26 de setembro de 2026 02:02

setembro 12, 2026

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MORMAÇO 2026 – Confira a programação do festival para este fim de semana no Teatro Municipal

Neste fim de semana, o Mormaço Cultural 2026 segue enaltecendo a potência cultural da terra e nacionais com uma programação variada, no Teatro Municipal de Boa Vista. Na interna, o público conta com as apresentações artistas da Focus Cia. de Dança. Já na área externa, a BandaCore e o cantor MK abrilhantam a programação..  Sábado No sábado, 12, a programação se inicia às 19h com o show da banda de rock local BadCore. Às 20h, a sala roraimeira aguarda o público para prestigiar o espetáculo “As canções que guardou para mim”, inspirado nas discografia de Roberto Carlos. Às 20h, a sala roraimeira aguarda o público para prestigiar o espetáculo “As canções que guardou para mim” O festival recebe shows de músicos que entoam a sua voz e arte pela primeira vez nos palcos do Mormaço Cultural: esse é o caso da BadCore. Composta por André Deco na bateria, Jacy Barbosa na guitarra, Kássio Carvalho no baixo e Assis Weverton nos vocais. A banda possui 5 anos de carreira. Juntos, prometem deixar a sua marca ao tocar pela primeira vez o seu novo single.  No sábado, 12, a programação se inicia às 19h com o show da banda de rock local BadCore “Horas antes do show, será disponibilizado em todas as plataformas digitais a nossa nova música chamada de ‘Cores Vivas’. Vamos cantar ela pela primeira vez no palco do Mormaço. A expectativa é a melhor possível. Agradecemos a prefeitura pela oportunidade que será retribuída com um super show”, disse o baterista André Deco.  Domingo No domingo, 13, a “criançada” e toda família vão aproveitar a obra “Bichos Dançante” da Focus Cia. de Dança a partir das 11h, na Sala Roraimeira. O espetáculo é voltado ao público infantil, que mistura humor, alegria e aprendizados para crianças de todas as idades.  Já à noite, a partir das 19h, o cantor local MK estará na área externa do teatro, mostrando toda sua toda sua versatilidade e musicalidade ao misturar rock e hip-hop. Às 20h, a companhia Focus volta ao palco com o espetáculo de dança contemporânea “As canções que você dançou para mim”.  Às 20h, a companhia Focus volta ao palco com o espetáculo de dança contemporânea Outra atração que participa pela primeira vez é o cantor MK. Segundo o roraimense com orgulho das suas raízes, o Mormaço é um espaço de conexão entre o público e a cultura local, além de incentivar e enriquecer a variada cena local.  “O Mormaço tem um impacto grande na cidade por proporcionar uma conexão entre nós e o público. O festival também agrega muito à cultura local, ao movimentar e incentivar a continuidade do trabalho dos artistas de vários estilos musicais. Gosto de me expressar, mostrando que sou de Roraima. Então, a ideia é entregar uma sonoridade diferente e muita presença de palco”, completou. “O Mormaço tem um impacto grande na cidade por proporcionar uma conexão entre nós e o público”, disse MK INGRESSOS –  Com entrada gratuíta, os interessados em assistir os espetáculos na Sala Roraimeira do Teatro Musical de Boa Vista devem fazer a retirada dos ingressos na bilheteria uma hora antes do início das apresentações. 

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Padrasto é preso em flagrante por estupro de vulnerável contra enteada de nove anos em Boa Vista

