27 de abril de 2026 17:09

abril 20, 2026

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Título de eleitor: prazo para tirar ou regularizar vai até 6 de maio

A menos de seis meses para o primeiro turno das eleições gerais de 2026, eleitores devem ficar atentos se estão aptos para exercer o direito ao voto. No próximo dia 7 de maio, o cadastro eleitoral será fechado para a preparação do pleito. Com isso, é preciso regularizar ou tirar o título de eleitor antes dessa data. O primeiro turno das eleições gerais de 2026 está marcado para o primeiro domingo de outubro, no dia 4. Eventual segundo turno será realizado no dia 25 do mesmo mês. O eleitor pode consultar, de forma rápida e gratuita, pela internet, a situação eleitoral pelo portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para consultar, basta acessar o menu “consultas” e clicar em “situação do título”. É necessário informar o número do título, o CPF ou o nome e a data de nascimento. Por José Augusto

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Roraima com apenas 15 municípios tem a 3ª melhor capital para empreender no Brasil

Com apenas 15 municípios, Roraima é o estado brasileiro com menor número de cidades do país, um contraste evidente quando comparado a Minas Gerais, que possui mais de 800 municípios. A diferença reflete fatores históricos, demográficos e territoriais que moldaram a formação administrativa da Região Norte. Entre as razões está a baixa densidade populacional. Roraima figura entre os estados menos populosos do Brasil, o que reduz a demanda por novas divisões municipais. Além disso, grande parte do território é ocupada por áreas de preservação ambiental e terras indígenas, o que limita a expansão urbana e a criação de novos municípios. Outro fator determinante é a história recente. Roraima só foi elevado à condição de estado em 1988, após a Constituição Federal, quando deixou de ser território federal. Esse processo mais tardio resultou em menos tempo para a organização político-administrativa e a criação de novas cidades, ao contrário do que aconteceu em estados mais antigos. Apesar de ser pouco povoado, Roraima se destaca em relação ao ambiente de negócios, principalmente na capital Boa Vista. A cidade aparece como a terceira melhor do país para empreender. Estado de Roraima é o 3º melhor do Brasil para empreendedorismo A afirmação leva em conta os dados do Ranking Nacional de Liberdade para Trabalhar das Capitais, elaborado pelo Instituto Liberal em parceria com o Instituto Millenium. O levantamento mostra que Boa Vista fica atrás apenas de Curitiba, no Paraná, e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, na comparação com as outras capitais brasileiras. A maior cidade de Roraima, inclusive, se destaca por exigir menor burocracia para empreender e pela maior agilidade na abertura de empresas. “Quando facilitamos o acesso à formalização e reduzimos o tempo de abertura de empresas, estamos estimulando a economia local. Isso gera mais oportunidades, fortalece o comércio e cria um ciclo positivo de desenvolvimento para a cidade”, afirmou o secretário municipal de Economia, Planejamento, Orçamento, Finanças e Tecnologia da Informação, Márcio Vinícius. Por Juan Rodriguez

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Autodeclaração impulsiona crescimento de eleitores indígenas em Roraima

A autodeclaração tem ampliado a visibilidade dos povos indígenas no eleitorado brasileiro. Entre março de 2024 e março de 2026, o número de eleitores que se identificam como indígenas cresceu 68% no país, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Em Roraima, o avanço também é expressivo, refletindo políticas de inclusão da Justiça Eleitoral. O estado se destaca ainda pela representatividade: nas eleições municipais de 2024, liderou proporcionalmente o número de candidaturas indígenas, com 7,10% do total. O aumento também se reflete nos resultados eleitorais. Em 2024, o Brasil registrou 242 vereadores indígenas eleitos em 134 cidades — crescimento de 32% em relação ao pleito anterior. Atualmente, a Justiça Eleitoral reconhece 320 etnias indígenas, permitindo um registro mais preciso da identidade dos eleitores. Municípios como Normandia, Pacaraima e Amajari concentram grande parte desse eleitorado em Roraima. Para ampliar o acesso ao voto, o TRE-RR e o TSE têm adotado medidas como a instalação de seções eleitorais em aldeias, inclusão de nome indígena e etnia em documentos civis e produção de materiais informativos em línguas originárias. Por Terezinha Moreira

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Guiana vai asfaltar rodovia até Roraima para baratear exportação de soja

Uma nova rota logística entre Roraima e a Guiana promete transformar o escoamento da produção agrícola do Norte do Brasil. A rodovia que liga a fronteira brasileira a um novo porto inaugurado este ano em Georgetown, capital guianense, vai facilitar o acesso de grãos ao Canal do Panamá. A iniciativa visa diminuir drasticamente os custos de exportação de soja e milho para mercados estratégicos, como os Estados Unidos e a Ásia. Para os produtores rurais de Roraima, a logística tornou-se o principal gargalo para a competitividade. Atualmente, os grãos produzidos no estado precisam descer de caminhão de Boa Vista até Manaus (AM), para somente depois seguirem pelo Rio Amazonas em direção ao Oceano Atlântico. Esse trajeto encarece o frete e aumenta o tempo de transporte. Com a nova rota, a carga percorrerá a BR-401 até a fronteira na cidade de Lethem e, de lá, seguirá por uma nova rodovia até o porto em Georgetown. O projeto prevê a pavimentação de cerca de 300 quilômetros de estrada em solo guianense, o que deve reduzir consideravelmente o custo de produção e transporte para o setor. Historicamente, o setor enfrentou outros desafios. Muitos agricultores que hoje impulsionam a soja e o milho em Roraima vieram do Sul do Brasil entre as décadas de 80 e 90. Após a demarcação da reserva indígena Raposa Serra do Sol, no início dos anos 2000, muitos produtores de arroz foram deslocados e buscaram alternativas em novas terras e na diversificação de culturas. Na última safra, a soja alcançou a marca de 150 mil hectares de cultivo no estado. A Guiana, país vizinho que faz fronteira com Roraima e Pará, deixou de ser uma das nações mais pobres do mundo para alcançar um crescimento econômico acelerado, impulsionado pela descoberta de petróleo em sua costa em 2015. Esse novo cenário econômico permitiu investimentos pesados em infraestrutura e atrativos para o agronegócio. Produtores brasileiros têm encontrado no país vizinho o apoio e a segurança jurídica que buscam para expandir suas operações. O governo da Guiana adota um sistema de concessão de terras para a agropecuária, além de oferecer incentivos fiscais robustos, como a isenção de impostos sobre a produção.

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