30 de abril de 2026 06:29

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Vereador alerta sobre risco do metanol em bebidas e cobra fiscalização rigorosa em Boa Vista

Casos recentes de intoxicação no Brasil levantam alerta sobre o consumo de possíveis bebidas adulteradas O aumento de casos de intoxicação por metanol presente em bebidas alcoólicas adulteradas tem gerado preocupação em todo o país e acendeu um alerta também em Boa Vista. O Vereador Bruno Perez (MDB) fez uma indicação para que a Prefeitura, Vigilância Sanitária e órgãos de segurança intensifiquem as ações de fiscalização e campanhas de conscientização sobre os riscos desse tipo de produto. A indicação sugere que em casos que forem encontradas bebidas adulteradas, falsificadas ou sem procedência comprovada, o Alvará de funcionamento do estabelecimento será suspenso até que seja feita a apuração dos fatos, e em caso de comprovação do crime, que o documento seja cassado. O metanol é uma substância altamente tóxica, que pode causar náusea, vômito, dor de cabeça, visão turva, cegueira permanente, convulsões, coma, danos permanentes ao sistema nervoso ou morte, mesmo em pequenas quantidades. O uso ilegal do produto na fabricação de bebidas artesanais ou falsificadas é uma prática criminosa que coloca em risco a saúde da população. Segundo o parlamentar, é fundamental que o poder público aja de forma preventiva e educativa. “Não podemos esperar que tragédias aconteçam para agir. O consumo de bebidas adulteradas com metanol é uma ameaça real à vida das pessoas, especialmente das mais vulneráveis. É dever do poder público fiscalizar, mas também informar a população sobre os perigos e como identificar produtos suspeitos”, destacou Bruno. Além da fiscalização, o vereador também defende a realização de campanhas educativas nas redes sociais e em bares e restaurantes, alertando sobre a importância de comprar bebidas apenas de fornecedores confiáveis e estabelecimentos regularizados. “A saúde e a vida das pessoas vêm em primeiro lugar. Precisamos unir forças entre o poder público, comerciantes e sociedade civil para garantir que tragédias desse tipo não ocorram em nossa cidade”, reforçou. Por O Caburaí

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Criança morre em incêndio e mãe é presa por abandono de incapaz em Boa Vista

Uma mulher de 28 anos foi presa em flagrante nesta terça-feira (7), em Boa Vista, após o filho, Mário Delucca, de 4 anos, morrer carbonizado em um incêndio ocorrido na casa onde moravam, no bairro Caimbé. Segundo informações da Polícia Civil, as primeiras apurações indicam que a mulher havia deixado o menino sozinho em casa quando o fogo começou. Equipes do Corpo de Bombeiros foram acionadas, mas encontraram a criança já sem vida em um dos cômodos da residência. Testemunhas contaram que a mãe não estava no local no momento do incêndio e chegou somente depois, quando os bombeiros e o pai da criança — que estava no trabalho — já se encontravam na casa. Durante o depoimento, a mulher afirmou que saiu apenas por alguns minutos para comprar rosquinhas em uma padaria próxima, mas não soube dizer exatamente quanto tempo permaneceu fora. O Corpo de Bombeiros vai realizar uma perícia para determinar as causas do incêndio. Por O Caburaí

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Projeto do vereador Bruno Perez veda que associações usadas por invasores de terra recebam dinheiro público

