9 de setembro de 2026 23:13

setembro 2, 2026

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Prefeitura recolhe mais de 170 mil toneladas de resíduos de janeiro a agosto em Boa Vista

Serviços de limpeza, coleta domiciliar, mutirões e manutenção de canais e valas são feitos diariamente pelas equipes de limpeza em diferentes regiões da capital Boa Vista é reconhecida pelas ruas e avenidas limpas, resultado do trabalho diário feito pela prefeitura para manter a cidade bem cuidada e oferecer mais qualidade de vida à população. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Conservação (SMCP), de janeiro a agosto deste ano, foram recolhidas 170.895 toneladas de resíduos em diferentes frentes de serviços de limpeza espalhadas pela capital. O Mutirão de Limpeza foi responsável pelo maior volume, com 87.255 toneladas recolhidas, seguido pela Coleta Domiciliar, com 74.347 toneladas. Também foram retiradas 5.049 toneladas em ações de limpeza de pontos viciosos; 3.973 toneladas na limpeza de canais e valas e por meio da Patrulha da Chuva; 156 toneladas na limpeza de feiras; 71 toneladas nas praias; e 44 toneladas na Coleta Fluvial. O secretário municipal de Conservação Pública, Lindonir Barreto, destacou que o recolhimento de mais de 170 mil toneladas de resíduos em apenas oito meses mostra a dimensão do trabalho que a prefeitura executa diariamente para manter Boa Vista sempre limpa e bem cuidada. “São equipes atuando de forma permanente em diferentes regiões da cidade, com serviços que vão desde a coleta domiciliar e os mutirões de limpeza até a manutenção de canais e valas, limpeza de pontos viciosos, feiras e praias. Esses números representam um trabalho contínuo, que acontece todos os dias e contribui diretamente para a qualidade de vida da população e para uma cidade mais organizada e agradável para todos”, destacou. Ainda de acordo com o secretário, o cronograma de limpeza do mês de setembro inicia contemplando os bairros Equatorial, São Vicente, Cambará, Tancredo Neves e Raiar do Sol, com ações de limpeza, manutenção e conservação dos espaços públicos, além do atendimento às demandas encaminhadas pela Central 156. Confira os serviços de limpeza de janeiro a agosto: Por Wandilson Prata

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TRE-RR rejeita recursos de vereador cassado por compra de votos

O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RR), por unanimidade, rejeitou os embargos de declaração apresentados pelo vereador Deyvid Carneiro (União) contra a decisão que manteve sua condenação por compra de votos. O julgamento aconteceu durante sessão ordinária nesta quarta-feira, 2. O parlamentar alegou omissões, contradições e erros materiais no acórdão da Corte. Por isso, ele pediu a improcedência dos pedidos da Ação de Investigação Judicial Eleitoral (Aije), o afastamento da cassação, da multa e da retotalização de votos.  O juiz relator Allan Kardec Lopes Mendonça Filho votou pela rejeição dos embargos, sendo assim acompanhado pelos demais magistrados. A Justiça Eleitoral cassou Deyvid Carneiro no dia 6 de agosto deste ano por comprar votos nas eleições municipais de 2024. A decisão foi tomada por quatro votos durante sessão no TRE. A Corte analisou um recurso apresentado pela defesa do vereador contra a sentença da 5ª Zona Eleitoral, que havia cassado o diploma do parlamentar em outubro de 2025. A Polícia Federal prendeu Deyvid em flagrante três dias antes das eleições municipais de 2024. Com ele, havia santinhos, listas de supostos eleitores, formulários destinados a cabos eleitorais e R$ 1,1 mil em dinheiro. Conforme a PF, a quantia estava dividida em notas de R$ 50. Com informações do Roraima em Tempo

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Corregedoria articula medidas para ampliar registro civil de indígenas em Roraima

A Corregedoria-Geral de Justiça do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) realizou, nesta segunda-feira (31), reunião interinstitucional para discutir estratégias de enfrentamento ao sub-registro civil da população indígena no Estado. A reunião analisou dados de saúde e registros cartorários, especialmente relacionados às crianças de zero a cinco anos, e discutiu fatores que dificultam o registro civil, como as distâncias geográficas, o deslocamento de comunidades entre diferentes territórios, alterações históricas de nomes e aspectos culturais relacionados ao nascimento e ao falecimento. Também foram debatidos os impactos da ausência de documentação civil na vida das crianças indígenas, inclusive as dificuldades para a formalização de atendimentos de saúde e da matrícula e vida escolar nas escolas localizadas nas comunidades indígenas. Entre as alternativas discutidas estão a maior integração entre os cartórios de Registro Civil das Pessoas Naturais, órgãos de saúde, Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs) e demais instituições envolvidas, além da possibilidade de criação ou implantação de unidades interligadas destinadas ao atendimento das populações indígenas, cuja viabilidade ainda será aprofundada. Para o corregedor-geral de Justiça, desembargador Erick Linhares, a construção das soluções deve partir da realidade das próprias comunidades. “Estamos diante de uma questão de cidadania que exige diálogo e atuação conjunta. Roraima possui características territoriais e culturais muito próprias, e precisamos compreender essas particularidades para aperfeiçoar os procedimentos, qualificar os dados e reduzir barreiras burocráticas. O objetivo é construir soluções efetivas, sempre com respeito à autonomia e à cultura dos povos indígenas.” Outro ponto considerado prioritário foi a qualificação dos dados sobre registro civil indígena, buscando compreender adequadamente as diferentes causas do sub-registro, em vez de promover apenas uma segregação estatística por etnia. Nesse sentido, a Corregedoria também deverá iniciar diálogo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para aperfeiçoar a produção e o tratamento dessas informações. A discussão será ainda levada ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com o objetivo de buscar o aperfeiçoamento das políticas de registro civil indígena e analisar entraves normativos identificados. Também será avaliada a construção de proposta legislativa para facilitar o registro civil em situações específicas envolvendo populações indígenas, especialmente diante das particularidades territoriais existentes em Roraima. Participaram do encontro representantes do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), dos DSEIs de Roraima e Yanomami, da Vara da Justiça Itinerante, além de integrantes da Corregedoria-Geral de Justiça.

