7 de março de 2026 15:42

outubro 22, 2025

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Deputada propõe câmeras de vigilância e totens de segurança em áreas próximas às escolas públicas

A proposta de Câmeras de monitoramento e Totens de Segurança no entorno de escolas públicas de Roraima, foi proposta por meio do Projeto de Lei 229/2025 de autoria da Deputada Estadual Ângela Águida Portella (PP), e tem a finalidade de garantir a segurança de alunos, servidores e pessoas que frequentam as instituições de ensino. Os Totens devem ter estrutura vertical e com altura aproximada de 4 metros e as câmeras de vigilância devem ser em 360 graus com gravação e monitoramento em tempo real. No Toten deve ter um botão de emergência permitindo comunicação direta com órgãos de segurança, além de outros aparatos tecnológicos. Já as câmeras de segurança de segurança, serão instaladas no entorno das escolas. Para Ângela Portella “os totens, aliados ao sistema de câmeras, não apenas desestimulam condutas criminosas, como também funcionam como canais de apoio à comunidade escolar”. O projeto se encontra na Procuradoria Geral Legislativa aguardando parecer. Por O Caburaí

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Deputado Jorge Everton propõe aumento na destinação de recursos para a Polícia Civil no combate ao crime organizado

Tramita na Assembleia Legislativa de Roraima, o Projeto de Lei Nº 240/2025 que trata de altrações ao Fundo de Modernização, Manutenção e Desenvolvimento da Polícia Civil de Roraima (FUNDESPOL-RR), alterando a Lei 1.240 de 2018. O projeto é de autoria do Deputado Estadual Jorge Everton (UNIÃO). O Deputado propõe que 30% dos recursos resultantes da alienação de bens apreendidos e arrecadados pela Polícia Civil de Roraima (PCRR), leiloados pelo Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) sejam incorporados ao FUNDESPOL-RR; valores resultantes da aplicação de multas por descumprimento de decisões judiciais decorrentes de representações da Polícia Civil de Roraima também devem fazer parte do Fundo. No projeto que está atualmente na Comissão de Constituição, Justiça e Redação Final, ainda é previsto que “os recursos resultantes da alienação de bens, direitos e valores cuja perda houver sido declarada por decisão judicial, relacionados, direta ou indiretamente, à prática dos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, de competência da Justiça Estadual de Roraima” também passem a ser incorporados no fundo. A proposta ainda prevê 5% do ICMS recuperado pela polícia em investigações da corporação e leilão de bens apreendidos realizado pela corporação. “Esse projeto implementa uma política pública de alto impacto, com várias frentes de atuação. A destinação de recursos oriundos da alienação de bens e valores ligados a crimes de “lavagem” de dinheiro ataca diretamente o coração das organizações criminosas. Essa medida transforma o produto do crime em investimento para o Estado, enfraquecendo os criminosos em sua base econômica”, justificou o autor da proposta. Outra modificação proposta pelo parlamentar é referente ao uso desses recursos. Jorge Everton acrescenta ao corpo da lei que também sejam utilizados para atividades peculiares da Polícia Civil, custeio de viagens em serviço e outras despesas.

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Opinião

Denarium anuncia R$1 bilhão em pacote de obras e faz campanha antecipada na cara dura

Famoso por não cumprir as promessas de campanha e por não conseguir entregar obras, o governador Antônio Denarium (PP) anunciou nesta semana um pacote de obras na casa de R$1 bilhão de reais. Mas o curioso é que o político sequer conseguiu concluir a obra da maternidade que era prevista para oito meses e até hoje, quase quatro anos depois, não terminou. Para completar, Denarium aproveitou a semana para se aproveitar. Isso mesmo. Como sempre, usou o pacote de obras para lançar sua pré-candidatura ao Senado Federal e do seu vice-governador para o Governo de Roraima. Ou seja, ele vende sua imagem de um governador abarrotado de dinheiro para mostrar poder e estrutura. Logicamente que o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), o mesmo que cassou o governador quatro vezes, está de olho nas autopromoções do chefe do executivo. O governador usa, descaradamente, suas ações e empréstimos contraídos para se lançar visando as eleições de 2026. Denarium age como se não houvesse o amanhã. Aliás, amanhã ele nem poderá mais estar no Palácio Senador Hélio Campos. É que o prazo para o ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), devolver o processo de cassação do governador termina nos próximos dias. Isso poderá acabar com os sonhos dele e de seu vice de vez. Para refrescar a memória do caro leitor, no início do governo, Denarium se gabava de ter mais de R$2 bilhões em conta, como um passe de mágica o dinheiro sumiu e ele teve que “negociar” com os deputados para obter um empréstimo de mais de R$800 milhões. Ele não gastou nem metade disso e nada foi apresentado até então. Quem pagará por isso? O próximo governador ou governadora. Ou seja, na verdade, nós pagaremos por toda essa farra. Enquanto isso a maternidade está inacabada, as pontes quebradas, vicinais destruídas, as escolas são de lona e os salários, apenas os salários em dia. Por O Caburaí

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