7 de março de 2026 20:57

janeiro 31, 2026

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INFRAESTRUTURA – Prefeitura intensifica obras de pavimentação no bairro Jóquei Clube

A Prefeitura de Boa Vista intensificou os serviços de pavimentação, com cerca de 1.300 metros de recomposição asfáltica na rua José Francisco, no trecho entre as ruas Ametista e Raio Solar, no bairro Jóquei Clube. As ações são executadas pela Secretaria Municipal de Obras (SMO) e integram o pacote de obras de mobilidade urbana e infraestrutura viária do município, anunciado em novembro do ano passado. O investimento tem como foco a recuperação e a implantação de asfalto em vias estratégicas da cidade. Segundo o prefeito Arthur Henrique, os investimentos contemplam 14 bairros da capital, com a implantação de asfalto novo em 81 trechos estratégicos. “Os serviços já beneficiaram importantes vias da cidade, como as avenidas Ataíde Teive, São Sebastião e Luiz Canuto Chaves, além da rua Estrela D’Alva, o que representa mais mobilidade, segurança viária e qualidade de vida para a população”, destacou. Novo asfalto fortalece o comércio no bairro Jóquei Clube Morador da região, o empresário Talsen Guilherme, de 26 anos, que atua no ramo veterinário, acredita que o novo asfalto trará impactos positivos tanto para o trânsito quanto para o comércio local. Vai melhorar o tráfego de veículos e aumentar o movimento no meu estabelecimento. É um trabalho excelente que a prefeitura vem fazendo pela cidade e só tenho a agradecer. A expectativa é de aumento da clientela”, afirmou.

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Associações apontam preocupações com proposta de tarifa branca na ANEEL

Associações do setor elétrico expuseram na última quarta-feira (28) pontos de atenção com a proposta da tarifa branca que passa por consulta pública na ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). Para a Abradee (Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica), o prazo para implementação da modalidade é um ponto sensível, além da necessidade de reconhecimento dos investimentos “intraciclo”, ou seja, antes do fim do ciclo de quatro a cinco anos para revisão das tarifas da concessionária. Já a Absolar (Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica) destacou que é preciso que a nova modalidade tarifária respeite o marco da MMGD (Micro e Minigeração Distribuída), disposto na Lei 14.300. Para que a tarifa branca entre em vigor, as distribuidoras precisarão atualizar os medidores de energia nas unidades consumidoras, instalando os chamados medidores inteligentes. Isso porque será necessário contabilizar o consumo de forma horária. Ricardo Brandão, diretor executivo de Regulação da Abradee, ponderou que os prazos colocados não são suficientes para fazer a aquisição dos novos aparelhos. “A gente está falando em implementação até dezembro de 2026, as distribuidoras não têm esses medidores em estoque. E além da aquisição do medidor em si, tem o prazo de substituição desses medidores”, afirmou durante o segundo dia de realização do workshop temático sobre tarifa branca, na sede da reguladora, em Brasília. Na ocasião, o diretor da ANEEL Fernando Mosna, que relata a consulta pública sobre o tema, concordou que o reconhecimento intraciclo é um ponto importante a ser considerado no debate para “fazer com que a ideia da tarifa branca aconteça”. Geração DistribuídaO presidente da Absolar, Rodrigo Sauaia, destaca que a proposta apresentada pela área técnica da ANEEL, na qual a tarifa branca seria obrigatória já em 2026 para 2,5 milhões de unidades que consomem acima de 1 MWh (megawatt-hora) por mês na baixa tensão, não é aderente ao marco legal da GD. Brandão também enfatizou que a vida útil desses equipamentos é de 13 anos, tornando necessário que os investimentos feitos pelas distribuidoras em na aquisição seja reconhecido antes do fim do ciclo tarifário da concessionária. Ele explica que a lei estabelece prazos de transição para que cada categoria de GD passe a ser faturada segundo a tarifa vigente na ANEEL. “Durante esses prazos de transição, a própria lei já traz como deve ser tratado, do ponto de vista tarifário e do ponto de vista de compensação dos créditos de energia”, disse, ressaltando que não respeitar essa regra levaria a um risco de judicialização e de “impactos negativos para os consumidores que já fizeram investimentos”. A Absolar também apontou que, a alteração no modelo tarifário sem que haja mudança de comportamento do consumidor poderia aumentar em até 45% a tarifa residencial e até 8% do consumidor comercial. Com isso, considera importante que a ANEEL pense em maneiras de incentivar a adoção de armazenamento, gestão de demanda, e medidas de eficiência energética, “que não acabem prejudicando o consumidor”.

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