26 de outubro de 2026 16:12

outubro 13, 2026

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Prefeitura reforça limpeza urbana e alerta para descarte irregular de lixo em Boa Vista

A Prefeitura de Boa Vista intensifica nesta semana os serviços de limpeza e conservação pública em diferentes pontos da capital e da zona rural. No entanto, mesmo com o trabalho permanente das equipes, o descarte irregular de resíduos ainda é um desafio, reforçando a importância da participação da população. Na área urbana, as equipes atuam nos bairros Cidade Satélite, Senador Hélio Campos, Jardim Caranã, Centenário, Dr. Airton Rocha e Centro. Os trabalhos também contemplam a Vila do Passarão, na zona rural do município. Nas avenidas de grande movimento, as equipes atuam nas vias Felinto Barbosa, Dr. Paulo Coelho, Mário Homem de Melo, Venezuela, Izídio Galdino, General Sampaio e Brasil. Na área urbana, as equipes atuam nos bairros Cidade Satélite, Senador Hélio Campos, dentre outros. Em um condomínio na Rua Libra, no bairro Cidade Satélite, por exemplo, é possível encontrar diferentes tipos de materiais descartados de forma inadequada, como garrafas PET, restos de sofá, pia e até faróis de veículos, entre outros objetos. De acordo com o secretário municipal de Conservação Pública, Lindonir Barreto, além de comprometer a limpeza e a organização dos espaços públicos, esse tipo de prática dificulta a conservação da cidade e evidencia a importância de os moradores destinarem corretamente os resíduos. Descarte irregular de lixo na rua Libra, no bairro Cidade Satélite. “Nossas equipes atuam diariamente na limpeza e conservação da cidade. Mas a conscientização da população é o principal fator para mantermos Boa Vista sempre limpa e organizada. Qualquer cidadão que queira denunciar uma prática de descarte irregular pode acionar a Central 156”, destacou o secretário. Conscientização contra o descarte irregular de lixo O aposentado Alexandre das Chagas, de 62 anos, mora na Rua Libra e reconhece o trabalho dos agentes de limpeza, mas também pede mais colaboração dos moradores da região. “Esse trabalho é muito importante. Mas, depois de uns dois ou três dias, muitos moradores do condomínio voltam a jogar lixo no mesmo local. Tem que ter a conscientização de todos”, disse. O aposentado Alexandre das Chagas pede mais colaboração dos moradores da região. Para a cuidadora escolar Wandreane Bezerra, de 30 anos, o serviço feito pela prefeitura é uma maravilha. “A cidade fica mais bonita quando as equipes fazem esse serviço. Mas vejo também que é obrigação do morador cuidar da frente da sua casa e deixá-la sempre limpa, pois isso faz bem para a saúde da gente”, afirmou. “A cidade fica mais bonita quando as equipes fazem esse serviço”, disse Wandreane Bezerra.

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Em nove meses, mais de 15 mil mudas de árvores foram doadas à população

Ação incentiva o plantio de árvores, amplia as áreas verdes e contribui para melhorar a temperatura da capital. Incentivar a arborização urbana é investir em uma cidade mais verde, saudável e agradável para todos. Pensando nisso, a Prefeitura de Boa Vista mantém a produção contínua e a doação de mudas à população no Horto Municipal. De janeiro a setembro deste ano, o equipamento distribuiu 15.405 mudas, incentivando a melhoria do conforto térmico e da qualidade do ar. A iniciativa contribui para ampliar a presença de áreas verdes no município e incentivar a participação da comunidade na preservação e valorização do meio ambiente. De acordo com o secretário de Meio Ambiente, Sandro Babort, são produzidas mudas de diferentes espécies, que passam por etapas de cultivo até estarem prontas para o plantio. “Cada muda que produzimos passa por um processo cuidadoso, desde o cultivo até o momento em que está pronta para ser plantada. Esse trabalho é fundamental para ampliar a arborização da cidade, contribuir para a melhoria da qualidade ambiental e levar mais verde para os espaços públicos de Boa Vista. A doação é uma forma de aproximar a população das ações ambientais desenvolvidas pela Prefeitura”, disse. Doação à população Atualmente, o catálogo do Horto Municipal de Boa Vista conta com cerca de 26 espécies de árvores, classificadas entre frutíferas, ornamentais e nativas. As equipes, no entanto, trabalham para ampliar essa variedade. A pedagoga Ilamar Peixoto afirma que aproveita a iniciativa porque pode escolher as mudas que deseja plantar em casa, além de deixar o espaço da família mais bonito. “Tenho o hábito de vir ao Horto Municipal para pegar mudas de árvores. Sempre encontro variedade de espécies para plantar. Esse espaço da Prefeitura é extremamente necessário e faz a diferença na cidade. Além de incentivar a população a plantar, contribui para deixar Boa Vista mais arborizada e mais fresca, já que a nossa cidade é extremamente quente”, disse. Horto Municipal O Horto Municipal está localizado no Parque Anauá e funciona de terça a sexta-feira, das 8h às 14h. O espaço oferece à população a oportunidade de conhecer e retirar mudas de diferentes espécies para plantio em residências e outros locais, contribuindo para a arborização urbana. Para retirar as mudas, o morador deve fazer um breve cadastro e apresentar comprovante de residência e documento oficial com foto. Por Jaqueline Pontes

