10 de setembro de 2026 01:02

agosto 24, 2026

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Polícia Federal reforça canal para denúncias de crimes eleitorais em Roraima

A Polícia Federal está reforçando a divulgação de um canal para recebimento de denúncias relacionadas a possíveis crimes eleitorais em Roraima. Por meio do número (95) 3621-4747, a população pode encaminhar mensagens, fotos e vídeos que possam contribuir para a apuração de irregularidades durante o período eleitoral. Segundo a divulgação, o canal permite o envio de informações de forma anônima, com garantia de sigilo da identidade do denunciante. A iniciativa busca ampliar a participação da população na fiscalização do processo eleitoral e facilitar o encaminhamento de informações às autoridades competentes. A orientação é que os cidadãos enviem, sempre que possível, registros e informações que auxiliem na identificação e apuração de eventuais crimes eleitorais.

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Prefeitura inicia entrega de kits da 4ª Corrida Maria da Penha nesta quinta-feira, 27

Os materiais podem ser retirados até a sexta-feira, 28, das 8h às 18h A Prefeitura de Boa Vista inicia nesta quinta-feira, 27, a entrega dos kits da 4ª Corrida Maria da Penha, que acontece no sábado, 29, às 17h30. A retirada deve ser feita até sexta-feira, 28, das 8h às 18h, no auditório da Secretaria Municipal de Segurança e Ordem Pública (SMSOP), localizada na avenida Capitão Júlio Bezerra, 1481, bairro 31 de Março. O kit é composto por camiseta, número de peito e medalha, que será entregue após a prova. Para a retirada, o participante deve apresentar documento oficial com foto. A prova será disputada nos percursos de 2,5 km e 5 km, nas categorias geral, servidor municipal, idoso (60+) e pessoa com deficiência (PCD). Em sua 4ª edição, a Corrida Patrulha Maria da Penha visa incentivar a prática de atividade física, promover a conscientização sobre o combate à violência contra a mulher e fomentar a inclusão social por meio do esporte. A prefeitura reforça que os kits não serão entregues no dia da prova nem após o evento.

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Senajus acompanha Operação Acolhida e atendimento a refugiados em missão em Roraima

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Secretaria Nacional de Justiça (Senajus), participou, nesta semana, de missão institucional em Roraima para acompanhar o funcionamento da Operação Acolhida e conhecer as estruturas de recepção, identificação, triagem, acolhimento e proteção destinadas a migrantes e refugiados no estado. Realizada em Boa Vista e Pacaraima, a agenda incluiu visitas técnicas ao Posto de Triagem, à Base Ayrton Senna, ao Centro de Controle de Interiorização, ao Centro de Educação e Capacitação, a unidades de acolhimento e às estruturas instaladas na região de fronteira entre Brasil e Venezuela, no município de Pacaraima. A missão reuniu representantes do Governo Federal e de organismos internacionais que atuam na resposta humanitária em Roraima. A comitiva contou com a secretária nacional de Justiça e presidente do Comitê Nacional para os Refugiados (Conare), Maria Rosa Loula, e com o diretor de Migrações da Senajus, Victor Semple. A programação também teve a participação da ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Janine Mello, e de representantes do Ministério da Defesa, do Ministério do Trabalho e Emprego, da Agência da ONU para Refugiados (Acnur) e da Organização Internacional para as Migrações (OIM). Em Boa Vista, a agenda permitiu acompanhar diferentes etapas do atendimento realizado pela Operação Acolhida, da chegada e da triagem às estruturas de acolhimento e de proteção. A equipe da Senajus também realizou visitas às superintendências da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) no estado. Proteção a indígenas refugiados Em Pacaraima, a missão incluiu a entrega de certidões de reconhecimento da condição de refugiado a indígenas venezuelanos. O ato, realizado na Base Sargento Braz, marcou uma etapa do trabalho desenvolvido pelo Conare para ampliar o acesso à proteção internacional entre comunidades indígenas que vivem na região. Foram representadas na cerimônia as comunidades Bananal, Sakau Mota, Sorocaima I e Ta’rau Paru. Entre as pessoas que receberam o documento estava uma menina indígena de 10 anos, cujo reconhecimento da condição de refugiada passa a ser formalizado pelo Estado brasileiro. Para Maria Rosa Guimarães Loula, a iniciativa evidencia a maturidade alcançada pela resposta do Estado brasileiro ao maior movimento migratório da história recente da América Latina. “A Operação Acolhida não é apenas uma política humanitária emergencial, trata-se de uma estratégia que articula recepção, documentação, proteção e integração local como solução duradoura. Os números atestam o sucesso desse trabalho: mais de 157 mil refugiados e migrantes foram interiorizados para mais de 1.100 municípios brasileiros”, afirmou. A secretária destacou também que, segundo os dados disponíveis, 77% das famílias interiorizadas conseguiram emprego poucas semanas após a chegada ao município de destino, demonstrando a capacidade da Operação Acolhida de combinar proteção humanitária em larga escala e efetiva integração digna das pessoas migrantes. Atendimento nos territórios A entrega das certidões é resultado de uma iniciativa desenvolvida pelo Conare para levar o procedimento de refúgio a populações indígenas que enfrentam obstáculos específicos para acessar os serviços públicos. Entre as principais dificuldades estão a ausência de documentação do País de origem, barreiras linguísticas, limitações de deslocamento e de acesso à internet, além de especificidades culturais e comunitárias. Em maio deste ano, uma missão da Coordenação-Geral do Conare percorreu Boa Vista, Cantá e comunidades indígenas de Pacaraima para realizar entrevistas de elegibilidade diretamente nos territórios. Mais de cem pessoas das etnias Warao, Kariña, Jivi e Taurepang foram entrevistadas durante a ação. A atuação integra uma estratégia permanente do Comitê. Desde 2020, foram realizadas 11 missões voltadas ao atendimento de indígenas venezuelanos, com 400 entrevistas de elegibilidade e 869 reconhecimentos da condição de refugiado, considerando também extensões familiares e procedimentos simplificados. O Conare, órgão colegiado presidido pela Secretaria Nacional de Justiça, é responsável pelo reconhecimento da condição de refugiado no Brasil. À Coordenação-Geral do Comitê cabe realizar a instrução técnica dos processos e as entrevistas de elegibilidade que subsidiam as decisões do colegiado.