Tramita na Câmara Municipal de Boa Vista, o Projeto de Lei tem o objetivo de proibir que este órgão público e a Prefeitura realizem despesas que promovam, incentivem ou financiem Invasão ou ocupação ilícita de propriedades urbanas ou rurais, privadas ou públicas. A proibição ainda se estende a grupos extremistas, entidades, organizações, pessoas jurídicas ou movimentos sociais que promovam o extermínio de qualquer grupo étnico, religioso ou de gênero, ou ainda entidades que prestem apoio financeiro ou manifestem solidariedadea grupos terroristas e suas afiliadas. O autor da proposição, Vereador Bruno Perez (MDB) cita que nos casos de invasões, deve ser feita a desocupação completa do imóvel. “Boa Vista enfrenta um grave problema de invasões e ocupações irregulares, incentivadas, muitas vezes, por líderes comunitários com viés políticos, e alguns utilizam até associações e entidades para esse fim. Essa expansão desordenada ocorre principalmente em áreas públicas e de proteção ambiental”, apontou. Empresas que possuem contrato com o poder público e que violarem a lei caso sancionada, ficam proibidas de licitar ou contratar no âmbito da administração pública direta e indireta, ainda que na qualidade de beneficiárias fornecedoras de programas específicos, pelo prazo de 08 anos. O PL ainda prevê que a pessoa identificada como participante direto ou indireto de conflito fundiário caracterizado por invasão ou esbulho de imóvel urbano ou rural, de domínio público ou privado, fica impedido de nomeação ou designação para cargos em comissão no Poder Executivo e no Poder Legislativo. Também são impedidos de Participar de licitações ou contratar no âmbito da administração pública; Receber auxílios e benefícios de programas sociais municipais; Receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios municipais, direta ou indiretamente, ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário, inclusive linhas de créditos que tenham subvenções econômicas. Ainda há previsão de que não seja beneficiário de qualquer forma de regularização fundiária e de programas de assistência social, inclusive de acesso a unidades habitacionais, promovidos pelo poder público, salvo programas de transferência direta de renda e nem de se inscrever em concurso público ou em processo seletivo para a nomeação em cargo, emprego ou função pública. “Além disso, invasores serão cadastrados, com informações pessoais, foto e levantamento sobre o caso envolvido. Mas esses dados serão de responsabilidade das autoridades competentes, quando for feita uma diligência, por exemplo, as equipes de segurança pública terão tudo documentado”, explicou Bruno. O PL ainda diz que identificado o participante, se for beneficiário de auxílios, benefícios e programas sociais do município, tiver contratos com o poder público ou tiver cargo público efetivo ou comissionado, será desvinculado compulsoriamente, proporcionado o contraditório e ampla defesa. Por O Caburaí

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PF prende 03 pessoas com R$ 510 mil em Roraima

Suspeitos foram autuados por lavagem de dinheiro e associação criminosa Boa Vista/RR – A Polícia Federal em Roraima prendeu três pessoas em flagrante nesta terça-feira (30/09) após o monitoramento de denúncia e abordagem dos conduzidos que estavam na posse do numerário em espécie. Na sede da Superintendência Regional da Polícia Federal, os suspeitos foram ouvidos, atuados em flagrante e apreendido o numerário, que totalizou R$ 510.272,00 (quinhentos e dez mil, duzentos e setenta e dois reais). A investigação preliminar aponta que os recursos sacados têm provável origem em desvios de recursos públicos. Texto: Comunicação Social da Polícia Federal em Roraima

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Roraima em último no ranking de transparência

Um levantamento da Transparência Internacional revelou deficiências sérias na divulgação de dados por parte dos governos estaduais sobre a destinação de emendas parlamentares e a execução de obras públicas. A análise, presente na edição 2025 do Índice de Transparência e Governança Pública (ITGP), indica que apenas Acre, Minas Gerais e Distrito Federal prestam contas completas sobre o uso de recursos via emendas estaduais. O Governo de Roraima aparece na 26ª posição entre os 27 estados brasileiros no Índice. Com 48,2 pontos, o estado recebeu conceito “Regular”, ficando à frente apenas do Amapá, último colocado com 46,9 pontos. O levantamento avalia exclusivamente os Poderes Executivos estaduais e o Distrito Federal, medindo o nível de transparência e governança de cada governo. O levantamento avaliou dimensões como marcos legais, plataformas digitais, administração e governança, transparência financeira e orçamentária, além de transformação digital e participação social. Em todas essas áreas, Roraima apresentou fragilidades relevantes. Na parte legal, o estado até possui norma que regulamenta a Lei de Acesso à Informação, mas não tem plano de dados abertos, regulamentação completa da LGPD, nem normas específicas sobre proteção ao denunciante, integridade ou combate à corrupção. No campo das plataformas digitais, o portal da transparência existe, mas há falhas na disponibilização de dados abertos e ausência de relatórios periódicos de ouvidoria e e-SIC. Isso compromete o acesso do cidadão a informações atualizadas. Em governança administrativa, Roraima não divulga agendas do governador e secretários, não apresenta informações da Comissão de Ética e não possui plano de metas quadrienal nem relatórios claros sobre a execução do Plano Plurianual (PPA). Na transparência financeira, o desempenho foi um dos mais baixos. O estado não publica, em formato aberto, salários nominais de servidores, verbas indenizatórias, receitas, despesas e incentivos fiscais. Sem esses dados, o controle social sobre o uso do dinheiro público fica limitado. Por fim, na dimensão de transformação digital e participação, o estado carece de ferramentas acessíveis e canais de engajamento mais eficazes com a sociedade civil. Segundo a Transparência Internacional, o objetivo do ITGP é estimular boas práticas, reconhecer avanços e pressionar governos a corrigirem deficiências. No ranking, estados como Espírito Santo, Goiás e Minas Gerais aparecem no topo com conceito “Ótimo”, enquanto Roraima está entre os que mais precisam avançar em transparência. Por O Caburaí

