26 de setembro de 2026 02:02

setembro 13, 2026

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MORMAÇO 2026 – Espetáculo “Bichos Dançantes” reúne famílias no Teatro Municipal

Neste domingo, 13, foi a vez dos pequenos e de toda família prestigiar o Mormaço Cultural 2026, que recebeu o espetáculo de dança “Bichos Dançantes”, da companhia Focus Cia. de Dança. A apresentação aconteceu na Sala Roraimeira, do Teatro Municipal, como parte da programação infantil desenvolvida pelo dentro do festival.  O espetáculo conta a história da Jabuti Elisa, que ao completar o seu centenário, se cansa da monotonia do tradicional “Parabéns para você”. Com os convidados da festa compartilhando a mesma ideia, os bichos entram em uma aventura em busca da felicidade. No final, os adultos revivem a infância e as crianças aprendem de forma lúdica.     . A apresentação aconteceu no Teatro Municipal, como parte da programação infantil desenvolvida pelo dentro do festival A imersão ao mundo de aventura e contos de fábulas idealizado pela companhia é complementada pela trilha sonora original produzida pela dupla musical brasileira TUIM, composta por Felipe Habib e Paula Raia. Neste domingo, 13, foi a vez dos pequenos e de toda família prestigiar o Mormaço Cultural 2026 O Prefeito Marcelo Zeitoune, destacou que o Mormaço é um espaço onde todos os tipos de arte se encontram para valorizar a riqueza cultural local e nacional. Além disso, o festival também funciona como um motor de incentivo a economia e o turismo da capital. “É gratificante conciliar a geração de renda e empregos com o incentivo à cultura”, disse o Prefeito Marcelo Zeitoune “O Mormaço trata-se de um evento plural, que contempla vários tipos de arte, como o teatro, a música e dança. Em conjunto do valor cultural, o festival incentiva à economia local. Há o aumento no fluxo de turistas, o que beneficia diretamente o setor hoteleiro e gastronômico. É gratificante conciliar a geração de renda e empregos com o incentivo à cultura”, disse. Para o diretor e coreógrafo da Focus Cia. de Dança, Alex Neoral, a participação da companhia no Mormaço 2026 foi especial, principalmente, por se tratar de um festival que democratiza o acesso à cultura para toda população. O espetáculo conta a história da Jabuti Elisa, que no seu aniversário, se cansa da monotonia do tradicional “Parabéns para você” e entra em uma aventura com os amigos “Estivemos aqui em 2016 e retornamos para cidade, mas, agora, no Teatro Municipal pela primeira vez. Foi muito especial estar aqui. Ressalto também a relevância do acesso gratuito proporcionado, o que democratiza a cultura para todos os públicos. Torço para que este festival tenha vida longa, pois é uma iniciativa fundamental para a integração das diversas formas de arte”, afirmou. Tempo de qualidade entre as famílias As famílias compareceram e prestigiaram o espetáculo. Uma delas foi a da Amanda Alves, de 39 anos, que estava acompanhada do marido Amon, 40, e os filhos Isaac e Arthur, com 12 e 10 anos, respectivamente. Juntos, eles aproveitaram o momento para compartilhar o tempo de qualidade com toda a família em meio a arte. O espetáculo possui a pela trilha sonora original produzida pela dupla musical brasileira TUIM “Amei estar aqui com minha família. Acho importante eventos como esses, pois assim incentivamos o consumo da cultura desde cedo. Principalmente em um espetáculo que reúne mensagens importantes como a liberdade, esperança, amor e o desenvolvimento do hábito da leitura. Foi um momento muito lindo e todos nós gostamos muito”, garantiu.  A família da Amanda Alves compareceu e prestigiou o espetáculo “Bichos Dançantes” Para o filho mais velho, Isaac, o espetáculo foi mágico. “Gostei de tudo. A parte que mais me encantou e que me emocionei também foi a passarinho saindo da gaiola e voando. Achei bonito demais”, disse. “MORMACINHO” 2026 – A programação cultural voltada ao público infantil também chega a um dos principais cartões-postais da cidade, o Parque do Rio Braco, com a apresentação da atração nacional Bolofofos no próximo domingo, 20, a partir das 19h no palco Sol.

