7 de março de 2026 17:04

fevereiro 21, 2026

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Polícia Civil inicia ações preventivas para o combate ao uso de drogas

A PCRR (Polícia Civil de Roraima), por meio do Denarc (Departamento de Narcóticos), iniciou as ações preventivas de combate ao uso de drogas no ano de 2026, com a realização de duas palestras no Senac (Serviço Nacional de Aprendizagem), localizado no bairro Asa Branca. As atividades fazem parte do planejamento anual do Denarc e do NN (Núcleo de Narcóticos), que promovem ações educativas sobre os efeitos físicos, emocionais e psíquicos do uso de drogas, com o objetivo de reduzir fatores de risco e fortalecer fatores de proteção, especialmente entre crianças e adolescentes, por meio de estratégias educacionais, sociais, familiares e de saúde. Ao todo, 95 estudantes do Curso de Aprendizagem de Qualificação Profissional Comercial participaram das palestras. Na quarta-feira (19), a ação contou com a presença de 45 alunos e, na quinta-feira (20), outros 50 estudantes participaram da programação. De acordo com o diretor do Denarc, Herbert de Amorim Cardoso, o evento marca o início de uma série de iniciativas que serão desenvolvidas no decorrer de 2026. “Essa palestra dá início a uma série de ações planejadas pelo Denarc em parceria com o Núcleo de Narcóticos; com o objetivo de fortalecer o trabalho de prevenção junto a diferentes públicos, e a atividade realizada com os alunos do Senac representa um passo importante nesse processo”, afirmou Herbert Amorim. As instituições interessadas em agendar palestras ou encaminhar demandas relacionadas à prevenção e ao combate ao uso de drogas, segundo o diretor, devem entrar em contato pelo e-mail denarc@policiacivil.rr.gov.br, canal oficial do Denarc para solicitação de palestras.

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Mecias aparece ao lado de Denarium em festa e anuncia candidatura ao Senado, governador pediu vaga do TCE

O clima esquentou entre o governador Antonio Denarium (PP) e o senador Mecias de Jesus (Republicanos) neste sábado, 21, durante um aniversário no interior de Roraima.  Durante a fala, Mecias anunciou que será candidato a reeleição ao Senado e citou que ele e Denarium estarão juntos em Brasília (DF). O momento levantou os convidados do aniversário que aplaudiram e gritaram. Mas ao final das falas dos convidados, Denarium cobrou de Mecias que “devolva” a vaga de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado (TCE/RR). O senador lembrou que tem até o dia 15 de março para decidir definitivamente.  Veja o vídeo: 

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Documento mostra que teletrabalho da mulher de Ramagem foi revogado há 6 anos.

A coluna teve acesso a documentos que comprovam que o regime de teletrabalho de Rebeca Teixeira Ramagem Rodrigues — esposa do deputado federal Alexandre Ramagem, ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) — foi revogado há quase seis anos. Datada de 19 de agosto de 2020, a decisão foi assinada pelo então procurador-geral adjunto da Procuradoria-Geral do Estado de Roraima, Ernani Batista dos Santos Júnior. No ato, ele deferiu a remoção da procuradora e determinou a revogação de ofício do regime de teletrabalho. À época, Rebeca foi removida para a Coordenadoria de Brasília da PGE-RR. A decisão também orientou a Coordenadoria de Recursos Humanos a providenciar a minuta da portaria de remoção e lotação, formalizando o fim do trabalho remoto. O processo administrativo voltou ao centro do debate após, no início deste mês, o atual procurador-geral do Estado de Roraima, Tyrone Mourão Pereira, informar oficialmente que não há regime de teletrabalho vigente em favor da procuradora. Em resposta à decisão, que demonstrou a necessidade de Rebeca retornar ao trabalho presencial imediatamente, ela publicou um vídeo em seu perfil no Instagram alegando “perseguição política”. Segundo ela, sistemas judiciais, protocolos, audiências, despachos e reuniões ocorrem virtualmente, não havendo justificativa técnica ou operacional para exigir sua presença física. “Exerço minhas funções dessa forma desde 2016, sem qualquer prejuízo ao serviço público. Aproximadamente um terço dos procuradores do Estado atuam em regime de teletrabalho. Ou seja, o modelo é aceito, regulamentado e disponível a quem desejar, menos para mim”, disse. “Trata-se de mais um ato arbitrário que reforça de forma inequívoca o cenário de perseguição política.” A procuradora está nos EUA há cinco meses com o marido, considerado foragido da Justiça brasileira. Ramagem foi condenado a 16 anos e um mês de prisão por tentativa de golpe de Estado. Gravação de áudio Neste sábado (21/2), a coluna divulgou, com exclusividade, uma gravação de voz em que Rebeca fala sobre a revogação do teletrabalho. No áudio, enviado aos Recursos Humanos, a procuradora afirma que atuou em regime de teletrabalho entre 2016 e 2019, após autorização concedida pelo então procurador-geral do Estado. Segundo ela, a situação teria mudado em 2020, quando foi lotada na coordenadoria de Brasília. “A partir do momento que eu fui lotada lá, o meu teletrabalho automaticamente caiu”, diz no áudio. Apesar disso, afirma que continuou desempenhando suas funções remotamente. Na mesma gravação, a procuradora demonstra dúvida sobre a formalização do regime após a mudança de lotação e afirma não saber onde localizar os documentos relacionados. Por Letícia Guedes e Mirelle Pinheiro

