25 de outubro de 2026 10:30

outubro 22, 2026

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Prefeitura entrega 136 moradias do Minha Casa, Minha Vida em Boa Vista

A realização do sonho da casa própria ganhou um novo capítulo para 136 famílias de Boa Vista. Nesta quinta-feira, 22, a Prefeitura entregou as primeiras moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, no município. A solenidade ocorreu no bairro Laura Moreira com a presença do secretário nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Augusto Rabelo, além de autoridades, secretários municipais e as famílias contempladas. As moradias entregues estão distribuídas em quatro bairros de Boa Vista, contemplando seis conjuntos habitacionais. No bairro Laura Moreira, foram entregues 40 casas no Residencial Laura Moreira – módulo 1 e outras 13 no módulo 2. No bairro Equatorial, o residencial de mesmo nome recebeu 13 unidades. Já no bairro Dr. Airton Rocha, o Residencial Capri conta com 41 casas. No bairro Centenário, foram entregues 14 moradias no módulo 1 e outras 15 no módulo 3. Evento aconteceu no bairro Laura Moreira, com presença de autoridades e famílias beneficiadas. A secretária municipal de Assistência e Desenvolvimento Social, Nathália Cortez, esteve presente no evento e compartilhou o momento de felicidade das famílias ao receberem as chaves da casa própria. “São 136 famílias hoje realizando o sonho da casa própria, que têm um local seguro e acolhedor para criar seus filhos, viver seus sonhos e construir histórias e memórias. A gente fica muito feliz com essa entrega. São pessoas que aguardavam há muito tempo, passaram por desafios de morar de favor, de aluguel ou de não ter onde morar e que, hoje, estão recebendo uma casa com conforto, segurança e qualidade para poderem viver com suas famílias. Essa entrega representa a importância do nosso trabalho social, de trabalhar pelas pessoas, de ter um olhar para as famílias e de fazer entregas que a população precisa e espera receber”, disse a secretária. A secretáriaNathália Cortez, esteve presente no evento e compartilhou o momento de felicidade das famílias. O secretário nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Augusto Rabelo, destacou que Boa Vista tem 1.800 unidades habitacionais em obras. “Eu digo que a habitação é um dos principais fatores de transformação na vida das famílias. Pelas regras do Programa Minha Casa, Minha Vida, essas moradias precisam estar próximas de escolas, Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e transporte público. Essas famílias vão para uma casa onde terão mais oportunidades. Com isso, a vida muda, porque a perspectiva de ter um patrimônio próprio, não gastar mais com aluguel e ter acesso ao direito à cidade e aos serviços públicos é o que transforma”, afirmou. O secretário nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Augusto Rabelo, participou da solenidade. Os beneficiários foram selecionados após passarem pelas etapas de análise e atenderem aos critérios. A lista dos contemplados foi publicada no Diário Oficial do Município desta quarta-feira, 21. A iniciativa é voltada à ampliação do acesso à moradia, especialmente para famílias de baixa renda. Em Boa Vista, a Prefeitura é responsável pelos loteamentos destinados à Faixa 1, que atende famílias com renda bruta mensal de até R$ 2.850. Mais do que a entrega de unidades habitacionais, esse momento representa a oportunidade de as famílias contempladas iniciarem uma nova etapa de suas vidas, com mais segurança e estabilidade, a partir do acesso à casa própria. Entre as contempladas está a roraimense Delzimar Gomes, de 54 anos, dona de casa e beneficiária do Benefício de Prestação Continuada (BPC) por ter deficiência visual. Mãe de quatro filhos adultos, ela conta que morava sozinha em uma casa alugada no bairro Nova Cidade, onde pagava R$ 650 por mês. Agora, com as chaves da casa própria em mãos, sua realidade será diferente. A roraimense Delzimar Gomes, de 54 anos, com as chaves da sua casa própria. “Aguardo desde o início do Minha Casa, Minha Vida. Mas, no tempo de Deus, ele me abençoou e hoje estou aqui com meu filho, com muita alegria e gratidão. Agora, não vou mais pagar aluguel e estou muito feliz”, afirmou. A dona de casa Andréia Sales, de 45 anos, é mãe solo de três filhas, uma delas autista. Ela foi uma das primeiras contempladas a receber as chaves da casa própria no Residencial Equatorial. Andréia Sales foi uma das primeiras contempladas a receber as chaves da casa própria. “Morava no bairro Dr. Sílvio Leite e pagava R$ 600 de aluguel. Me inscrevi no programa em 2019 e sempre orei a Deus, e ele realizou meu sonho. Nunca tive condições de comprar uma casa, e receber as chaves da minha casa hoje me deixa muito feliz”, disse Andréia, emocionada. Moradias em 10 bairros da capital A entrega das primeiras 136 casas marca o início de uma nova etapa do programa habitacional no município. As unidades do Minha Casa, Minha Vida estão sendo construídas em 10 bairros de Boa Vista: Caimbé, Centenário, Cidade Satélite, Dr. Airton Rocha, Equatorial, Jardim Tropical, Jóquei Clube, Laura Moreira, Olímpico e Said Salomão. As unidades do Minha Casa, Minha Vida estão sendo construídas em 10 bairros de Boa Vista. As inscrições para o programa na capital foram anunciadas em 2025. Desde então, o processo seguiu as etapas previstas para a seleção das famílias, e agora os primeiros beneficiários recebem as chaves de suas moradias. O programa é uma iniciativa do Governo Federal e, em Boa Vista, é coordenado pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SEMADS). Seleção segue critérios estabelecidos A convocação e a seleção das famílias seguem as diretrizes do Governo Federal e da Caixa Econômica Federal, responsáveis pelos procedimentos de seleção e pela validação final dos candidatos. Seleção das famílias segue os critérios do Governo Federal e da Caixa Econômica Federal. A Prefeitura destaca que todas as etapas devem respeitar as normas vigentes, com transparência e legalidade na condução do processo.

