8 de março de 2026 04:29

novembro 24, 2025

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Prefeitura intensifica fiscalização de terrenos baldios em Boa Vista

Com a chegada do verão amazônico e o aumento dos riscos de queimadas, a Prefeitura de Boa Vista intensificou a fiscalização de terrenos baldios na capital. A iniciativa, coordenada pela Secretaria Municipal de Planejamento, Orçamento, Finanças e Tecnologia da Informação (SMPOFTI), visa orientar proprietários, prevenir problemas ambientais e preservar a saúde da população, especialmente diante do aumento de casos de doenças respiratórias neste período. A vegetação acumulada em áreas sem manutenção funciona como combustível para incêndios que comprometem a qualidade do ar e podem causar sérios danos à saúde, principalmente em crianças, idosos e pessoas com problemas respiratórios. Além disso, terrenos abandonados favorecem a proliferação do mosquito Aedes aegypti — transmissor da dengue, zika e chikungunya — e de animais peçonhentos. Investimento em conscientização O secretário adjunto de Planejamento, Orçamento, Finanças e Tecnologia da Informação, Vivaldo Araújo, reforça que a fiscalização tem caráter educativo. Os proprietários são, primeiramente, notificados sobre a necessidade de limpeza terreno. Caso não cumpram a medida, recebem multa. População pode denunciar As equipes da SMPOFTI seguem percorrendo bairros de Boa Vista para identificar terrenos em situação irregular. A prefeitura também orienta a população a contribuir com o monitoramento das áreas abandonadas, denunciando situações de acúmulo de lixo ou mato alto pelo número 156, canal oficial de atendimento. Todo este trabalho é feito em parceria com a Defesa Civil, por meio do Comitê Municipal de Prevenção e Combate às Queimadas. Texto: Marcus Miranda

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A política do “pão e circo” ainda sobrevive em Roraima

É impressionante, mas é real. A velha política do “pão e circo” ainda está em alta no estado de Roraima. Basta ver as entregas de cestas básicas por parte do Governador Antonio Denarium. Eventos lotados com gente empolgada e sorridente. Para piorar, as pessoas que precisam da ajuda nem param para pensar que o presente é comprado com o dinheiro da própria população. Ou seja, nada além de um assistencialismo barato para pessoas que se quer têm noção que estão sendo usadas. Sim! Usadas para uma campanha constante do Governador. “Mas ele é bom. Está matando minha fome”. Sim, lógico que as cestas são bem vindas, mas será que na seria mais digno essas pessoas terem emprego e condições de comprar o que bem entendem sem ser expostas dessa forma? Quem tem que dizer são elas. E para muitos está cômodo. Está fácil. Está maravilhoso. Enquanto isso, Roraima está entrando em crise. Pelo menos na Secretaria Estadual de Saúde. É que a empresa que fornece alimentação nas unidades de saúde está sem receber e a dívida já ultrapassa os R$11 milhões. A empresa que faz a limpeza nos hospitais também ameaça parar por falta de pagamento. E sabe por que a popularidade de Denarium está em alta? Ou se mantém em alta? Simplesmente porque ele paga os servidores em dia, mata a fome dos mais necessitados com cesta básica e faz festa para a população com artistas nacionais renomados. Por isso o título dessa matéria é: “A política do ‘pão e circo’ ainda sobrevive em Roraima”.

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PF combate desvio de combustível de aviação em Roraima

A Polícia Federal realizou, nesta segunda-feira, 24, operação para desarticular esquema que, entre 2022 e 2023, comprava e transportava combustível de aviação para abastecer aeronaves utilizadas na logística do garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami. A investigação apontou que empresas de fachada e locais de abastecimento falsos eram usados para dar aparência legal na aquisição e transporte do combustível com o objetivo de ocultar sua verdadeira finalidade. Essas práticas foram confirmadas por diversos elementos, como falta de estrutura adequada, ausência de aeronaves autorizadas a voar e compra de combustível em quantidade muito além do que seria normal para qualquer atividade legal. Estão sendo cumpridos três mandados de busca em Roraima e Tocantins, além do bloqueio de bens que podem chegar a R$ 20 milhões.

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