Boa Vista mantém as portas abertas e se destaca por receber comitivas de todo o Brasil e até de outros países interessadas em conhecer de perto políticas públicas voltadas à Primeira Infância. Nesta semana, um grupo de gestores da Prefeitura de Curvelo, Minas Gerais, participa de uma programação técnica na capital, incluindo visitas a unidades e projetos que atendem crianças e famílias. A iniciativa compartilha experiências e apresenta boas práticas implementadas na cidade, que se tornaram referência na promoção do desenvolvimento integral das crianças nos primeiros anos de vida. De acordo com a secretária de Assistência e Desenvolvimento Social de Boa Vista, Nathália Cortez, as visitas fortalecem a troca de experiências e geram ganhos mútuos para os municípios, que aprendem e evoluem juntos. “Boa Vista é uma cidade pioneira no Brasil com relação à política pública de Primeira Infância. Desde 2013, vem crescendo e compartilhando experiências. Ficamos felizes em poder apresentar o nosso trabalho e fazer essa troca com gestores da cidade de Curvelo. Ao longo da semana, serão feitas visitas a equipamentos da educação, saúde, assistência social, meio ambiente e outros”, disse. Conhecendo de perto as iniciativas de Boa Vista A visita iniciou na sede do Família que Acolhe (FQA), localizada no bairro Pintolândia. Há 12 anos, o programa acompanha crianças desde a gestação até os 6 anos de idade, oferecendo suporte às famílias e promovendo o fortalecimento dos vínculos afetivos. Desde sua criação, a iniciativa já assistiu mais de 30 mil gestações. Pais e mães participam de diversas ações voltadas ao cuidado e à educação nos primeiros anos de vida. Entre elas estão atividades da Universidade do Bebê (UBB), oficinas e aulas sobre cuidados com as crianças, além de visitas domiciliares realizadas por profissionais do programa. As famílias também contam com garantia de vagas nas creches municipais, de acordo com o percentual de participação nas atividades, e acesso a outros benefícios que contribuem para o bem-estar familiar. Por Jaqueline Pontes e Ráyra Fernandes