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ELEIÇÕES 2026 – 50 escolas de Boa Vista são cedidas ao TER-RR e terão aulas reduzidas nesta sexta-feira, 23

A Prefeitura de Boa Vista informa que 50 escolas da Rede Municipal de Ensino terão as aulas do turno vespertino encerradas, excepcionalmente, às 16h30 nesta sexta-feira, 23. A medida ocorre porque as unidades serão cedidas ao Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) para a preparação dos locais de votação das Eleições 2026. As demais funcionarão normalmente. A alteração no horário é necessária para que a Justiça Eleitoral possa iniciar os procedimentos de organização dos espaços que receberão as seções eleitorais no domingo, 25 de outubro. As 50 unidades municipais utilizadas pela Justiça Eleitoral estão distribuídas entre a área urbana, zona rural e comunidades indígenas. Escolas e núcleos de creches municipais da área urbana — 42 1.     Escola Municipal Luiz Canara 2.     Escola Municipal Senador Darcy Ribeiro 3.     Escola Municipal Vovó Eurides 4.     Escola Municipal Professora Amazona de Oliveira Monteiro 5.     Escola Municipal Dalício Faria Filho 6.     Escola Municipal Nova Canaã 7.     Escola Municipal Valdemarina Normando Martins 8.     Escola Municipal Maria Gertrudes Mota de Lima 9.     Escola Municipal Rujane Severiano dos Santos 10.  Escola Municipal Professora Glemíria Gonzaga Andrade 11.  Escola Municipal Raimundo Eloy Gomes 12.  Escola Municipal Raio de Sol 13.  Escola Municipal Ioladio Batista da Silva 14.  Escola Municipal Tia Linda 15.  Escola Municipal Palmira de Castro Machado 16.  Escola Municipal Jardim das Copaíbas 17.  Escola Municipal Branca de Neve 18.  Escola Municipal Hilda Franco de Souza 19.  Escola Municipal Juslany de Souza Flores 20.  Escola Municipal Áurea de Holanda Lima 21.  Escola Municipal Estrelinha Mágica 22.  Escola Municipal Ana Sandra Nascimento Queiroz 23.  Escola Municipal Laucides Inácio de Oliveira 24.  Escola Municipal Professora Ivany dos Santos Parente 25.  Escola Municipal Zacarias Assunção Ribeiro Araújo 26.  Escola Municipal Waldinete de Carvalho Chaves 27.  Escola Municipal Emília Rios Peixoto 28.  Escola Municipal Valderleide Baraúna Brandão 29.  Escola Municipal Pedro Ferreira Monteiro 30.  Escola Municipal Professor Ronilson Silva Nascimento 31.  Escola Municipal Dr. Silvio Leite 32.  Escola Municipal Antonia Fernandes Cutrim 33.  Escola Municipal Maria do Perpétuo Socorro Brandão 34.  Escola Municipal Professor Fridman de Cunha Nascimento Núcleos de Creches — 8 35.  Núcleo de Creches – Nova Cidade 36.  Núcleo de Creches – Raiar do Sol 37.  Núcleo de Creches – Senador Hélio Campos 38.  Núcleo de Creches – Bela Vista 39.  Núcleo de Creches – Pintolândia 40.  Núcleo de Creches – Equatorial II 41.  Núcleo de Creches – Equatorial 42.  Núcleo de Creches – Alvorada Unidades da zona rural — 2 43.  Escola Municipal Balduíno Wottrich — Distrito Hortifrutigranjeiro de Monte Cristo 44.  Escola Municipal Aureliano Soares da Silva — PA Nova Amazônia/Truaru Escolas indígenas — 6 45.  Escola Municipal Indígena Tuxaua Albino Morais — Comunidade Indígena Ilha 46.  Escola Municipal Indígena Vicente André da Silva — Comunidade Indígena Truaru 47.  Escola Municipal Indígena Ignês Benedito — Comunidade Indígena Milho 48.  Escola Municipal Indígena Vovó Tereza da Silva — Comunidade Indígena Darora 49.  Escola Municipal Indígena Vovó Terezinha da Silva — Comunidade Indígena Bom Jesus 50.  Escola Indígena Vovó Antônia Celestina da Silva Brandão — Comunidade Indígena Vista Alegre

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CIDADE EDUCAÇÃO – Território da Alfabetização destaca projetos lúdicos de aprendizado da Rede Municipal de Ensino