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Em áudio, mulher de Ramagem cita fim de teletrabalho em 2020: “Caiu”.

Uma gravação de voz obtida pela coluna com exclusividade, atribuída à procuradora do Estado de Roraima Rebeca Ramagem — esposa do ex-diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e condenado pela trama golpista Alexandre Ramagem —, indica que sua autorização para atuar em regime de teletrabalho “caiu” em 2020. Na gravação, enviada ao setor de Recursos Humanos, Rebeca afirma que atuou em regime de teletrabalho entre 2016 e 2019, após autorização concedida pelo então procurador-geral do Estado. Segundo ela, a situação teria mudado em 2020, quando foi lotada na coordenadoria de Brasília. “A partir do momento que eu fui lotada lá, o meu teletrabalho automaticamente caiu”, diz no áudio. Apesar disso, afirma que continuou desempenhando suas funções remotamente. Na mesma gravação, a procuradora demonstra dúvida sobre a formalização do regime após a mudança de lotação e afirma não saber onde localizar os documentos relacionados. Após o governo de Roraima determinar que Rebeca Ramagem volte a trabalhar presencialmente, ela publicou, nessa semana, um vídeo onde classifica a ordem de retorno como “perseguição política”. Ela está nos Estados Unidos com a família desde setembro de 2025. Rebeca afirma que sistemas judiciais, protocolos, audiências, despachos e reuniões ocorrem virtualmente e que não haveria justificativa técnica ou operacional para exigir sua presença física. “Exerço minhas funções dessa forma desde 2016, sem qualquer prejuízo ao serviço público. Aproximadamente um terço dos procuradores do Estado atuam em regime de teletrabalho. Ou seja, o modelo é aceito, regulamentado e disponível a quem desejar, menos para mim”, disse. “Trata-se de mais um ato arbitrário que reforça de forma inequívoca o cenário de perseguição política.” A procuradora está nos EUA há cinco meses com o marido, considerado foragido da Justiça brasileira. Ramagem foi condenado a 16 anos e um mês de prisão por tentativa de golpe de Estado. Conforme noticiou o Metrópoles, no último mês, ela solicitou licença médica de 60 dias, a partir de 22 de dezembro. O afastamento, segundo a defesa, foi motivado por “impactos reais, concretos, emocionais e psicológicos” relacionados à situação vivida pela família. Antes disso, estava de férias desde novembro. Paralelamente, Rebeca tenta reverter no Supremo Tribunal Federal (STF) o bloqueio de suas contas bancárias. Em mandado de segurança apresentado ao ministro André Mendonça, ela afirma não ter sido previamente notificada da decisão e sustenta que a medida impediu o recebimento do salário. A defesa alega que a ordem gerou “insegurança alimentar” para ela e as duas filhas, de 14 e 7 anos. Pronunciamento da PGR-RR Após o pronunciamento de Rebeca, a Procuradoria-Geral do Estado de Roraima (PGR-RR) emitiu nota rebatendo as declarações. A Procuradoria afirmou que não procede a alegação de perseguição política e declarou que a atuação institucional é pautada exclusivamente por critérios técnicos, legais e administrativos. “A PGE-RR informa que, formalmente, a procuradora não se encontra em regime de teletrabalho. O regime, anteriormente concedido, precariamente, à Rebeca Ramagem foi revogado, a pedido da própria procuradora no dia 12 de agosto de 2020, ocasião em que ela também requereu remoção definitiva para a Coordenadoria da PGE em Brasília (DF), pedido que foi deferido. Desde então, a lotação oficial da procuradora é presencial na Coordenadoria de Brasília, unidade integrante da estrutura da PGE-RR. Desta forma, a PGE-RR reitera que não houve suspensão recente de teletrabalho, uma vez que a procuradora já não estava formalmente autorizada a atuar remotamente desde 2020”, diz a nota. Com informações do Metrópoles

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Surto de coqueluche mata crianças Yanomami em Roraima: ‘Estamos muito preocupados’

