28 de abril de 2026 01:20

março 21, 2026

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Agente da PF é atingido por flecha em operação contra garimpo ilegal

Atingido por uma flecha no braço durante uma operação contra o garimpo ilegal, nessa quinta-feira, 19, na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, em Roraima. O policial foi socorrido por outros profissionais do Grupo de Pronta Intervenção (GPI), unidade de elite especializada em operações de alto risco. Ele recebeu atendimento ainda no local e foi levado ao Hospital Geral de Roraima (HGR), em Boa Vista, em um deslocamento que durou cerca de 1h30 minutos. Exames de raio-X constataram que a flecha atravessou o braço e ficou alojada no osso do agente, o que exigiu encaminhamento para procedimento cirúrgico. O policial permaneceu estável, sem sinais de choque, e segue internado sob cuidados médicos. O sargento da Polícia Militar de Pernambuco (PM-PE) Daniel Magliano, que integra uma equipe da Força Nacional em Roraima, afirmou em uma publicação nas redes sociais que a equipe foi surpreendida por um confronto logo após o desembarque, momento em que um dos agentes foi atingido por uma flecha no braço. Diante da ausência de abrigo e do cenário considerado hostil, a equipe realizou deslocamento imediato e aplicou um torniquete de forma preventiva para conter possíveis complicações. “Em uma operação em área indígena, no Estado de Roraima, após o desembarque, nossa equipe foi surpreendida por um confronto. Durante a ação, um operador foi atingido por uma flecha no braço. Sem abrigo disponível, foi orientado deslocamento imediato e aplicado torniquete de forma preventiva. A flecha, de grandes proporções, precisou ser cortada ainda em ambiente hostil para permitir mobilidade e evacuação”, disse o Magliano. Por Carolina Nunes

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Policial da Força Nacional é encontrado morto em Terra Yanomami

O policial da Força Nacional de Segurança Pública Israel Serafim Santos foi encontrado morto na manhã deste sábado (21/3) após desaparecer em um rio durante uma operação na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, na última quinta-feira (19/3). O agente era soldado da Polícia Militar da Bahia (PMBA), lotado na CIPE/Chapada, e estava servindo na Força Nacional em missão no estado de Roraima. De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar de Roraima (CBMRR), o corpo foi encontrado por volta das 10h no rio Uraricaá, na Estação Ecológica de Maracá, a cerca de 300 metros do ponto indicado por testemunhas como o local onde havia desaparecido. A vítima estava usando farda e portava todo o equipamento utilizado na missão, incluindo armamento. De acordo com um boletim de ocorrência registrado no 1º Distrito Policial, o desaparecimento ocorreu durante a travessia de um rio, no acesso a uma área de garimpo ilegal sem ponto de pouso. Após a destruição do acampamento, os agentes retornavam pela mesma rota, também pela água. Israel seguia à frente, acompanhado de um servidor da Funai, enquanto o restante do grupo vinha atrás, a uma distância segura. Segundo o relato, um dos policiais alertou que Israel estava se afogando. Um agente ainda tentou acionar um colega mais próximo para prestar socorro, mas ele não conseguiu alcançá-lo a tempo. Em seguida, Israel desapareceu no rio. As buscas mobilizaram equipes do Corpo de Bombeiros, Força Nacional, Forças Armadas e agentes federais, devido às dificuldades de acesso no território indígena. Em nota, a PMBA lamentou o “falecimento precoce” do soldado. A corporação se solidarizou com familiares e amigos de Israel e afirmou que ele “deixa um legado pautado na lealdade, honra e fé, valores que nortearam sua trajetória na corporação e marcaram sua dedicação ao serviço policial militar e à proteção da sociedade baiana”. baiana”. “A Polícia Militar da Bahia se despede com respeito e gratidão por sua contribuição, reafirmando que sua memória permanecerá viva entre todos aqueles que tiveram a honra de conhecê-lo e servir ao seu lado”, diz o comunicado. O Ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, também manifestou ” profundo pesar” pela morte do policial. “O ministro expressa solidariedade à família e amigos da vítima, reiterando o compromisso do Governo Federal em prestar todo o apoio necessário aos familiares neste momento de dor. O ministro reconhece o trabalho incansável da Força Nacional e reafirma o compromisso do Ministério da Justiça e Segurança Pública com a valorização dos profissionais de segurança pública”, afirma nota do Ministério da Justiça e Segurança Pública.

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Prefeitura avança na regularização fundiária e entrega 280 títulos definitivos

Em mais um avanço na regularização fundiária, a Prefeitura de Boa Vista entregou 280 títulos definitivos, nessa sexta-feira, 20. A solenidade ocorreu no bairro Professora Araceli Souto Maior. Foram emitidos títulos para famílias de 21 bairros de Boa Vista, sendo a maioria sem custo financeiro ao morador. Com o documento em mãos, os contemplados passam a ter segurança jurídica sobre os imóveis, podendo investir com mais tranquilidade, acessar créditos e, consequentemente, valorizar as propriedades. De acordo com o prefeito Arthur Henrique, a ação impacta positivamente no desenvolvimento urbano do município, além de fortalecer políticas públicas à população, garantindo moradia digna. “Durante toda a gestão, a Prefeitura de Boa Vista vem regularizando imóveis conforme a disponibilidade. Hoje é um grande volume de títulos que estamos entregando aqui no bairro Araceli. Esses documentos são importantes porque garantem, de fato, a propriedade do imóvel para o morador. Até hoje essas pessoas tinham dificuldade de demonstrar que eram donas desses imóveis”, disse. Valorização dos moradores Dentre os documentos entregues aos moradores do bairro Araceli estão 244 títulos de imóveis localizados na Gleba Cauamé, área de 200 hectares que pertencia à Diocese de Roraima e foi doada à prefeitura. Parceria institucional A área doada em novembro do ano passado abrange os bairros Cambará, Araceli e Nova Canaã. Durante o processo de regularização, a prefeitura uniu forças ao Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR), Cartório de Registro de Imóveis e Diocese de Roraima para garantir a posse dos moradores que habitam a Gleba Cauamé. Por Jaqueline Pontes

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