7 de março de 2026 16:58

janeiro 5, 2026

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Caer prorroga “Black Friday” da regularicao de débitos de água

A Caer (Companhia de Águas e Esgotos de Roraima) prorrogou até o dia 30 de janeiro a campanha “Black Friday”, voltada à regularização de débitos de água, com condições especiais de negociação para clientes inadimplentes. Conforme o diretor Comercial e do Interior da Caer, Cícero Batista, o objetivo da prorrogação é ampliar o acesso da população às condições oferecidas. “A campanha é válida para clientes das modalidades residencial, comercial e indústria, e até o momento, a ação beneficiou 2.154 clientes, totalizando mais de R$ 7,7 milhões em valores negociados”, explicou o diretorEntre as vantagens para colocar as contas em dia e evitar o corte no fornecimento estão descontos que podem chegar a 100% nos juros, além da possibilidade de parcelamento do saldo em até 60 vezes. Condições de negociação Os clientes podem optar pelo pagamento à vista, por boleto, Pix ou em uma parcela no cartão, com 100% de desconto em juros. Durante a campanha, também há a opção de parcelamento no cartão de crédito em até 12 vezes, com desconto de 70%. Para quem preferir incluir o acordo diretamente na conta mensal, os descontos variam conforme o número de parcelas: até 12 vezes, desconto de 70%; de 13 a 18 vezes, desconto de 60%; de 19 a 36 vezes, desconto de 50%; e de 37 a 60 vezes, desconto de 40%. Atendimento Em Boa Vista, o atendimento presencial está concentrado na loja do bairro São Pedro e nas unidades de atendimento do Pintolândia e da Casa do Cidadão, no bairro Senador Hélio Campos. Nos demais municípios, os consumidores podem procurar as lojas de atendimento da companhia. Para realizar a negociação, o cliente deve apresentar documento oficial com foto, CPF, conta do imóvel ou número de matrícula. Em caso de atendimento por terceiros, é necessária a apresentação de procuração.

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Crise migratóriaRoraima vai receber R$ 15 milhões

Em um desfecho institucional considerado histórico, a União e o Estado de Roraima firmaram um acordo judicial no valor de R$ 115 milhões para ressarcir despesas extraordinárias assumidas pelo Estado em decorrência do fluxo migratório de venezuelanos à Roraima. A conciliação foi formalizada no âmbito da ACO (Ação Cível Originária) nº 3121, em tramitação no STF (Supremo Tribunal Federal), e aguarda homologação da Corte para produzir efeitos definitivos.O acordo encerra um litígio federativo de alta complexidade e reconhece a necessidade de compartilhamento do ônus financeiro suportado por Roraima ao longo dos últimos anos, especialmente nas áreas de saúde, educação, segurança pública e sistema prisional, diretamente impactadas pela crise humanitária. A ação foi proposta pelo Governo de Roraima e conduzida pela PGE-RR (Procuradoria-Geral do Estado), que atuou de forma técnica e estratégica na defesa dos interesses estaduais, resultando em uma solução consensual considerada célere, eficiente e juridicamente segura. Repartição de responsabilidades Para o governador Antonio Denarium, o acordo corrige uma distorção histórica no pacto federativo, uma vez que Roraima, por localização geográfica, assumiu de forma desproporcional os impactos de uma crise de dimensão nacional e internacional. “Roraima nunca se omitiu diante da crise humanitária, mas não poderia continuar arcando sozinho com esse ônus. Esse acordo representa justiça federativa, fortalece a cooperação entre os entes e garante condições reais para que o Estado continue atendendo a população sem comprometer serviços essenciais”, afirmou o governador. O Termo de Conciliação deixa expresso que a solução tem finalidade exclusiva de encerrar o litígio, sem reconhecimento de tese jurídica por parte da União, e prevê quitação ampla e definitiva quanto às despesas relacionadas ao fluxo migratório até o trânsito em julgado da ação.acordo e a extinção do processo com resolução de mérito, nos termos do artigo 487, inciso III, alínea “b”, do Código de Processo Civil. Com a homologação pelo STF, o processo será definitivamente encerrado, consolidando a autocomposição como instrumento moderno e eficaz de solução de conflitos federativo.

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ITERAIMA – Governo lança edital com 40 vagas para o Iteraima

O Instituto de Terras e Colonização de Roraima publicou o edital do Processo Seletivo Simplificado destinado ao preenchimento de 40 vagas, sendo 24 para cargos de nível superior e 16 para nível médio técnico. O edital está disponível para consulta nos sites do Ierr (Instituto de Educação de Roraima) e do Iteraima. Vagas Para o nível superior, as vagas são destinadas aos cargos de Analista de Sistemas, Contador, Engenheiro Agrônomo, Engenheiro Agrimensor/Cartográfico, Engenheiro Florestal, Geógrafo e Tecnólogo em Meio Ambiente, com remuneração de R$ 8.745,85. Já para o nível médio e técnico, o processo seletivo contempla os cargos de Desenhista, Técnico em Agrimensura, Técnico em Agropecuária e Técnico Imobiliário, com salário de R$ 4372,92. As inscrições deverão ser realizadas no período de 12 a 20 de janeiro, conforme as orientações estabelecidas no edital. O resultado final do processo seletivo está previsto para ser publicado em 3 de março. O certame será composto por etapa única de análise de títulos, obedecendo aos critérios objetivos definidos no edital, assegurando transparência, legalidade e impessoalidade em todas as fases do processo. As contratações decorrentes deste processo seletivo serão de caráter temporário, conforme previsto em lei.

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Brasil e Colômbia adotam posturas opostas após ataque dos EUA à Venezuela

A escalada de tensão provocada pelo ataque dos Estados Unidos à Venezuela expôs uma diferença gritante na postura adotada por países vizinhos Brasil e Colômbia. Ambos compartilham fronteiras sensíveis e vulneráveis com o território venezuelano, mas as respostas estratégicas seguem caminhos bastante distintos. Diante do novo cenário de instabilidade, o governo colombiano mobilizou cerca de 30 mil militares para reforçar a segurança na fronteira com a Venezuela. A medida sinaliza preocupação concreta com possíveis desdobramentos do conflito, como fluxos migratórios descontrolados e impactos diretos sobre a soberania nacional. Mais do que uma ação defensiva, trata-se de um gesto político claro: a fronteira é estratégica e não será negligenciada. No Brasil, o tom é outro. O ministro da Defesa informou que o país mantém 10 mil militares em toda a região amazônica, dos quais apenas 2,3 mil estão em Roraima, estado que faz fronteira direta com a Venezuela e historicamente sente, de maneira mais intensa, os efeitos das crises no país vizinho. Embora o número não seja tão irrelevante, revela uma postura muito mais moderada ou poderíamos dizer excessivamente cautelosa? O problema é que a realidade amazônica, marcada por vastas áreas de difícil acesso e desafios logísticos, pode exigir mais do que uma presença simbólica das Forças Armadas. Roraima, em especial, já enfrenta há anos os impactos da crise venezuelana, seja no sistema de saúde, na segurança pública ou na infraestrutura urbana. Um agravamento do conflito tende a ampliar esses problemas. Só podemos ficar nos questionando se o Brasil está suficientemente preparado para lidar com um eventual transbordamento da crise?

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