26 de setembro de 2026 14:53

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Médico critica suspensão dos serviços ortopédicos e alerta para risco de colapso na saúde de Roraima

A interrupção dos serviços ortopédicos no Hospital Geral de Roraima (HGR) continua gerando forte repercussão entre profissionais da saúde e pacientes. O médico ortopedista Dr. Ilderson Pereira fez duras críticas à situação e afirmou que a paralisação representa um grave retrocesso para a assistência médica no estado, com potencial para agravar ainda mais a fila de cirurgias e comprometer o tratamento de centenas de pacientes. O atraso ocorre desde o governo de Antônio Denarium (Republicanos) e Edson Damião (União). Segundo o ortopedista, a suspensão dos atendimentos especializados afeta diretamente pessoas que aguardam procedimentos cirúrgicos, vítimas de acidentes e pacientes com fraturas que dependem de atendimento rápido para evitar sequelas permanentes. Para ele, a interrupção do serviço não representa apenas um problema administrativo, mas uma questão de saúde pública e falta fiscalização parlamentar. “Onde estão os nossos parlamentares? Uma coisa eu tenho certeza, as notas [não pagas] não são apenas desse ano. Pouco importa se a gente tá falando da gestão do atual governador ou não. Eu disse, se eu fosse o governador, faria uma auditoria em todos os contratos da saúde”, pontuou. Nos últimos dias, o governo estadual anunciou medidas para tentar reorganizar o atendimento e reduzir a fila de cirurgias ortopédicas. A situação ganha ainda mais repercussão porque, recentemente, o governador interino havia afirmado que trabalharia para acelerar a realização das cirurgias ortopédicas e reduzir o tempo de espera dos pacientes. Com a suspensão dos serviços, profissionais da área e usuários do Sistema Único de Saúde cobram esclarecimentos e uma solução definitiva para evitar que a crise se agrave.

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Nos EUA, Rebeca Ramagem pede licença de cargo em Roraima para se lançar candidata

Mulher do ex-diretor da Abin Alexandre Ramagem (PL-RJ), Rebeca Ramagem solicitou licença do trabalho de procuradora do Estado de Roraima para se candidatar nas eleições deste ano. O pedido, que data do dia 15 de junho, não especifica qual cargo ela pretende disputar. Rebeca Ramagem mora no estado americano da Flórida desde o final 2025 e se descreve nas redes sociais como “exilada política”. Ela se mudou para o país após o marido fugir do Brasil em setembro, mesmo mês em que foi condenado por participação na trama golpista. Em novembro, Alexandre Ramagem se tornou alvo de um mandado de prisão expedido pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.  Ao pedir a licença, Rebeca apresentou a ficha de filiação ao PL do Rio de Janeiro, partido do qual faz parte desde março de 2022. Nas eleições municipais de 2024, Alexandre Ramagem (PL) foi candidato a prefeito do Rio. Procurado, o presidente do PL na capital fluminense, Bruno Bonetti, disse que Rebeca seria um bom nome para uma vaga de deputada, mas que é preciso certificar se há condições jurídicas para sua candidatura.  — Todo mundo que é filiado ao partido pode se colocar na condição de pré-candidato. Ela é um nome excepcional para se lançar — disse Bonetti. Por ser funcionária pública, Rebeca precisa se desincompatibilizar do cargo até sábado (4) para disputar as eleições. Em um despacho do Departamento de Recursos Humanos da PGE-RR do dia 30 de junho, a diretora da área constatou que ela está “quite com a Justiça Eleitoral e não possui registro de condenação criminal eleitoral transitada em julgado”. O despacho destaca que Rebeca Ramagem está sem receber salário desde dezembro de 2025, quando o pagamento foi suspenso por decisão do STF.  Desde que deixou o país para se juntar ao marido, Rebeca tem somado férias, prorrogações e licenças, superando a marca de sete meses sem trabalhar. Atualmente, ela usufrui de uma licença prêmio por assiduidade concedida em março de 2026, referente ao período entre 2020 e 2025. O benefício se encerra no dia sete de julho.  Procurada, PGE-RR disse, em nota, que a licença-prêmio de Rebeca “encerra-se no dia 07 de julho, conforme Portaria interna de 06 de março de 2026”. Desde 2020 na Coordenadoria da Procuradoria-Geral do Estado de Roraima (PGE-RR) em Brasília, Rebeca atua em ações que tramitam nos tribunais superiores. Segundo dados do Portal da Transparência, ela recebe uma remuneração de R$ 46 mil por mês. Com informações de O Globo