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Prefeito Marcelo Zeitoune participa de cavalgada e prestigia Semana Farroupilha em Boa Vista

A cultura e a tradição gaúcha tomaram conta de Boa Vista neste sábado (12), durante a programação da Semana Farroupilha. O prefeito de Boa Vista participou da tradicional cavalgada, acompanhando de perto os cavaleiros e vivendo a experiência de percorrer a cidade a cavalo ao lado de famílias e integrantes do movimento tradicionalista. A concentração ocorreu no Centro de Difusão Tecnológica (CDT). De lá, os participantes seguiram em direção ao Centro de Tradições Gaúchas (CTG), em um momento de confraternização e valorização da cultura gaúcha. Para o prefeito, participar da cavalgada foi uma oportunidade de vivenciar de perto uma tradição que reúne história, cultura e sentimento de pertencimento. “Foi uma experiência muito especial participar dessa cavalgada, estar junto das famílias e dos tradicionalistas e sentir de perto a força dessa cultura. Valorizar a cultura é valorizar a história e as raízes de um povo. Quero parabenizar todos os organizadores e participantes da Semana Farroupilha por manterem viva essa tradição tão bonita em Boa Vista”, afirmou. A programação segue durante toda a semana até o dia 20 de setembro, Dia do Gaúcho, reunindo cultura, tradição e confraternização. Entre as atividades estão a Noite Italiana, boi no rolete, jantar dançante, encontros entre famílias e tradicionalistas e muito churrasco. Em Boa Vista, a Semana Farroupilha celebra a presença e a contribuição da cultura gaúcha para a diversidade cultural de Roraima, mantendo vivas tradições que atravessam gerações.

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Semana Farroupilha celebra tradição e cultura gaúcha em Boa Vista

A tradição e a cultura gaúcha ganharam espaço em Boa Vista com o início da Semana Farroupilha. A programação começou na última sexta-feira (11), com a realização de uma missa gaúcha, reunindo famílias e integrantes da comunidade tradicionalista. Neste sábado (12), a programação continuou com uma cavalgada. Os cavaleiros se concentraram na CDT e, em seguida, percorreram as ruas da cidade a cavalo até o Centro de Tradições Gaúchas (CTG). O prefeito de Boa Vista também participou da programação e acompanhou a chegada dos cavaleiros ao CTG. O momento foi marcado pelo acendimento da Chama Crioula e pelo hasteamento das bandeiras. Um dos principais símbolos da Semana Farroupilha, a chama representa a união, a tradição e a continuidade da cultura gaúcha, simbolizando a preservação da memória e dos valores transmitidos de geração em geração. A cavalgada também representa uma das manifestações mais tradicionais da cultura gaúcha. Além de reunir os tradicionalistas, o percurso a cavalo simboliza a preservação dos costumes, da identidade e do modo de vida ligados ao campo e à história do Rio Grande do Sul. A programação da Semana Farroupilha segue até o dia 20 de setembro, quando será encerrada com as celebrações do Dia do Gaúcho. Durante toda a semana, o público poderá participar de atividades culturais e confraternizações, incluindo a Noite Italiana, o tradicional boi no tolete e bailes dançantes, além de muito churrasco. A Semana Farroupilha é um período dedicado à valorização da cultura e das tradições gaúchas, com atividades que envolvem música, dança, culinária, vestimentas típicas, manifestações religiosas e encontros entre famílias e comunidades tradicionalistas. Em Boa Vista, a programação reforça a diversidade cultural presente em Roraima e mantém vivas tradições que atravessaram gerações e chegaram a diferentes regiões do país.

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O sequestro, as pistas e os negócios de uma milícia amazônica