Um homem, de 25, anos, investigado por estupro de vulnerável contra a própria enteada, uma criança de 9 anos, foi preso em flagrante pela Polícia Civil de Roraima (PCRR). A prisão ocorreu na noite desta sexta-feira, 11, no bairro Treze de Setembro, em Boa Vista. O caso foi descoberto após a mãe da vítima relatar a uma equipe da Polícia Militar (PMRR) que a filha havia contado, durante a madrugada, que o padrasto teria tocado suas partes íntimas enquanto ela dormia. O suspeito foi conduzido à Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, onde foi autuado em flagrante pela delegada Clarissa de Oliveira Pinheiro. De acordo com a delegada, a mãe da vítima relatou que o investigado chegou à residência durante a madrugada e deitou-se em um colchão onde a criança estava. Após acordar, a menina procurou a mãe e contou que o padrasto havia tocado suas partes íntimas. Pela manhã, a mãe voltou a conversar com a filha, que confirmou o relato e afirmou que os fatos haviam ocorrido naquela madrugada. Inicialmente, a equipe da PM havia sido acionada para atender uma ocorrência de conflito familiar e retirar o homem da residência. Durante a abordagem, a mãe revelou a suspeita de abuso contra a criança. Como a menina estava na escola naquele momento, a equipe policial foi até a unidade de ensino e a conduziu à delegacia, onde ela confirmou os fatos. Na delegacia, o homem negou ter tocado na enteada. Ele afirmou que havia ingerido bebida alcoólica durante a madrugada e que não se recordava de ter praticado qualquer conduta contra a criança. O investigado também declarou que cria a menina desde os dois anos de idade. Diante dos relatos apresentados e das circunstâncias verificadas durante o atendimento da ocorrência, a delegada Clarissa de Oliveira Pinheiro realizou a autuação do suspeito em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal. O crime é caracterizado pela prática de ato de natureza sexual contra pessoa menor de 14 anos. A delegada recebeu que denúncias envolvendo crianças e adolescentes devem ser comunicadas imediatamente às autoridades competentes, permitindo que as medidas de proteção e investigação sejam adotadas de forma rápida e adequada. Com informações do Roraima em Tempo

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Candidata ignora passado de Jalser, mas a polícia fez um trabalho minucioso sobre atuação de milícia na ALERR

