7 de março de 2026 15:42

janeiro 3, 2026

Brasil e Mundo

Trump publica imagem de Maduro detido em operação dos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tornou pública a primeira imagem do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, sob custódia norte-americana. A foto foi divulgada na rede social Truth Social poucas horas depois da operação que resultou na captura do líder venezuelano, iniciada na madrugada deste sábado (3). Na publicação, Trump escreveu a legenda “Nicolas Maduro on board the USS Iwo Jima”, indicando que Maduro estava a bordo do navio de assalto anfíbio USS Iwo Jima, da Marinha dos Estados Unidos. Nas imagens compartilhadas, o presidente venezuelano aparece vestindo roupas de moletom, usando protetor auricular e óculos escuros, além de segurar uma garrafa de água. A divulgação ocorreu após o anúncio oficial de uma ação militar realizada pelos Estados Unidos em território venezuelano, que culminou na prisão do chefe de Estado. Segundo autoridades norte-americanas, a operação também resultou na captura de Cilia Flores, esposa de Maduro. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o local onde ela está detida nem sobre possíveis procedimentos judiciais específicos envolvendo a ex-primeira-dama. De acordo com o governo dos EUA, Nicolás Maduro será julgado em território norte-americano. As acusações envolvem crimes ligados ao narcotráfico, com base em processos já existentes na Justiça dos Estados Unidos. As autoridades, no entanto, não informaram datas ou prazos para o início das audiências. Também permanece indefinido o destino final de Maduro após sua retirada da Venezuela. A única confirmação oficial é que ele estava a bordo do USS Iwo Jima no momento da publicação feita por Trump, sem detalhes adicionais sobre uma eventual transferência para o território continental dos Estados Unidos. A prisão do presidente venezuelano ocorreu em meio a uma ofensiva militar que gerou repercussão imediata no cenário internacional. Governos de diferentes países reagiram de forma divergente à ação norte-americana, enquanto organismos multilaterais seguem monitorando os desdobramentos do caso.

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Prefeito Arthur diz que apesar de incertezas políticas, espera que a Venezuela se recupere

Na tarde deste sábado, 3/1, o Prefeito de Boa Vista, Arthur Henrique (PL) se pronunciou sobre os ataques dos Estados Unidos à Venezuela e a captura do Presidente Nicolás Maduro e sua esposa. Em vídeo postado no Instagram, Arthur disse que não sabe como o Governo Federal deve se comportar, mas que essa situação pode trazer impactos no fluxo migratório para Roraima. “Esse impacto no fluxo migratório nos preocupa, mas por outro lado nos trás um sentimento de esperança de que a ordem democrática na Venezuela possa ser retomada. E isso faria com que a economia crescesse e a Venezuela pudesse voltar a ser aquele país que nós brasileiros conhecíamos, um país rico e com uma cultura forte, com turismo forte”, disse. Arthur também analisou o cenário político no país vizinho. “Tivemos 27 anos de Hugo Chaves e Nicolás Maduro, são governos que perseguem as pessoas, que maltratam a sua população ao ponto de elas deixarem sua terra natal. Isso não é democracia. A gente também sabe da questão do tráfico de drogas, existem estudos internacionais que mostram que o regime venezuelano tem redes de tráfico de drogas. Vimos chefes da Inteligência da Venezuela, admitindo em tribunais internacionais que faziam parte de esquemas de tráfico de drogas”, finalizou.

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Brasil e Mundo

Vice venezuelana confirma sequestro de Nicolás Maduro e primeira-dama e exige ‘prova de vida imediata’