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Passageiros enfrentam problemas em voos, mas evitam a Justiça, revela levantamento do Ministério Público

Viajar de avião no Brasil segue sendo uma experiência marcada por contratempos. No entanto, ao contrário do que muitas empresas aéreas sugerem, os consumidores estão longe de recorrer à Justiça de imediato. Essa é a principal conclusão de uma pesquisa inédita da Associação Nacional do Ministério Público do Consumidor (MPCON). O levantamento, realizado entre 12 e 25 de agosto de 2025, ouviu 986 passageiros em 19 aeroportos do país. As entrevistas foram feitas presencialmente, logo após as viagens e buscou evitar distorções de memória e garantir a precisão dos relatos. No Aeroporto Internacional de Boa Vista, a pesquisa foi realizada entre 12 e 14 de agosto, contando com a participação do Promotor de Justiça de Defesa do Consumidor, Adriano Ávila, em parceria com representantes de outros órgãos de defesa do consumidor em Roraima, o que conferiu credibilidade ao trabalho. A maioria não aciona a Justiça Os dados mostram que os problemas são recorrentes: 472 passageiros entrevistados relataram ter enfrentado falhas em voos desde 2023. Destes, mais de 80% não chegaram a entrar com ações contra as companhias aéreas. A pesquisa do MPCON buscou medir a proporção entre os problemas vividos pelos passageiros e o acionamento judicial desses conflitos. O objetivo era entender como o consumidor reage às dificuldades. Grande parte dos passageiros que buscaram os tribunais tentou, antes, resolver a questão de outras formas, como diretamente com as empresas ou por meio dos órgãos de defesa do consumidor. Quando os casos chegam à Justiça, a maioria dos consumidores consegue o reconhecimento de seus direitos. Quase 30% (29,7%) dos passageiros que processaram relataram vitória em todos os processos. Outros 15,1% disseram ter tido mais resultados favoráveis do que desfavoráveis. Apenas cerca de 10% afirmaram ter perdido integralmente as ações. Vale notar que 36% ainda aguardam o andamento dos processos. Segundo o Promotor de Justiça, Adriano Ávila, esses dados revelam a baixa disposição do consumidor em judicializar as questões advindas de problemas com as companhias aéreas, porém, revela significativa insatisfação com os serviços prestados por elas. Para os organizadores do trabalho, a pesquisa é uma radiografia importante para reforçar a necessidade de que as empresas assumam sua responsabilidade e aprimorem o atendimento prestado aos passageiros. Texto: Yano Gomes

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Prefeitura soluciona 40º ponto crítico de alagamento em Boa Vista

As melhorias em infraestrutura têm transformado a cidade. E agora, a Prefeitura de Boa Vista alcança mais um grande avanço: a solução do 40º ponto crítico de alagamento. A intervenção é executada pela Secretaria Municipal de Conservação Pública (SMCP), com a implantação de mais de 300 metros de sistema de drenagem na rua Bolônia, bairro Centenário. O trabalho acontece no trecho entre as ruas Nápolis e Bréscia, com a instalação de tubulação de 600 milímetros. O prefeito Arthur Henrique acompanhou o serviço e conversou com os moradores da região. Segundo ele, é essencial diferenciar os pontos de alagamento simples — que já somam centenas de soluções na sua gestão, dos considerados críticos, que provocavam entrada da água nas residências e perda de móveis. Centenário recebe novo pacote de obras de infraestrutura Além da intervenção no 40º ponto crítico de alagamento, o bairro Centenário também foi incluído no novo pacote de obras da prefeitura, que prevê serviços completos de drenagem, pavimentação e urbanização (calçadas e meio-fio). A execução está a cargo da Secretaria Municipal de Obras (SMO) e contempla três vias: avenida Parque Veneza e ruas Bolônia e Turim. No total, serão implantados mais de 800 metros de sistema de drenagem, 780 metros de pavimentação, 1.513 metros de calçadas e 723 metros de meio-fio. Texto: Wandilson Prata