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Governo e Assembleia recorrem ao STF para tentar barrar candidatura de Jalser

O caso que começou com o sequestro e a tortura de um jornalista em outubro de 2020 chega a 2026 novamente ao centro da disputa política de Roraima. Recursos apresentados pelo Governo de Roraima e pela Assembleia Legislativa contestam decisão liminar de Nunes Marques que suspendeu os efeitos eleitorais da cassação de Jalser. Ex-deputado perdeu o mandato em 2022 após processo por quebra de decoro relacionado às acusações de envolvimento no sequestro e tortura do jornalista Romano dos Anjos. O futuro eleitoral do ex-deputado estadual Jalser Renier voltou a ser discutido no Supremo Tribunal Federal (STF). O Governo de Roraima, por meio da Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RR), e a Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR) recorreram contra a decisão do ministro Nunes Marques que, em 5 de agosto deste ano, suspendeu liminarmente os efeitos eleitorais da cassação de Jalser e abriu caminho para que ele dispute as eleições de 2026. A Assembleia protocolou seu recurso em 18 de agosto, enquanto o Governo apresentou sua manifestação dois dias depois. Entre os pedidos estão a suspensão imediata da decisão que autorizou a candidatura e a reconsideração do entendimento do ministro. A ALE-RR também questiona o fato de o STF ter analisado o pedido enquanto ainda havia discussão relacionada ao processo no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O Governo, por sua vez, argumenta que a manutenção da candidatura por meio de uma decisão liminar pode gerar insegurança jurídica, principalmente porque Jalser disputa uma vaga de deputado estadual e a eleição para a Assembleia segue o sistema proporcional. Uma eventual alteração da situação jurídica do candidato depois da votação poderia, segundo a PGE-RR, afetar o cálculo dos votos, a distribuição das cadeiras e a própria composição do Legislativo estadual. A disputa atual é consequência de um processo que começou há quase seis anos e que colocou Jalser no centro de um dos episódios mais graves da política e da imprensa de Roraima: o sequestro e a tortura do jornalista Romano dos Anjos. O sequestro de Romano dos Anjos Na noite de 26 de outubro de 2020, Romano dos Anjos, então apresentador da TV Imperial, afiliada da Record em Roraima, estava em sua residência, em Boa Vista, quando homens armados invadiram o imóvel. Segundo relatos reunidos durante a investigação, o jornalista foi retirado de casa, amarrado e levado pelos criminosos. Sua esposa, Nattacha Vasconcelos, ficou amarrada na residência. O carro utilizado por Romano foi posteriormente encontrado queimado. Romano foi levado para uma área rural na região do Bom Intento. O jornalista relatou ter sido agredido e torturado. Depois, foi abandonado no local com mãos e pés amarrados com fita adesiva. Ele conseguiu se soltar e permaneceu durante horas na região até ser encontrado na manhã seguinte. As consequências físicas foram graves. Romano foi encontrado com hematomas, fratura no braço esquerdo e luxação no pé direito, segundo informações divulgadas à época pela organização Repórteres Sem Fronteiras. O crime ganhou ainda mais repercussão porque ocorreu contra um jornalista que vinha fazendo críticas públicas a políticos e denunciando supostas irregularidades. Investigações apontaram que as críticas feitas por Romano teriam sido uma das possíveis motivações para o ataque. As investigações chegaram a Jalser Inicialmente, o crime permaneceu sem suspeitos presos. A investigação avançou posteriormente e passou a apontar a participação de policiais militares e pessoas ligadas à estrutura de segurança de Jalser Renier. Em setembro de 2021, informações do inquérito da Polícia Civil divulgadas pelo Roraima em Tempo apontaram Jalser como suposto mandante do crime. Segundo a investigação, Romano teria se tornado uma espécie de “pedra no sapato” do então parlamentar em razão das críticas feitas em programas de rádio e televisão. O inquérito também reuniu elementos relacionados à atuação de policiais militares. Entre os nomes citados nas investigações estava um policial que trabalhava como segurança de Jalser e que, segundo os investigadores, teria utilizado o celular nas proximidades da residência de Romano nos dias anteriores ao crime. Em outubro de 2021, a chamada Operação Pulitzer 2, conduzida pelo Ministério Público de Roraima, Polícia Civil e Polícia Militar, cumpriu mandados de prisão e busca e apreensão. Jalser foi preso preventivamente sob suspeita de ter ordenado o sequestro. À época, cerca de 70 policiais e agentes do Gaeco participaram da operação. Jalser negou envolvimento no crime. A prisão e o processo na Assembleia A investigação criminal também provocou uma crise dentro da Assembleia Legislativa. Em 4 de outubro de 2021, os deputados estaduais votaram, por unanimidade entre os presentes, pela manutenção da prisão de Jalser. Foram 17 votos favoráveis e nenhum contrário. O relatório apresentado na ocasião citou os autos do Ministério Público e do Tribunal de Justiça de Roraima e apontou indícios de participação do parlamentar e de policiais militares no sequestro. Paralelamente à investigação criminal, a Assembleia instaurou um processo disciplinar contra Jalser por quebra de decoro parlamentar. A Comissão de Ética analisou os fatos e, em 22 de fevereiro de 2022, decidiu pela perda do mandato por três votos a um. O relatório mencionou o suposto envolvimento do deputado no caso Romano dos Anjos e também outros elementos apurados pela Corregedoria da Assembleia e pela Comissão de Constituição e Justiça. A defesa de Jalser, durante o processo, sustentou que não havia provas suficientes para justificar a cassação. A cassação histórica Seis dias depois, em 28 de fevereiro de 2022, a decisão chegou ao plenário da Assembleia Legislativa. Em uma sessão extraordinária, 18 deputados votaram pela cassação de Jalser Renier. Um parlamentar se absteve e outros não participaram da votação. Com isso, Jalser perdeu o mandato que ocupava havia quase três décadas. A cassação foi fundamentada em quebra de decoro parlamentar e conduta incompatível com o exercício do mandato. O episódio entrou para a história política de Roraima porque Jalser se tornou o primeiro deputado estadual do estado a perder o mandato por decisão dos próprios colegas de Parlamento. A perda do mandato também teve consequências eleitorais, impedindo Jalser de disputar eleições durante o período decorrente da cassação. A batalha judicial depois da cassação Depois de deixar a