Em Boa Vista, aprender a ler, escrever e desenvolver o raciocínio lógico se torna uma experiência divertida na Rede Municipal de Ensino. Essa é a proposta apresentada pelas escolas no “Território da Alfabetização”, um dos espaços do evento “Cidade Educação”, que segue até quinta-feira, 23, na Praça Fábio Marques Paracat, das 18h30 às 20h30. O Território da Alfabetização é um dos setores do Cidade Educação “Aqui estamos conseguindo mostrar um pouco do que toda a rede municipal faz. O objetivo é reforçar o quanto é importante que as crianças usufruam de recursos pedagógicos de qualidade para que o aprendizado fique bem consolidado. Queremos chamar as famílias e mobilizar toda a cidade para nos ajudar a alfabetizar todas as crianças na idade certa”, explicou a secretária-adjunta de Educação e Cultura, Meiry Jane Gomes. A secretária adjunta, Meiry Jane, destacou a importância da presença das famílias Segundo a coordenadora do Núcleo de Alfabetização da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC), Francimeire Souza, garantir que as crianças aprendam a ler e escrever na idade certa é uma das prioridades da Prefeitura de Boa Vista. Por isso, o trabalho começa ainda no Ensino Infantil e ganha continuidade no 1º e 2º ano do Ensino Fundamental. “A alfabetização é a meta de toda rede. Ela é a base. Se a criança não estiver alfabetizada na idade certa, que é o final do segundo ano, provavelmente não terá o mesmo sucesso nos anos seguintes. A proposta é trazer experiências para que a criança aprenda de forma lúdica e sem sofrimento”, explicou. Coordenadora do Núcleo de Alfabetização da SMEC, Francimeire Souza Desde o primeiro dia de evento, a programação do “Território da Alfabetização” reúne projetos que fazem parte da rotina dos alunos para mostrar como as atividades lúdicas contribuem para o desenvolvimento das crianças. Na primeira noite, a Escola Municipal Raimundo Eloy Gomes expôs o projeto “A alfabetização em campo: Os Sons dos Estádios”, que utiliza o universo do futebol para trabalhar os fonemas. Aprender brincando Na Rede Municipal de Ensino, as crianças aprendem brincando Nesta quarta-feira, 21, foi a vez da Escola Municipal de Educação Infantil Emília Rios expôr o “Letramento Matemático na Educação Infantil”, com circuitos de coordenação motora, jogos de associação de cores, balanças manuais e atividades com tampinhas. Uma das atividades apresentadas foi a “Matemática no Pátio”, uma forma lúdica para aproximar as crianças dos números, das quantidades e do raciocínio lógico. Coordenadora do projeto Letramento Matemática, professora Érika Costa “As crianças interagem com brinquedos pedagógicos no pátio da escola, trabalhando raciocínio lógico, associação de cores e quantidades. Durante as brincadeiras, os alunos desenvolvem habilidades matemáticas e linguísticas de maneira prática, relacionando o aprendizado às situações do dia a dia. A proposta é justamente essa: aprender brincando”, destacou a professora Érika Costa. Após a conquista do Selo Prata do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, iniciativa do Governo Federal, a prefeitura trabalha para alcançar o Selo Ouro por meio da Política Municipal de Alfabetização, institucionalizada em 2025. Para Francimeire, é a continuidade de um trabalho que começou com a implantação do ensino estruturado, em 2013. O espaço conta com diversas atividades e jogos lúdicos “Na Educação Infantil, as experiências começam ainda mais cedo. A partir dos dois anos, as crianças participam de atividades que estimulam a percepção dos sons, a consciência fonológica e a orientação espacial, habilidades importantes para o desenvolvimento da leitura e da escrita”, destacou a coordenadora. Família mais perto da escola O “Cidade Educação” também abre espaço para que pais e responsáveis conheçam de perto os projetos desenvolvidos nas escolas. Ana Paula Lima, mãe da pequena Zarah, destacou a importância do trabalho desde os primeiros anos de vida. O Território da Alfabetização foi visitado por diversas crianças “Acho muito boa essa iniciativa da prefeitura. A gente precisa trabalhar a educação logo no início, porque a Primeira Infância é o alicerce. É onde precisamos dar uma atenção redobrada para que as crianças cresçam com uma base forte”, afirmou. Adrian Rangel com a filha Nicole, de 4 anos Adrian Rangel é pai da Nicole, de 4 anos, e acompanhou a primeira apresentação da filha no evento. “Achei muito legal e organizado, um ambiente muito bacana para curtir em família. É a primeira vez que vejo minha filha se apresentando e o orgulho está no alto”, contou. Sobre o evento A programação continua nesta quinta-feira, 22 O “Cidade Educação” conta com 81 estandes e 267 projetos, distribuídos em mais de 12 espaços de exposição, sendo aberto a toda população. As atividades contemplam áreas como iniciação científica, tecnologia e inovação, sustentabilidade, empreendedorismo, alfabetização e letramento, educação inclusiva, educação bilíngue de surdos, artes visuais, música, dança, educação física, educação financeira e cultura.

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