14 de agosto de 2026 14:33

agosto 13, 2026

Últimas notícias

Teatro Municipal de Boa Vista recebe estreia mundial da 1ª Fantópera de Roraima

Espetáculo ocorre logo mais às 19h desta quinta-feira, 13, na sala Roraimeira A Companhia de Ópera de Roraima estreia mundialmente nesta quinta-feira, 13, a Fantópera “A Caipora – Ópera Buffa de Fantoches”. Com apoio da Prefeitura de Boa Vista, por meio da Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura (FETEC), o espetáculo é livre para todos os públicos e está marcado para as 19h, na Sala Roraimeira do Teatro Municipal de Boa Vista, com retirada gratuita de ingressos uma hora antes. Esta é uma ópera cômica em dois atos, com música e libreto originais compostos por Lilyane Lopes e Nickole Pineda. Como forma de valorizar as lendas e tradições populares, bem como reforçar a mensagem de proteção à natureza, o espetáculo já deixa clara a proposta na sinopse: “Na floresta vive a esperta Caipora, espírito maluco e guardiã da natureza, e também Yamê, seu amigo indígena nativo da região! Mas a paz acaba quando o terrível Capitão Virgulino Corta-Tudo resolve destruir a mata e os animais por pura diversão!”. Os personagens contarão com as vozes da soprano Bianka Tarolla (Caipora), do tenor Juan Alexis (Yamê) e do barítono Josenor Rocha (Capitão Virgulino Corta-Tudo). A composição evoca sons da floresta, emoções e a intensidade de cada mensagem expressa em cena, o que deve proporcionar à plateia um envolvimento ainda maior com a história. A maestrina e diretora musical da companhia, Lilyane Lopes, explica que houve uma extensa pesquisa sobre a lenda da Caipora, bem como sobre rituais e as diversas manifestações da cultura indígena. Em especial, um vídeo de um bebê indígena dançando durante um ritual, no qual era possível ouvir claramente o som do chocalho, chamou a atenção dela e de Nickole, além de uma flauta pataxó. Essas foram algumas das referências incorporadas à ópera. “Misturando todos esses elementos, conseguimos criar uma atmosfera que transmite esse sentimento indígena e ancestral, principalmente ligado ao Yamê, que é o nosso indígena nativo da região. Ao mesmo tempo, buscamos trazer esse lado heroico e divertido do personagem. A música, na verdade, vai contando a história junto com os fantoches, transmitindo os sentimentos e até as ações deles”, disse Lilyane. “Na parte indígena, a gente também inseriu um ritmo inspirado na toada de boi-bumbá, que traz muito esse sentimento de pertencimento e de amor por aquilo que já fomos um dia, como aparece no Lamento do Yamê”, explica Nickole. “É quase como dizer: um só povo, os nativos. Uma das coisas que mais buscamos na composição foi transmitir também o mistério e a fantasmagoria da Caipora, que é esse espírito protetor da floresta, que protege a mata através de artimanhas e encantos. Então isso aparece muito claramente nas melodias e na atmosfera da música”. A fantópera conta ainda com marchas militares, que representam o Capitão Virgulino Corta-Tudo, o antagonista e vilão da história. “Então cada personagem acaba tendo uma identidade musical própria, e a música ajuda o público a entender quem eles são, o que estão sentindo e o que está acontecendo em cena”, ressalta a diretora de cena e uma das compositoras da obra. O espetáculo conta com recursos da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Ministério da Cultura/Governo Federal), patrocínio da Companhia de Ópera de São Paulo e da Melo Farma, bem como do apoio da Prefeitura de Boa Vista, por meio da Fundação de Educação, Turismo, Esporte e Cultura (FETEC), do Teatro Municipal de Boa Vista, do Curso de Música da Universidade Federal de Roraima, do canal ENTREÓPERA e da Academia Amazonense de Música. Segundo o presidente e solista da companhia, Juan Alexis, há muitas outras óperas sendo pensadas e preparadas para apresentação ao público roraimense. “É um momento muito especial para nós, porque estamos apresentando ao mundo uma obra que nasceu em Roraima e que carrega a identidade amazônica. E esperamos que essa seja apenas a primeira de muitas fantóperas que ainda estão por vir. Como solista da ópera, me sinto honrado em fazer parte deste marco histórico roraimense e agora mundial”. E TEM MAIS! Na sexta-feira, 14, tem mais ópera no Teatro Municipal. A partir das 20h, a Companhia de Ópera de Roraima apresenta “La Serva Padrona”, na Sala Roraimeira. Divertida ópera cômica em dois atos, de Giovanni Battista Pergolesi, a obra conta a história deSerpina (Bianka Tarolla), que já cansou de obedecer e decide que chegou a hora de assumir o comando da casa e também do coração de seu patrão, Uberto(Josenor Rocha). Com a ajuda do esperto (e mudo!) criado Vespone(Juan Alexis), ela coloca em prática um plano cheio de disfarces, confusões e situações hilárias para convencer o rabugento solteirão de que a melhor escolha é casar-se com ela. Entre muito humor, astúcia e reviravoltas, a ópera mostra que, às vezes, quem parece mandar é justamente quem está sendo conquistado. Os ingressos são gratuitos e poderão ser retirados na bilheteria do teatro uma hora antes do início do espetáculo. Para conferir estes e outros projetos, basta seguir o perfil no Instagram @roraimaopera. Por Fábio Cavalcante

VER COMPLETO »
Últimas notícias

Praças de Boa Vista ganham novas áreas de estacionamento

A Prefeitura de Boa Vista está implantando novas áreas de estacionamento no entorno de praças para melhorar o acesso, a circulação e a segurança de moradores e visitantes. Nesta semana, o serviço é realizado na Praça do Mecejana, entre as avenidas Mário Homem de Melo e Terêncio Lima. A intervenção amplia as vagas e organiza o espaço para veículos e pedestres. O serviço já foi realizado em outras 10 praças da capital, incluindo as praças dos Estados, Mirandinha, Arco-Íris, Mané Garrincha, Asa Branca, Buritis, 13 de Setembro, Tatu e Amoca. A medida melhora a estrutura dos espaços públicos e oferece mais conforto para famílias que utilizam as praças para lazer, atividades físicas e convivência.

VER COMPLETO »