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Influenciador preso teria roubado R$ 800 mil e 30 kg de ouro em Boa Vista, RR

O influenciador e streamer de jogos Ivan Luiz Bastos Guimarães, 33 anos, conhecido nas redes sociais como “Itz Ivan” (foto em destaque), foi preso na durante uma operação do Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR), em conjunto com a Polícia Civil de Roraima (PCRR). Ele é suspeito de integrar o grupo responsável pelo roubo de R$ 800 mil e 30 kg de ouro em Boa Vista (RR). Durante a ação policial, foram cumpridas medidas cautelares pessoais e patrimoniais, autorizadas pela Justiça. Ivan Luiz Guimarães passou por audiência de custódia nesse sábado (22/8), quando a prisão em flagrante foi convertida em preventiva. A coluna Na Mira tenta localizar a defesa do influenciador. O espaço permanece aberto para manifestações. Segundo as investigações, o influenciador seria o intermediador na venda de ouro e também, o responsável pela operação de lavagem de dinheiro do esquema. Garimpeiros levavam o minério até ele, que ficava encarregado de encontrar compradores e recebia comissões pelas negociações. Ainda de acordo com a Polícia Civil de Roraima, em 29 de março deste ano, Ivan Luiz teria articulado uma falsa abordagem policial para roubar tanto a carga de ouro de um garimpeiro quanto o dinheiro em espécie que seria entregue pelo comprador. A emboscada ocorreu no momento em que a negociação era realizada na casa do influenciador. Para simular a abordagem, o grupo teria utilizado uma viatura oficial descaracterizada, armas, distintivos e roupas semelhantes às usadas por policiais civis. Com informações do Metrópoles

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