Nesta segunda reportagem da série “O poder da milícia em Roraima”, produzida em 2022, o InfoAmazonia revela detalhes de como o deputado Jalser Renier teria agido para ampliar o seu poder lucrando com serviços e operações financeiras ilegais, além de detalhes do sequestro do jornalista Romano dos Anjos, que denunciava desvios de recursos envolvendo o então presidente da Assembleia Legislativa. “Eu estava saindo do quarto quando me deparei com eles no corredor. Todos de toucas, luvas e camisas pretas. Apesar da situação, eu tentei manter a calma e fiquei atento a tudo. Da forma como eles me renderam e me levantaram do chão, exatamente como os policiais fazem, eu percebi desde o começo que não se tratava de qualquer tipo de bandido. Tinha certeza que era gente com treinamento militar”, contou Romano dos Anjos em entrevista ao InfoAmazonia. O jornalista de 40 anos e a esposa foram rendidos e amarrados na noite do dia 26 de outubro de 2020. Ela foi trancada em um quarto, mas conseguiu se desvencilhar das amarras e pulou a janela. Romano dos Anjos foi levado no próprio carro e depois transferido para outro veículo, uma caminhonete. O carro dele foi incendiado. “Eu ainda estou pagando as prestações do carro”, nos contou. Durante o percurso, os sequestradores desferiram golpes contra Romano dizendo: “Você não é o brabão? O cara que fala tudo dentro do estúdio? Fala agora!”. Da forma como eles me renderam e me levantaram do chão, exatamente como os policiais fazem, eu percebi desde o começo que não se tratava de qualquer tipo de bandido. Tinha certeza que era gente com treinamento militar. Romano dos Anjos, jornalista sequestrado pela milícia.O jornalista da afiliada da TV Record em Roraima logo descobriu que o crime tinha cunho de retaliação política por causa dos seus comentários no programa “Mete Bronca”. Foi a partir do caso Romano que a Polícia Civil de Roraima descobriu que o sequestro não se tratava de algo pontual. O crime, segundo as investigações, foi gestado dentro do Serviço de Inteligência da Assembleia de Roraima, o SISO, a mando do deputado estadual Jalser Renier (Solidariedade). Envolvido em diversos casos de corrupção, Jalser Renier é acusado pelo Ministério Público de Roraima de chefiar uma milícia de Policiais Militares, como publicamos na primeira reportagem da série. O grupo formado por policiais militares de elite, incluindo três coronéis e um major, teria cometido uma série de crimes entre 2015 e 2020, incluindo espionagem de adversários, sequestro, fornecimento de armas para garimpos ilegais e segurança armada para empresas e políticos com um único objetivo: perpetuar o poder de Jalser em Roraima. Na época, lembra Romano, o nome do deputado Jalser foi associado a suspeitas de desvios de recursos na Secretaria de Saúde, onde teria o poder de indicações políticas. “Lembro que naquela época nós recebemos muitas mensagens da população cobrando que a imprensa acompanhasse as fraudes na Saúde, nós estávamos em plena pandemia e tinha suspeitas de desvios de dinheiro de respiradores, de médicos que recebiam e não trabalhavam”, lembra o jornalista. jornalista. “Eles ainda tentaram simular que as ordens viriam de alguém que fala espanhol, talvez um venezuelano, mas dava pra perceber que era um brasileiro que fala um espanhol bem ruim”, afirma Romano dos Anjos. Durante o sequestro, o grupo se comunicou via rádio, mas falou pouco. Com o rosto coberto, o jornalista não sabia para onde estava sendo levado, mas lembra que não ficou muito tempo em poder dos sequestradores. Antes de ser abandonado, foi novamente espancado. Os criminosos quebraram os dois braços do jornalista, que ficou com hematomas por todo o corpo, e o abandonaram com os olhos vendados e a boca coberta por fitas. Ele acabou encontrado na manhã de 27 de outubro de 2020 por um funcionário da Roraima Energia, que fazia a medição na região. Uma nota fiscal apreendida pela polícia civil confirmou que o motorista do coronel Paulo Cézar comprou fitas silver tape dias antes do sequestro. A fita é idêntica a usada para amarrar o jornalista e sua mulher. O motorista de Paulo Cézar confirmou a compra aos investigadores. A polícia também comparou as pegadas deixadas no local onde Romano dos Anjos foi encontrado, que batem com o solado das botas apreendidas na Operação Pulitzer, assim como as marcas de pneus, que se assemelham aos de uma caminhonete da Assembleia usada pelos policiais do SISO. A investigação confirmou que horas antes do crime, Paulo Cézar não estava no shopping, como contou em depoimento, mas sim na região onde o carro do jornalista foi incendiado. Ele também esteve próximo do local onde Romano foi encontrado após a sessão de tortura. A confirmação veio da conexão dos celulares dos investigados com as torres de telefonia. Através desse método, os policiais conseguiram remontar os passos dos demais membros da organização e concluíram que o coronel “fez uma verificação de rotas que seriam usadas pela OrCrim (organização criminosa) para levar a vítima de sua casa até a região da estrada Bom Intento (local em que foi encontrada)”. Outros detalhes, como a abordagem, o carro usado no sequestro e palavras chaves, próprias do linguajar policial, também permitiram confirmar que a ação foi executada por policiais altamente treinados. Pelo menos duas testemunhas confirmaram, durante as investigações, terem sido procuradas pelo coronel Paulo Cézar e pelo subtenente Clóvis Romero para participar do sequestro do jornalista. Em depoimento, uma das testemunhas confirmou que “a missão” foi determinada pelo deputado Jalser e que “o recado tem que ser dado”. Para o Ministério Público, a atuação da organização instalada na Assembleia de Roraima a mando do deputado se compara às milícias cariocas. “Assim como as milícias que atuam no estado do Rio de Janeiro, a OrCrim ora investigada tem se dedicado também à prestação ilegal de serviço de segurança armada para empresas particulares, como RoraiCap, By Money e Itaipava [distribuidora de bebidas local, que não tem relação com a marca de cerveja]”, segundo consta na denúncia.

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