A filha de Edivania Yanomami tinha apenas quatro meses de vida quando morreu no dia 10 de fevereiro, vítima de coqueluche. A bebê da comunidade Arasiki, região de Surucucu, chegou a ser transferida com a mãe para o Hospital da Criança, unidade de urgência e emergência na capital de Roraima, mas não resistiu às complicações da infecção respiratória. Ela é uma das três mortes registradas pela doença entre 1º de janeiro e 19 de fevereiro deste ano, de acordo com dados oficiais. O Estadão teve acesso a atestados de óbito de crianças indígenas e constatou que a maioria das vítimas eram bebês. Em um dos documentos, a criança tinha apenas um mês e 17 dias de vida. Nota do Ministério da Saúde Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que “reforçou as equipes de saúde com médico, técnico de enfermagem, enfermeiro e socorrista, além de especialistas do Programa de Treinamento em Epidemiologia Aplicada aos Serviços do SUS (EpiSUS), com experiência na contenção de possíveis surtos – para a assistência na região de Surucucu, na Terra Indígena Yanomami.” Ainda segundo a pasta, “está sendo realizada busca ativa e coleta de material de análise clínica. Todos os pacientes com suspeita de coqueluche e contactantes estão em tratamento e acompanhamento do seu estado de saúde. Até o momento, foram confirmados oito casos de coqueluche, com três óbitos em decorrência da doença”, diz a nota. Ministério dos Povos Indígenas diz que número de mortes por coqueluche pode ser maior Procurado, o Ministério dos Povos Indígenas pediu que a reportagem buscasse informação sobre o assunto com a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai). Lideranças indígenas afirmam que o número de mortes por coqueluche pode ser maior do que o oficialmente divulgado e estimam ao menos cinco óbitos somente em 2026, na capital e nas aldeias. O Boletim Epidemiológico da Secretaria de Saúde aponta 31 casos notificados e 12 confirmados. “Essas crianças ainda não perceberam o mundo, nasceram e as mães têm que chorar. O futuro das crianças foi interrompido. Estamos muito preocupados”, disse Waihiri Hekurari, antes conhecido como Júnior Hekurari Yanomami, presidente da Urihi Associação Yanomami. Infecção letal para comunidades isoladas A coqueluche, conhecida como tosse comprida, é uma infecção bacteriana causada pela bactéria Bordetella pertussis e atinge diretamente o aparelho respiratório, comprometendo traqueia e brônquios. Segundo a pediatra Alana Zorzan, cofundadora da plataforma Mini Löwe, a doença se manifesta principalmente por “crises de tosse seca e violenta, que podem dificultar a respiração”. Ela explica que, após as crises, é comum o paciente emitir um som agudo ao puxar o ar, semelhante a um “guincho”, e que, em casos mais graves, pode haver cianose, quando a oxigenação do sangue fica comprometida. Conforme a médica, os bebês menores de seis meses estão entre os grupos de maior risco por ainda não terem completado o esquema vacinal com a DTP (tríplice bacteriana infantil), podendo apresentar apneias e pausas na respiração. “É um grupo de altíssimo risco”, alerta. A especialista afirma ainda que o Brasil vive um cenário de alerta devido à queda na cobertura vacinal, e que o surto registrado na TI Yanomami não é um evento isolado, mas reflexo “da baixa imunização, da vulnerabilidade nutricional e da circulação de não indígenas no território. Indiretamente, ela aponta que o garimpo ilegal contribui para a entrada de doenças respiratórias, e comunidades isoladas têm pouca memória imunológica, podendo ser letal para essa população”, analisa. *Por Felipe Medeiros e Adriana Amâncio

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Prefeitura abre novas matrículas para modalidades esportivas na Vila Olímpica

Período de inscrição vai de 23 a 25 de fevereiro, via aplicativo Nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro, estarão abertas as novas matrículas para as modalidades esportivas ofertadas pela Prefeitura de Boa Vista no Centro de Iniciação Esportivas (CIEP), na Vila Olímpica Roberto Marinho, com 1.280 vagas destinadas a crianças, adolescentes e adultos. Para alunos de 3 a 17 anos, as opções incluem futebol, futsal, ginástica rítmica, atletismo, jiu-jitsu, judô, karatê, natação, recreação, vôlei, xadrez e qualidade de vida. Já para atletas a partir de 18 anos, as modalidades serão natação, futebol society feminino, jiu-jitsu e treino funcional. As inscrições ocorrerão de forma online, por meio do aplicativo “Matrícula Online – FETEC”, disponível para download nas plataformas Android e iOS. Após o preenchimento dos dados no sistema, o candidato deverá comparecer à Vila Olímpica, das 8h às 12h e das 14h às 18h, para efetivar a matrícula. Vale ressaltar que será admitida apenas uma modalidade por aluno, no ato da inscrição. Na confirmação presencial, deve-se apresentar uma foto 3×4, comprovante de residência (xerox), RG e CPF (xerox, aluno e do responsável), declaração escolar e, no caso de pessoa com deficiência (PCD), laudo médico.

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