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PF deflagra operação Acesso Negado para apurar irregularidades na aplicação de emendas PIX

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (3/7), a Operação Acesso Negado para apurar possíveis irregularidades na aplicação de recursos públicos federais transferidos aos municípios de Iracema/RR e São Luiz do Anauá/RR, por meio de emendas parlamentares individuais na modalidade transferência especial, conhecidas como “emendas PIX”. Policiais federais cumprem 41 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, nos estados de Roraima, Bahia, São Paulo e Tocantins. As apurações tiveram origem em auditorias realizadas pela Controladoria-Geral da União (CGU), determinadas pelo STF no âmbito da ADI nº 7.688/DF, as quais identificaram indícios de irregularidades relacionadas ao planejamento, à execução, à fiscalização e à transparência na aplicação dos recursos públicos recebidos pelos municípios investigados. Estão sendo investigados crimes contra a Administração Pública, fraude em licitações e contratos administrativos, peculato, corrupção, lavagem de dinheiro e outros delitos que venham a ser identificados ao longo da investigação.

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Sampaio esqueceu HGR durante arraial; cirurgias estão sendo canceladas por falta de pagamento à Med Trauma

Enquanto o palco do arraial promovido pelo Governo de Roraima recebe música, autoridades e celebração, centenas de pacientes seguem aguardando por uma cirurgia ortopédica no Hospital Geral de Roraima (HGR). O contraste é inevitável. Não há problema em o governador interino, Soldado Sampaio (Republicanos), participar de um evento cultural. A questão é outra: quando a principal vitrine da gestão é uma crise na saúde, a imagem de comemoração passa uma mensagem difícil de justificar para quem espera meses por um procedimento cirúrgico. A suspensão das cirurgias ortopédicas eletivas, confirmada após a MedTrauma alegar mais de 150 dias de inadimplência contratual, representa mais um capítulo da instabilidade na saúde pública estadual. A Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) afirma que os pacientes terão seus procedimentos reagendados e atribui a situação a débitos da gestão anterior. Mas, para quem está na fila, pouco importa de quem é a culpa. O que importa é que a cirurgia não aconteceu. O episódio também enfraquece um dos principais compromissos assumidos por Soldado Sampaio ao chegar ao comando do Estado: reduzir as filas de cirurgias eletivas. A promessa de acelerar os procedimentos deu lugar, em pouco tempo, ao adiamento de operações e à frustração de pacientes que já aguardavam há meses. Durante a abertura do arraial, o governador interino também foi alvo de vaias por parte do público, o que reflete a insatisfação das pessoas que ali estavam. Além da crise na saúde, a gestão também enfrentou críticas após a demissão de servidores, dias após o resultado da eleição suplementar, Sampaio perdeu a disputa para o candidato Arthur Henrique(PL). Vale destacar que na política, imagens também comunicam. E, neste momento, a imagem do governador participando do arraial sorrindo e feliz, contrasta com a de pacientes convivendo com dores, limitações e incertezas sobre quando voltarão a ter qualidade de vida. A população não espera que seus governantes deixem de participar de eventos públicos. Espera, porém, que as promessas feitas sejam cumpridas e que a saúde seja tratada com a urgência que merece. Afinal, uma cirurgia adiada não é apenas um número em uma estatística: é uma pessoa que continua sofrendo, um trabalhador afastado e uma família que permanece sem respostas.

