A população não pode aceitar ou deixar ser usada para que Roraima tenha uma nova eleição roubada. Os roraimenses não podem perder a chance de “resetar tudo” e começar a construir um Estado melhor. A afirmação pode parecer uma utopia, mas é a mais pura realidade.
Não podemos aceitar que a gente saia de um marasmo com tantas incertezas como Roraima viveu desde as quatro cassações do ex-governador e jogar tudo para o alto mais uma vez. O que muita gente esperava ocorreu [cassação] e pelo visto as coisas vão se repetir nesse mês. A eleição está esquentando.
Soldado Sampaio (Republicanos) tomou posse como governador interino e juntou mais de 10 prefeitos e cerca de 20 deputados estaduais, além de federais para mostrar força e ganhar a eleição. E isso é legítimo. Mas como eles farão isso? Será que teremos um derramamento de dinheiro novamente?

Do outro lado está Arthur Henrique (PL) que se juntou com o ex-governador Antonio Denarium (Republicanos), que, por sinal, está escaldado após a cassação. O grupo não deve cometer os mesmos erros e correr o risco de cometer crimes eleitorais.

Na ponta da pirâmide está o eleitor que decide tudo isso. É o povo que escolhe vender ou não o voto. São as pessoas quem dão o tom da campanha. Será que os moradores dos 15 municípios querem estradas e pontes trafegáveis, escolas novas, empregos e uma economia pujante ou querem continuar vivendo da economia do contra-cheque e dos benefícios e cestas básicas?
A “sorte” está lançada.