobrar a equipe por resultados rápidos, exigindo os nomes de quem iria comparecer à reunião política: “Pessoal, como estão os convites! Mandem a lista de confirmados!”. Como o esquema funcionava A estrutura usava funções públicas para constranger servidores e aliciar eleitores comuns. As ações eram divididas em três frentes:  Com informações do G1RR

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