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Sesau confirma dívida com empresa e cirurgias no HGR são afetadas

Após alerta do Caburaí ,na semana passada, que as cirurgias eletivas realizadas no Hospital Geral de Roraima (HGR) poderiam ser suspensas em razão da falta de pagamento do Governo de Roraima à empresa MedTrauma, responsável pelos serviços de ortopedia na unidade, nesta quinta-feira, 02, a secretaria confirmou ao jornal Folha de Boa Vista, que existem notas fiscais pendentes de pagamento à empresa. Segundo a secretaria, os débitos são referentes à gestão anterior e o processo para quitação está em tramitação na atual administração, seguindo os procedimentos legais. Ainda de acordo com a pasta, diante da possibilidade de interrupção da assistência aos pacientes, o caso foi encaminhado ao Conselho Regional de Medicina de Roraima (CRM-RR) para apuração da conduta ética da empresa e dos profissionais envolvidos. Já MedTrauma informou, em comunicado enviado à Sesau, ao HGR, ao CRM-RR e ao Ministério Público de Roraima (MPRR), informou que vinha mantendo o contrato com recursos próprios, mas que, diante da falta de pagamento, decidiu restringir os atendimentos apenas aos casos de urgência e emergência até que a situação financeira seja regularizada.

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Sindpol pede investigação sobre pagamento de ajuda de custo à delegada-geral da Polícia Civil em Roraima

O Sindicato dos Policiais Civis de Roraima (Sindpol-RR) pediu ao Ministério Público que apure o pagamento de R$ 58.372,80 em ajuda de custo à delegada-geral da Polícia Civil, Simone Arruda do Carmo. Segundo o sindicato, o valor é referente a um processo de 2020 e questiona os critérios adotados para o pagamento, alegando que outros servidores também aguardam o recebimento de créditos, como ajuda de custo, abono de permanência e verbas rescisórias. A entidade pede que o MPRR investigue o caso e cobre da Polícia Civil critérios mais claros e transparentes para o pagamento dessas dívidas. Em resposta, a Polícia Civil de Roraima informou que a ajuda de custo corresponde a um direito funcional da servidora, decorrente de sua remoção, e que o pagamento foi efetuado por meio de Despesas de Exercícios Anteriores (DEA), mecanismo utilizado para quitar passivos reconhecidos pela Administração Pública, conforme disponibilidade orçamentária. Sobre a alegação de que a atual delegada-geral teria autorizado o próprio pagamento, a Polícia Civil negou a informação e afirmou que Simone Arruda do Carmo não atuou como ordenadora de despesas em seu próprio processo. A nota enviada ao Caburaí informa ainda que a quitação do crédito seguiu o fluxo administrativo regular, passando pela análise dos setores técnico, jurídico e financeiro até sua efetivação. A corporação ressaltou também que todos os pagamentos realizados pela instituição observam a legislação vigente, os procedimentos administrativos aplicáveis e os princípios da Administração Pública. Por fim, a Polícia Civil informou que permanece à disposição do Ministério Público de Roraima e dos demais órgãos de controle para prestar os esclarecimentos necessários e apresentar a documentação relacionada ao caso, caso seja instaurada alguma apuração.

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FICCO/RR prende homem por tráfico de drogas em Boa Vista

Investigação resultou na apreensão de mais de 2 kg de entorpecentes e de dinheiro em espécie A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Roraima (FICCO/RR) prendeu em flagrante, na segunda-feira (30/6), um homem pelo crime de tráfico de drogas. A ação é resultado de investigação que identificou o suspeito como responsável pelo fornecimento de entorpecentes a traficantes varejistas que atuam em Boa Vista. Durante a abordagem, os policiais apreenderam cerca de 1,06 kg de skunk e R$ 5.730 em espécie no veículo utilizado pelo investigado. Na sequência, diligências realizadas na residência do suspeito resultaram na localização de outras porções de skunk e maconha, totalizando mais de 2 kg de entorpecentes apreendidos. O homem foi conduzido à autoridade policial e autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas. As investigações terão continuidade para identificar outros envolvidos na atividade criminosa. A FICCO/RR é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Militar, pela Polícia Penal e pelas Secretarias de Segurança Pública e da Justiça e da Cidadania.