Esta e uma série de reportagens publicadas em 16 de fevereiro de 2022 pelo Jornalista Fábio Bispo do Portal Infoamazonia Fita silver tape, rastros de pneu e pegadas. Foram nos vestígios mais improváveis que a Polícia Civil encontrou os indícios que levaram à comprovação da existência de uma milícia armada instalada na Assembleia Legislativa de Roraima (ALERR). Segundo as investigações, o grupo era comandado pelo deputado Jalser Renier (Solidariedade) e formado por policiais militares de elite, incluindo três coronéis e um major, todos lotados no Serviço de Inteligência e Segurança Orgânica da Assembleia (SISO). Entre 2015 e 2020, por ordens do deputado, o grupo teria praticado uma série de crimes, incluindo espionagem de adversários, sequestro, fornecimento de armas para garimpos ilegais e segurança armada para empresas e políticos. A polícia também identificou ligação do grupo investigado nos negócios da financeira By Money, que movimentou de forma ilícita mais de R$ 90 milhões no ano passado e que “faliu” logo após as primeiras prisões dos envolvidos. O SISO foi criado pelo próprio deputado Jalser em 2016, quando ocupava a presidência da ALERR, e tinha como atividade principal a apuração de fatos relacionados ao parlamento roraimense. No entanto, as atividades do grupo iam muito além dos interesses institucionais da Assembleia. A mando do deputado, policiais do SISO teriam planejado e executado o sequestro e tortura do jornalista Romano dos Anjos, durante as eleições municipais de 2020, além de promoverem uma série de interferência para atrapalhar as investigações do caso. “Juntamente com o SISO, ele criou na ALERR uma verdadeira milícia, com especialistas em inteligência, oficiais e soldados militares de elite, leais a ele (incluindo integrantes de sua guarda pessoal) com a finalidade de servirem a seus caprichos e intimidarem seus adversários políticos”, definiu o Ministério Público de Roraima na denúncia apresentada em outubro do ano passado e que resultou na prisão de Jalser e outras 10 pessoas durante a Operação Pulitzer da polícia civil. Nove denunciados são policiais militares. Jalser foi preso em 1º de outubro de 2021, na segunda fase da operação. Mas cinco dias depois, em 6 de outubro, conseguiu um habeas corpus no STJ e passou a usar tornozeleira eletrônica. Mesmo assim, o deputado ficou pouco tempo sob monitoramento da Justiça. Em dezembro do ano passado, em decisão colegiada, o Tribunal retirou o equipamento do parlamentar. Apesar de a polícia e o Ministério Público entenderem que o deputado é o mentor intelectual da milícia, Jalser é o único entre os 10 denunciados que está solto, protegido por sua imunidade parlamentar. Todos os demais denunciados seguem presos preventivamente. Planos de uma ordem hierárquica As investigações apontam que o grupo seguia rigidamente a hierarquia militar. As ordens eram passadas aos coronéis Paulo Cézar, Natanael Felipe e Moisés Granjeiro, que por sua vez repassavam aos militares de baixa patente para execução. O InfoAmazonia teve acesso à denúncia do MP, que tem como base o inquérito policial, com quase 4000 páginas, e depoimentos colhidos pela Força Tarefa designada para investigar o sequestro do jornalista. O próprio governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), afirmou em depoimento que foi procurado e ameaçado de morte pelo deputado, que teria dito que daria um tiro em Denarium e depois se mataria, se o governador não parasse a investigação.“Ele ficou aborrecido com a situação e naquele momento lá ele me falou que se por acaso [a investigação] chegasse no Coronel Paulo Cézar e que ele fosse preso ele me dava um tiro e se matava, ou seja, esquentou um pouco os ânimos ali e a conversa já terminou”, disse o governador em depoimento ao Ministério Público. Coronel da reserva e na época chefe da segurança institucional da Assembleia Legislativa, Paulo Cézar teria planejado o sequestro e tortura do jornalista Romano dos Anjos a pedido de Jalser. Apesar de adotarem uma série de cuidados para não serem descobertos, como manter celulares desligados na noite do crime, 26 de outubro de 2020, e de serem criteriosos nas trocas de mensagens por telefone e internet, o grupo não contava com astúcia do delegado João Evangelista dos Santos, que se concentrou em detalhes para rastrear os criminosos que o levaram até o gabinete da presidência da Assembleia. Os restos de uma fita adesiva do tipo silver tape —mais reforçada que as normais—, pegadas de coturno e marcas de pneus foram algumas das pistas deixadas pelo grupo. Além disso, os policiais fizeram uma varredura em torres de celulares e descobriram que membros da quadrilha monitoravam o jornalista dias antes do crime. Jalser deixou claro a sua preocupação com o rumo das investigações do caso Romano. Antes mesmo de ser tido como suspeito, o deputado tentou articular a troca do delegado titular do inquérito. Sem sucesso, acabou dedurado pela cúpula da Segurança Pública, pelo governador Denarium e pelo chefe da Casa Civil, deputado e soldado da PM Sampaio (PCdoB) —atual presidente da ALERR—, que confirmaram as ameaças contra o chefe do executivo. Ao delegado-geral da Polícia Civil, Herbert Amorim, procurado pelo deputado por telefone dias depois do crime, Jalser Renier teria dito: “Se tiver de matar alguém, eu vou lá e mato, se tiver que bater, eu vou lá e bato, eu não preciso mandar ninguém fazer isso não, isso é uma covardia que vocês estão fazendo”. Em depoimento à força-tarefa do MP, o delegado Herbert Amorim disse que Jalser se dirigia aos investigados como “meus coronéis”, afirmando que não poderiam ser presos. Ele criou na ALERR uma verdadeira milícia, com especialistas em inteligência, oficiais e soldados militares de elite, leais a ele (incluindo integrantes de sua guarda pessoal) com a finalidade de servirem a seus caprichos e intimidarem seus adversários políticos. Ministério Público de RoraimaPara a investigação, o desespero de Jalser soou como um “atestado de confissão”:“O denunciado Jalser [Renier] não era apenas o superior hierárquico dos demais investigados, mas com participação ativa, dirigia finalisticamente os demais, não apenas criando e aparelhando a milícia composta, majoritariamente, de policiais das forças de elite de sua confiança, mas coordenando suas atividades criminosas e tentando

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