7 de março de 2026 17:01

BOSQUE DOS PAPAGAIOS em Boa Vista -RR – Um passeio imperdível para quem gosta de natureza.

Fotos: Andreza Mariot

O parque garante ao visitante, contato com animais, trilhas e muita sombra

Além de ser considerada a capital da 1ª infância, Boa Vista apresenta também grande potencial para o turismo ecológico. Cercada de muito verde e bastante água, a cidade convida nativos e quem passa por aqui a curtir mais de perto os diversos cantinhos com natureza e a desfrutar dos benefícios que uma simples sombrinha de uma árvore pode proporcionar em meio ao calorzão, típico da região norte. E quando o assunto é sombra, o Parque Ecológico Bosque dos Papagaios é sim uma daquelas opções imperdíveis.

Localizado na Zona Oeste da cidade, no bairro Paraviana, o parque garante ao visitante uma experiência diferente, com seis trilhas, em torno de 5 km (somadas), diversas espécies de árvores e plantas, animais silvestres, como arara, tucano, jabuti, cutia, paca e até uma capivara.
Conforme levantamento feito pela equipe de profissionais do parque, no período de criação do Bosque, são 23 espécies de árvores contabilizadas, dentre elas: caimbé, pimenta de macaco, jenipapo, sucuba e murici.
UM POUCO DA HISTÓRIA – O Parque Ecológico Bosque dos Papagaios foi criado pela Prefeitura de Boa Vista, em julho de 2009, por meio de decreto (n° 113/E), sendo uma área institucional com 12 hectares, com destaque para vegetação nativa, contendo árvores de pequeno e médio porte, situada em meio ao lavrado.

ACOLHIMENTO DE ANIMAIS – O local dispõe de um grande viveiro, que abriga alguns animais, principalmente aves, a exemplo das araras, papagaios, marianinhas, maritaca, maracanãs, tucanos e um mutum. Além dos mamíferos (capivara, cutia e paca), todos provenientes de apreensão por diversos motivos e também por entrega voluntária.

Todos os animais, sem exceção, passam pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA), onde são cadastrados e estudados. Os bichinhos permanecem em quarentena e somente depois são encaminhados ao Bosque.

Por lá recebem são tratados, alimentados e ambientados para terem uma sobrevida, pois não possuem mais condições de retornar para a natureza. No caso de algum deles desenvolver habilidades e for avaliado por técnicos como aptos, poderão voltar a vida silvestre, atividade intitulada como ‘soltura’.
NO BOSQUE NÃO É PERMITIDO!
•⁠ ⁠Ingressar com animais domésticos;
•⁠ ⁠Alimentar os animais;
•⁠ ⁠Entrar com bebida alcoólica;
•⁠ ⁠Consumir alimentos nas trilhas;
•⁠ ⁠Fumar;
•⁠ ⁠Descartar resíduos de forma irregular.

Fonte: Redação O Caburaí