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Furto de cabos gera prejuízo de mais de R$ 400 mil à Prefeitura de Boa Vista

A Prefeitura de Boa Vista registrou mais um furto de cabos da rede de iluminação pública na Avenida Brasil (BR-174). O caso foi identificado na noite de terça-feira (30), após moradores acionarem a Central 156 ao perceberem um trecho da via sem iluminação. Uma equipe técnica foi enviada ao local e confirmou o furto de 121 metros de cabo de cobre, comprometendo o funcionamento da iluminação pública. Na manhã desta quarta-feira (1º), equipes da Secretaria Municipal de Conservação Pública iniciaram os reparos. Para evitar novas ocorrências, o trecho está recebendo rede aérea, substituindo a antiga fiação subterrânea, mais vulnerável à ação dos criminosos. A previsão é que a iluminação seja restabelecida ainda nesta quarta-feira. Segundo levantamento da secretaria, entre dezembro de 2025 e junho de 2026 foram furtados 4.741 metros de cabos de cobre da rede de iluminação pública, causando um prejuízo estimado em R$ 410.250,11 aos cofres municipais. De acordo com o secretário municipal de Conservação Pública, Lindonir Barreto, a mudança no sistema de instalação foi necessária devido à sequência de furtos registrados na avenida. “Grande parte da rede era subterrânea, mas os furtos se tornaram frequentes. Estamos substituindo esse sistema por rede aérea para dificultar a ação dos criminosos e garantir a continuidade de um serviço essencial para a população”, afirmou. Além da reposição dos cabos, os furtos causam danos à infraestrutura elétrica, como caixas de passagem, eletrodutos, conectores, quadros de comando e outros equipamentos, elevando os custos de manutenção. O secretário também alerta que os impactos vão além do prejuízo financeiro. “Quando a iluminação pública deixa de funcionar, aumentam os riscos de acidentes, a mobilidade noturna é prejudicada e a sensação de segurança da população diminui”, destacou. A Prefeitura orienta que qualquer movimentação suspeita envolvendo a rede de iluminação ou trechos apagados seja comunicada imediatamente à Central 156, que funciona 24 horas por dia, inclusive aos fins de semana e feriados.

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Confira as vias que serão interditadas para Corrida Internacional 9 de Julho e onde fazer os retornos