A vice-presidente da Venezuela, Delcy Rodriguez, afirmou que o paradeiro do presidente Nicolás Maduro e da primeira-dama Cilia Flores é desconhecido, após os ataques dos Estados Unidos ao país latinoamericano na madrugada deste sábado (3). “Exigimos uma prova de vida imediata do presidente Nicolás Maduro e da primeira combatente Cilia Flores”, disse Rodríguez, em um áudio exibido pela TV estatal. Mais cedo, o presidente estadunidense Donald Trump informou a captura de Maduro em uma rede social. “Os Estados Unidos da América realizaram com sucesso um ataque de grande escala contra a Venezuela e seu líder, o presidente Nicolás Maduro, capturado, juntamente com sua esposa, e retirado do país por via aérea”, escreveu. Mais cedo, a Venezuela divulgou um comunicado oficial no qual rejeita “a grave agressão militar perpetrada pelo atual governo dos Estados Unidos da América contra o território e a população venezuelana”, após relatos de explosões na capital, Caracas, e em outras três regiões. Segundo a nota do governo venezuelano, os ataques atingiram “localidades civis e militares da cidade de Caracas, capital da República, e dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira”. “Este ato constitui uma violação flagrante da Carta das Nações Unidas, especialmente dos seus artigos 1.º e 2.º, que estabelecem o respeito pela soberania, a igualdade jurídica dos Estados e a proibição do uso da força”. De acordo com o governo venezuelano, os ataques afetaram bases militares, diferentes cidades, a sede do poder legislativo, aeroportos e a estrutura elétrica do país. O governo venezuelano afirmou, em nota, que “tal agressão ameaça a paz e a estabilidade internacionais, especificamente na América Latina e no Caribe, e coloca em sério risco a vida de milhões de pessoas”. De acordo com o governo venezuelano, a ofensiva teria como objetivo a apropriação de recursos estratégicos do país. “O objetivo deste ataque não é outro senão confiscar os recursos estratégicos da Venezuela, especialmente o seu petróleo e minerais, tentando quebrar pela força a independência política da Nação”, diz o texto. Texto: O Brasil de Fato

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Tensão na Fronteira: Denarium diz que órgãos de segurança estão preparados

O governador de Roraima, Antonio Denarium (PP), disse temer que a crise na Venezuela gere uma nova onda de refugiados venezuelanos no estado e sugeriu ao governo federal o fechamento temporário da fronteira com o país. O receio ocorre diante da invasão dos Estados Unidos na Venezuela, neste sábado, com a captura do líder chavista, Nicolás Maduro, e a esposa dele, Cilia Flores. — Eu dei uma sugestão de que temporariamente se feche a fronteira para evitar uma entrada em massa de venezuelanos no Brasil. É provisório, até que se tenha uma definição do quadro do conflito — afirmou. A sugestão foi feita aos ministros da Defesa, José Múcio, da Casa Civil, Rui Costa, e de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, com quem o governador conversou neste sábado. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) convocou uma reunião neste sábado com os ministros no Itamaraty. Denarium afirmou que aguarda o fim da reunião para saber quais foram as definições do governo federal. A fronteira entre Brasil e Venezuela amanheceu fechada neste sábado, no trecho de Pacaraima, em Roraima. Segundo interlocutores da área militar do governo brasileiro, a interrupção da passagem ocorreu do lado venezuelano, após o ataque de grande escala anunciado pelos Estados Unidos contra o país vizinho. Da parte do Brasil, “as fronteiras estão operando dentro da normalidade”, disse um militar de alta patente ao GLOBO. Denarium pontuou que por parte do estado, as forças de segurança estão atuando dentro da normalidade, sem alteração. O governador estima que no ápice da crise migratória em Roraima, em 2020, o estado chegou a receber por dia de 1,5 mil a 2 mil venezuelanos. Atualmente, há uma população estimada de 186 mil venezuelanos vivendo em Roraima, cerca de 20% da da população do estado. Diariamente, entram em Roraima de 300 a 500 cidadãos da Venezuela. O receio, segundo o governador, é que com o cenário de instabilidade, o estado volte ao patamar de 2020, com 2 mil refugiados por dia. — Temos um grande impacto causado pela migração. O estado presta auxílio, porque é uma população pobre que chega no Brasil só com uma mochila. É uma crise humanitária muito grande — disse.

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Estados Unidos atacam Venezuela e tiram Maduro do país

Os Estados Unidos atacaram Caracas, capital da Venezuela, e outras cidades, na madrugada deste sábado. A informação foi confirmada pelo presidente americano, Donald Trump, numa rede social. No comunicado, Trump diz que Nicolas Maduro e sua esposa foram capturados e levados para fora do país. Explosões em Caracas Detonações e sobrevoo de aviões foram ouvidos na cidade. Fortes explosões e ruídos semelhantes aos de aviões foram ouvidos nas primeiras horas deste sábado (03/01) em Caracas, segundo relatos de jornalistas na capital venezuelana. Imagens não verificadas compartilhadas nas redes sociais mostram grandes incêndios com colunas de fumaça, embora não seja possível determinar a localização exata das explosões, que parecem ter ocorrido no sul e leste da capital. As primeiras explosões foram ouvidas em torno das 02h00, seguida de outra às 02h38, enquanto aeronaves continuavam sobrevoando a cidade. Com informações de UOL

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