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Fim da escala 6×1: o que acontece se o Senado aprovar a PEC nesta quarta

A proposta que prevê o fim da escala 6×1 enfrenta nesta quarta-feira (14) seu primeiro grande teste no plenário do Senado. Os senadores devem votar, em primeiro turno, a PEC 221/2019, que reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais e garante dois dias de descanso remunerado por semana sem redução salarial. O texto já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, mas ainda precisa superar etapas importantes antes de eventualmente se transformar em uma Emenda à Constituição. Para avançar, a proposta precisará receber ao menos 49 votos favoráveis entre os 81 senadores. O resultado definirá os próximos passos da tramitação e indicará o tamanho do apoio político à medida dentro da Casa. A expectativa em torno da votação aumentou após o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), incluir a matéria na pauta do plenário. O tema vem mobilizando parlamentares favoráveis à aceleração da análise da proposta e também grupos que defendem um debate mais prolongado sobre seus impactos. O que será votado nesta quarta-feira?A análise prevista para esta quarta não corresponde à votação definitiva da proposta. Antes da deliberação, os senadores ainda precisam concluir as duas últimas sessões de discussão exigidas pelo regimento interno do Senado. Em seguida, o texto será submetido ao plenário em primeiro turno. A PEC já passou pelas principais fases iniciais da tramitação. Foi aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e recebeu parecer favorável da CCJ do Senado em setembro. Agora, será apreciada por todos os integrantes da Casa. Como altera a Constituição Federal, a proposta precisa ser aprovada por pelo menos três quintos dos senadores, o equivalente a 49 votos favoráveis.A votação desta quarta também servirá para medir, pela primeira vez, o apoio efetivo da Casa ao texto. A discussão ocorre após semanas de negociações envolvendo governo, oposição e representantes de diferentes setores econômicos. Parlamentares favoráveis à proposta afirmam possuir apoio suficiente para a aprovação em primeiro turno. Já grupos contrários defendem mais tempo para discussão e alertam para possíveis impactos sobre custos trabalhistas e organização das empresas. Além da disputa em torno do mérito da proposta, há divergências sobre o ritmo de tramitação. Enquanto alguns senadores tentam acelerar o processo, outros defendem um debate mais amplo antes da conclusão das votações. Outro fator importante é o quórum. Mesmo com a matéria pautada, a aprovação depende do voto favorável de pelo menos 49 parlamentares, um número expressivo para mudanças constitucionais. O que acontece se a PEC for aprovada?Se a proposta obtiver os votos necessários, ela continuará tramitando no Senado. A aprovação em primeiro turno não altera imediatamente a Constituição nem muda as regras da jornada de trabalho. Ela apenas permite que o texto avance para a reta final do processo legislativo. Após essa etapa, ainda serão necessários: três novas sessões de discussão em plenário;votação em segundo turno;nova aprovação com pelo menos 49 votos favoráveis.Somente após a aprovação em segundo turno o Senado concluirá sua análise da proposta. Caso os senadores mantenham exatamente o mesmo texto aprovado pela Câmara dos Deputados, a PEC poderá seguir diretamente para promulgação pelo Congresso Nacional e passar a integrar a Constituição Federal. O texto ainda pode sofrer alterações?Sim. Apesar de o relator da matéria, senador Omar Aziz (PSD-AM), ter rejeitado as 36 emendas apresentadas até o momento, novas sugestões de alteração ainda podem ser apresentadas durante a tramitação em plenário. Caso alguma mudança seja aprovada, a PEC deixará de ter a mesma redação que passou pela Câmara. Nessa hipótese, o texto precisará retornar aos deputados federais para uma nova análise antes da promulgação, o que poderá prolongar o processo legislativo. O que prevê a PEC do fim da escala 6×1?A proposta altera o artigo 7º da Constituição Federal para reduzir a jornada máxima semanal de trabalho no Brasil. Hoje, o limite constitucional é de 44 horas semanais. O texto aprovado pela Câmara reduz esse teto para 40 horas, sem permitir redução salarial. A proposta também garante dois dias de descanso remunerado por semana e determina preferência para que um deles seja concedido aos domingos. Na prática, a mudança elimina a possibilidade de adoção da escala 6×1 como modelo regular de jornada. O texto mantém o limite máximo de oito horas de trabalho por dia e preserva os pisos salariais das categorias. As mudanças passariam a valer imediatamente?Não. A PEC prevê uma implementação gradual para permitir a adaptação de empresas e trabalhadores. Primeira etapa Iniciada 60 dias após a promulgação da emenda:redução da jornada máxima de 44 para 42 horas semanais;garantia de dois dias de descanso remunerado por semana. Segunda etapa Iniciada 12 meses após a primeira fase:redução definitiva da jornada máxima para 40 horas semanais.Na prática, a implementação completa ocorreria cerca de 14 meses após a promulgação da emenda constitucional. A medida alcançaria a maior parte dos trabalhadores contratados pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O texto, porém, prevê exceções e regras específicas. Atividades contínuas e consideradas essenciais, como saúde, segurança, transporte e limpeza urbana, poderão manter escalas diferenciadas por meio de acordos e convenções coletivas.A proposta também estabelece tratamento diferenciado para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebam remuneração superior a 2,5 vezes o teto do INSS, atualmente em torno de R$ 21 mil mensais. Além disso, determina que uma futura lei complementar estabeleça regras específicas para microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte. Informações G1

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