22 de julho de 2026 00:00

julho 17, 2026

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Servidores do HGR denunciam corte de insalubridade e redução de pessoal

Servidores do Hospital Geral de Roraima (HGR) denunciam a redução do adicional de insalubridade e a diminuição do quadro de profissionais em setores considerados estratégicos da unidade. Segundo os relatos, técnicos em Radiologia tiveram o adicional de insalubridade reduzido de 40% para 20% após a emissão de um novo laudo técnico. Já auxiliares de Farmácia e outros servidores que recebiam 10% deixaram de receber o benefício. Os trabalhadores afirmam que continuam expostos diariamente a agentes biológicos, já que pacientes com doenças infectocontagiosas, como tuberculose e meningite, circulam por áreas como pronto atendimento, observação e salas de reanimação antes de serem encaminhados para leitos de isolamento. Além da mudança na insalubridade, os servidores denunciam a redução de aproximadamente 20% do efetivo da Radiologia, o que, segundo eles, tem aumentado a sobrecarga de trabalho. A categoria também reclama de salários defasados, falta de reajuste e perda de direitos. Os profissionais alegam que a Lei Complementar Estadual nº 053 garante o pagamento de adicional de insalubridade conforme o grau de exposição aos riscos e afirmam que todos os servidores da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) recebiam, no mínimo, 20% de insalubridade, situação que, segundo eles, não estaria sendo mantida no HGR. A Secretaria da Saúde informa que, os pedidos de adicional de insalubridade são analisados individualmente pela Secretaria de Gestão Estratégica e Administração, por meio da Comissão de Avaliação de Insalubridade, Periculosidade e Penosidade. À Sesau cabe apenas a tramitação dos processos. A Sesau também esclarece que não procede a alegação sobre uma suposta redução de 20% no efetivo de profissionais da Radiologia do Hospital Geral de Roraima Rubens de Souza Bento. A Segad informa que a CAIPP é composta por médico do trabalho, engenheiro de segurança do trabalho e técnicos de segurança do trabalho, responsáveis pela avaliação técnica dos ambientes laborais. A comissão realiza vistorias presenciais para verificar as condições do local e o grau de exposição dos servidores a agentes insalubres, conforme critérios técnicos e legais. No HGR foram executadas melhorias na estrutura física de alguns setores. Sempre que há alterações nas condições do ambiente de trabalho, é necessária uma nova avaliação técnica para verificar se permanecem as condições que justificam a concessão do adicional. A Segad ressalta que o adicional de insalubridade não possui caráter permanente, estando condicionado às condições efetivas do ambiente de trabalho. Assim, após reavaliação técnica, o benefício pode ser mantido, reduzido ou deixar de ser devido, conforme o laudo emitido pela comissão. A Secretaria reforça que todas as análises são realizadas com base em critérios técnicos, observando a legislação vigente e as condições reais de cada ambiente de trabalho.

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CHAME suspende atendimentos após exoneração de servidores dias depois de crise envolvendo a TEAMARR

O Centro Humanitário de Apoio à Mulher (CHAME), serviço voltado ao acolhimento de mulheres em situação de violência em Roraima, teve as atividades suspensas. O anúncio foi feito nesta quinta-feira, 17/7, pela deputada estadual Joilma Teodora, que também responde pela Secretaria Especial da Mulher da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR). Em comunicado divulgado nas redes sociais, a parlamentar informou que a paralisação ocorreu porque o programa deixou de contar com profissionais suficientes para manter o funcionamento. Segundo a nota, os servidores que atuavam no CHAME foram exonerados por decisão do presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jorge Éverton. A deputada afirma que, com a redução da equipe, tornou-se inviável garantir a continuidade dos atendimentos prestados pelo centro. “O programa deixou de contar com o número mínimo de profissionais necessários para continuar funcionando”, diz um trecho do comunicado. Ainda na publicação, Joilma Teodora lamenta os impactos da suspensão para as mulheres assistidas pelo CHAME e afirma esperar que a situação seja resolvida rapidamente para que o serviço volte a funcionar. A interrupção das atividades do CHAME acontece em um momento em que outros serviços ligados à Assembleia Legislativa também enfrentam questionamentos. Nos últimos dias, a TEAMARR (Centro de Acolhimento ao Autista) passou por mudanças administrativas que geraram apreensão entre familiares de pacientes. NOTA DE ESCLARECIMENTO ALE A Assembleia Legislativa de Roraima esclarece que não procede o comunicado divulgado pela deputada estadual Joilma Teodora sobre o suposto encerramento das atividades do CHAME (Centro Humanitário de Apoio à Mulher). A Presidência da Assembleia informa que a deputada não possui competência administrativa ou legal para determinar a suspensão, o encerramento ou a continuidade de programas institucionais do Poder Legislativo. Da mesma forma, não lhe cabe anunciar decisões dessa natureza em nome da Assembleia. Também não é verdadeira a informação de que todos os servidores do programa foram exonerados. O quadro funcional da Assembleia Legislativa permanece sendo administrado pela Presidência, observados os critérios legais e as necessidades da administração pública. Portanto, a afirmação de que o programa deixou de funcionar em razão da exoneração de todos os seus profissionais não corresponde aos fatos. A Assembleia lamenta que uma parlamentar utilize as redes sociais para divulgar informações inverídicas, capazes de provocar insegurança entre os usuários do programa, seus familiares e a população. Em momentos que exigem responsabilidade e equilíbrio, a disseminação de desinformação apenas amplia a apreensão de quem depende dos serviços públicos. A Presidência reafirma que qualquer decisão relacionada aos programas institucionais será comunicada exclusivamente pelos canais oficiais da Assembleia Legislativa, com transparência, responsabilidade e respeito à sociedade.

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Faixa elevada no bairro Aparecida entra na fase de pintura levando segurança para a população

Ao todo, a cidade conta com 15 distribuídas em ruas e avenidas em pontos estratégicos Para garantir a segurança de alunos, motoristas e pedestres, as equipes da prefeitura concluíram a pintura da faixa elevada localizada em frente à Escola Municipal Centenário de Boa Vista, na rua João Pereira de Melo, bairro Aparecida.  Com esta, são 15 estruturas em Boa Vista, sendo que cinco foram construídas desde o início de 2026. Segundo o secretário-adjunto municipal de Mobilidade Urbana (SEMOB), Gino Falcão, as faixas elevadas também contam com sinalizações verticais e horizontais para aumentar a visibilidade da população e reforçar a segurança no trânsito. São feitos estudos técnicos nas vias para a implantação.   “Identificamos quais os pontos mais necessitados para então iniciarmos as construções das faixas elevadas. Com isso, a prefeitura visa melhorar a segurança no trânsito, ouvindo a população para que toda a cidade seja construída a partir das demandas que surgem dos próprios moradores”, disse. A via onde está localizada a Escola municipal Centenário recebe grande circulação de veículos e pedestres no período de aulas. E por isso, a faixa elevada foi bem recebida por quem vive todos os dias essa rotina escolar. Gestora há 6 anos da instituição, Jamily Frota afirma que o dispositivo representa melhoria na acessibilidade e proteção para os pais, alunos e servidores.  “A obra veio no momento certo. As aulas vão voltar e o fluxo de pessoas em horários de pico será elevado. Então, a faixa veio para assegurar a organização de veículos e pedestres nestes períodos. Além disso, a construção e a pintura vão reforçar a acessibilidade dos estudantes com deficiência física, intelectual, auditiva e/ou visual, autistas e altas habilidades. Toda a comunidade está mais segura”, disse.  Por Karol Holanda

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