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PF deflagra Operação Nacional Proteção Integral V contra abuso sexual de crianças e adolescentes

A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (2/9), a Operação Nacional Proteção Integral V, em parceria com as Polícias Civis de 20 estados, para identificar e para responsabilizar investigados por crimes de abuso sexual contra crianças e adolescentes. São cumpridos, simultaneamente, mandados de busca e apreensão nas 27 unidades da Federação. A operação é coordenada pela Polícia Federal e conta com a participação de policiais federais e civis. Durante o cumprimento das medidas judiciais, foram realizadas 31 prisões em flagrante, cumpridos 13 mandados de prisão preventiva, bem como apreendidos 3 menores e identificadas e resgatadas 2 vítimas de abuso. A operação tem como foco a repressão a crimes relacionados ao armazenamento, ao compartilhamento, à comercialização e à produção de material de abuso sexual infantojuvenil, com atuação integrada entre as forças policiais. A Operação Nacional Proteção Integral V dá continuidade às ações realizadas nas operações nacionais Proteção Integral I, II, III e IV, deflagradas em 2025 e 2026, e na Operação Nacional Guardião Digital, realizada em março deste ano. Participaram desse esforço conjunto as Policiais Civis dos estados de Alagoas, Amazonas, Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Mato Grosso, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, São Paulo, Sergipe e Tocantins. A ação tem por finalidade promover a integração entre as forças policiais federais e estaduais na persecução penal de indivíduos envolvidos no armazenamento, no compartilhamento, na comercialização e na produção de material de abuso sexual infantojuvenil. A deflagração da operação reforça o compromisso institucional com a prevenção e com a repressão de crimes que atentam contra a dignidade sexual de crianças e adolescentes, conferindo maior visibilidade à necessidade de proteção integral desse público vulnerável. Ademais, cumpre informar que em 2026 (entre janeiro e agosto) a Polícia Federal cumpriu ao menos 980 mandados de prisão de foragidos da Justiça pelo cometimento de crimes sexuais que estavam pendentes de cumprimento, demonstrando o comprometimento de todas as áreas da PF no combate a esses delitos. O nome da Operação foi escolhido porque o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal nº 8.009/1990) estabelece já em seu art. 1º a proteção integral das crianças e dos adolescentes, bem como assegura a esses sujeitos o gozo de todos os direitos fundamentais inerentes à pessoa humana (art. 3º). Além disso, a Constituição Federal, em seu art. 227, caput, estabelece que é “dever da família, da sociedade e do Estado assegurar à criança, ao adolescente e ao jovem com absoluta prioridade o direito à vida, à saúde, à alimentação, à educação, ao lazer, à profissionalização, à cultura, à dignidade, ao respeito, à liberdade e à convivência familiar e comunitária”. Ademais, não restam dúvidas quanto ao grau de lesividade que os delitos cibernéticos relacionados ao abuso sexual infantojuvenil acarretam às crianças e aos adolescentes, sendo a Operação, portanto, uma forma da Polícia Federal dar cumprimento aos dispositivos constitucionais e legais que estabelecem a absoluta prioridade e a proteção integral às vítimas desses delitos.  Além disso, a Polícia Federal alerta aos pais e aos responsáveis sobre a importância de monitorar e de orientar seus filhos no mundo virtual e físico, protegendo-os dos riscos de abusos sexuais. Conversar abertamente sobre os perigos do mundo virtual, explicar como utilizar redes sociais, jogos e aplicativos de forma segura e acompanhar de perto as atividades on-line dos jovens são medidas essenciais de proteção. Estar atento a mudanças de comportamento, como isolamento repentino ou segredo em relação ao uso do celular e do computador, pode ajudar a identificar situações de risco. É igualmente importante ensinar às crianças e aos adolescentes como agir diante de contatos inadequados em ambientes virtuais, reforçando que podem e devem procurar ajuda. A prevenção é a maneira mais eficaz de garantir a segurança e o bem-estar de crianças e de adolescentes, e a informação continua sendo um instrumento capaz de salvar vidas. Resumo Operação Nacional Proteção Integral V153 Mandados de Busca e Apreensão13 Mandados de Prisão Preventiva31 Prisões em Flagrante3 Apreensões de menores755 Policiais (480 PF e 275 PC)2 Vítimas resgatadasAtuaram as Polícias Civis em 20 Estados (AL, AM, BA, DF, ES, GO, MG, MT, PA, PB, PE, PI, RJ, RO, RR, RS, SC, SE, SP, TO).

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