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Defesa de Bolsonaro pede ao STF revogação de prisão domiciliar e demais cautelares impostas

A equipe de defesa de Jair Bolsonaro (PL) informou que enviou um pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) solicitando a retirada das medidas cautelares contra o ex-presidente, como a prisão domiciliar e a proibição de uso de redes sociais.A solicitação ocorre no âmbito da denúncia contra o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, e o blogueiro Paulo Figueiredo. O pedido está em sigilo. As primeiras restrições a Bolsonaro foram impostas em 18 de julho, por indícios de que ele estaria financiando as ações de Eduardo e tentando obstruir o andamento do processo por tentativa de golpe de Estado em que, posteriormente, foi condenado. Texto: Márcio Falcão, Ana Flávia Castro

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Em votação unânime, CCJ do Senado rejeita e enterra PEC da Blindagem

Decisão do colegiado impede recursos e votações no plenário. Alvo de pressões internas e protestos, texto ampliava proteção a parlamentares na Justiça. A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado rejeitou nesta quarta-feira (24) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que amplia a proteção de parlamentares na Justiça. A decisão do colegiado, tomada de forma unânime, enterra regimentalmente a chamada PEC da Blindagem no Congresso. Pelas regras internas do Senado, um recurso para levar a proposta à discussão no plenário principal da Casa somente poderia ser apresentado se a votação da CCJ não fosse unânime. O presidente da CCJ, senador Otto Alencar (PSD-BA), afirmou que, apesar da regra, há um acordo com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), para que o texto vá ao plenário da Casa. Mais cedo, ao ser procurada, a assessoria de Alcolumbre disse que a proposta não deveria ser enviada ao plenário. Caberia a Alcolumbre, segundo assessores, apenas comunicar o arquivamento. A PEC havia sido aprovada pela Câmara dos Deputados na semana passada. Ao longo dos últimos dias, o texto foi alvo de manifestações populares e de pressões internas no Senado contrárias ao avanço da proposta. Diante da repercussão negativa, o presidente da CCJ adotou um ritmo acelerado e decidiu colocar a PEC em votação apenas uma semana depois de receber o texto. Texto: Kevin Lima, g1 — Brasília

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Concurso TCE-RR: com 30 vagas é homologado

O presidente do Tribunal de Contas de Roraima (TCE-RR), conselheiro Brito Bezerra, homologou nesta segunda-feira (22) o concurso público da instituição para o preenchimento de 30 vagas. O ato, também assinado pelos conselheiros Célio Wanderley, Bismarck Azevedo, Simone Souza e Cilene Salomão, além dos representantes da comissão do concurso, Damião de Araújo e Rosimar Arakaki, foi publicado nesta terça-feira (23) no Diário Eletrônico do TCE-RR. As vagas são para os cargos de auditor substituto de conselheiro, auditor de controle externo, analista administrativo e técnico administrativo. Segundo o presidente Brito Bezerra, o Tribunal terá até dois anos para convocar os aprovados, prazo prorrogável por igual período. A previsão é de que todos os classificados dentro do número de vagas sejam chamados em 2026. Entretanto, as convocações dependem da adesão de servidores ao Programa de Incentivo à Aposentadoria (PIA), instituído pela Lei nº 2.241/2025. A medida busca abrir espaço no quadro funcional e adequar a folha de pagamento aos limites da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “O Tribunal tem necessidade de enquadrar todos os concursados, mas a possibilidade depende de recursos e do equilíbrio fiscal. Com a adesão ao PIA, teremos condições de iniciar as convocações dentro da legalidade”, destacou o conselheiro Brito Bezerra. Ele informou ainda que a prioridade será para auditor de controle externo, especialmente a área atuarial. Além disso, os aprovados serão convidados para reuniões de esclarecimento sobre o processo de convocação, a fim de garantir transparência e tranquilidade aos futuros servidores. Créditos Secom TCE-RR Texto: Lucyara Duarte

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