Para garantir a segurança dos participantes da Corrida Internacional 9 de Julho, a Prefeitura de Boa Vista, por meio da Superintendência Municipal de Trânsito (Smtran), inicia a interdição de alguns trechos da cidade, a partir das 6h de quinta-feira, 9. A liberação das vias ocorrerá após o término do evento. Pontos de Interdição Avenida Capitão Ene Garcez com Rua Cecília BrasilAvenida Capitão Ene Garcez com Rua Araújo FilhoPraça do Centro Cívico com Avenida Mário Homem de MeloPraça do Centro Cívico com Avenida Glaycon de PaivaPraça do Centro Cívico com Avenida Ville RoyPraça do Centro Cívico com Avenida Nossa Senhora da ConsolataPraça do Centro Cívico com Avenida Benjamim ConstantAvenida Silvio Botelho com Avenida Getúlio VargasPraça do Centro Cívico com Avenida João Pereira de MeloPraça do Centro Cívico com Avenida Benjamim Constant Escola Lobo D’almada (Dois Pontos)Praça do Centro Cívico com Avenida Nossa Senhora da Consolata (Correios)Avenida Ville Roy com Avenida Coronel PintoAvenida Ville Roy com Rua Alfredo CruzAvenida Ville Roy com Rua Barão do Rio BrancoAvenida Ville Roy com Rua Coronel MotaAvenida Ville Roy com Avenida Major Williams (Dois Sentidos)Avenida Ville Roy com Rua Presidente Costa e SilvaAvenida Ville Roy com Avenida Santos Dumont (Dois Sentidos)Avenida Ville Roy com Rua Presidente Juscelino Kubitschek (Estacionamento Canarinho)Avenida Ville Roy com Rua Sete de SetembroAvenida Ville Roy com Rua Treze de MaioAvenida Ville Roy com Rua Pedro TeixeiraAvenida Ville Roy com Rua Vitor HugoAvenida Ville Roy com Rua Perimetral NorteAvenida Ville Roy com Rua Ana NeryAvenida Ville Roy com Rua Casemiro de AbreuAvenida Ville Roy com Rua Maria de Lurdes Paracat LucenaAvenida Ville Roy com Rua Deusuita Mutran ParacatAvenida Ville Roy com Rua Rio JuruáAvenida Ville Roy com Rua do AraçazeiroAvenida Ville Roy com Rua do TaperebazeiroAvenida Ville Roy com Rua da SirigueleiraAvenida Ville Roy com Avenida Governador Anchieta (Dois Sentidos)Avenida Ville Roy com Rua Hugo MalletAvenida Ville Roy com Rua Capitão Castro MendesAvenida Ville Roy com Rua Sem Nome (Esquina Da Loja Avazi Band) Retorno Avenida Ville Roy com Avenida Luis Canuto ChavesAvenida Ville Roy com Rua Capitão Castro MendesAvenida Ville Roy com Rua Hugo MalletAvenida Ville Roy com Rua da SirigueleiraAvenida Ville Roy com Rua do TaperebazeiroAvenida Ville Roy com Rua da BacabeiraAvenida Ville Roy com Rua AraçazeiroAvenida Ville Roy com Rua da MangueiraAvenida Ville Roy com Rua da TamarineiraAvenida Ville Roy com Rua da TangerineiraAvenida Ville Roy com Rua Casemiro de AbreuAvenida Ville Roy com Rua Minervina Franco de CamposAvenida Ville Roy com Rua Ana NeryAvenida Ville Roy com Rua Perimetral NorteAvenida Ville Roy com Rua Vitor HugoAvenida Ville Roy com Rua Pedro TeixeiraAv. Ville Roy c/ R. João Pereira CaldasAv. Ville Roy c/ R. Roberto CostaAv. Ville Roy c/ R. Raimundo Aciole CavalcanteAv. Ville Roy c/ R. João XxiiiAv. Ville Roy c/ R. MaiogongAv. Ville Roy c/ R. UaicaAv. Ville Roy c/ R. JaricunaAv. Ville Roy c/ R. Presidente Jucelino KubitscheckAv. Ville Roy c/ R. Presidente Costa E SilvaAv. Ville Roy c/ R. Coronel MotaAv. Ville Roy c/ R. Barão Do Rio BrancoAv. Ville Roy c/ R. Alfredo CruzAv. Ville Roy c/ R. Coronel PintoAv. Capitão Julio Bezerra c/ R. Coronel PintoPraça do Centro Cívico c/ R. Professor Agnelo BitencourtAv. Capitão Ene Garcez c/ R. Coronel Pinto

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Pacientes reclamam de paralisação da Med Trauma no Hospital Geral de Roraima

Como já havia sido anunciado no sábado, 27, pelo “O Caburaí”, a empresa Med Trauma já estaria suspendendo os atendimentos no Hospital Geral de Roraima. O anúncio havia sido feito na sexta-feira, 26, após o atraso dos pagamentos que já chegam a 150 dias. A denúncia foi feita por um paciente que aguardava na recepção da unidade de saúde.  Veja o vídeo:  A suspensão dos serviços foi comunicada ao Conselho Regional de Medicina de Roraima (CRM-RR) e ao Ministério Público de Roraima (MPRR). Em documento encaminhado à Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), a Med Trauma afirma que a continuidade do atendimento se tornou insustentável diante da inadimplência do Estado. A empresa afirma que, mesmo após as notificações, não houve a regularização dos débitos, o que levou à suspensão dos procedimentos cirúrgicos.

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