7 de março de 2026 21:20

julho 11, 2025

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Palácio da Justiça recebe Feira de Orgânicos com produtos livres de agrotóxicos

Comprometido com a promoção de um ambiente institucional mais sustentável, o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) realizará, nesta sexta-feira (11), mais uma edição da Feira de Orgânicos no Palácio da Justiça Desembargador Robério Nunes dos Anjos, a partir das 9h. A iniciativa é coordenada pela Comissão Gestora do Plano de Logística Sustentável, em parceria com o Setor de Sustentabilidade e Responsabilidade Social (SSRS), e tem como objetivo incentivar hábitos mais saudáveis e a responsabilidade socioambiental. Durante o evento, magistrados, servidores e colaboradores poderão adquirir alimentos livres de agrotóxicos e conhecer de perto o trabalho dos produtores, estimulando o consumo consciente e valorizando a agricultura local. A Feira também integra uma série de atividades desenvolvidas pelo TJRR ao longo do mês de julho, com foco em inclusão, sustentabilidade, saúde, cultura e meio ambiente. As iniciativas ocorrem em diferentes espaços e contam com a participação de servidores, parceiros institucionais e da comunidade. Texto: Emily Soares – Jornalista / Wesley Vieira – Estagiário de Jornalismo

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MPRR realiza diligência em abrigo ocupado por indígenas da etnia Warao

O Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR), por meio do Grupo de Atuação Especial de Vítimas, Minorias e Direitos Humanos (GAEVI-MDH), realizou na última terça-feira, 08 de julho, uma visita técnica ao abrigo improvisado ocupado por indígenas da etnia Warao, situado no bairro Pintolândia, em Boa Vista. A ação, liderada pelo coordenador do GAEVI André Paulo dos Santos Pereira e pela Promotora de Justiça, Lucimara Campaner, teve como objetivo verificar as condições de vida dos refugiados e imigrantes venezuelanos Warao que vivem no local, além de identificar as principais necessidades enfrentadas por essa população. Os Promotores de Justiça se reuniram com os líderes locais e ouviram relatos a respeito das dificuldades do grupo. Conforme as lideranças, ali residem mais de 400 pessoas, sendo quase metade composta de crianças, muitas já nascidas no local, todos em situação de vulnerabilidade. O abrigo, que hoje é considerado uma ocupação espontânea, foi administrado pela Operação Acolhida entre 2016 e 2022 e foi desativado em razão de diversos problemas relacionados à infraestrutura, fornecimento de água, saneamento, alagamentos e deficiências nas instalações elétricas e hidráulicas. À época, os moradores foram transferidos para outros abrigos, porém, parte dos indígenas decidiu permanecer no local. O coordenador do GAEVI afirmou que os dados obtidos durante a diligência no local resultarão em um relatório, que será encaminhado aos órgãos competentes para as devidas providências. “Estamos acompanhando de perto a situação e queremos juntar forças com outros órgãos públicos para buscar alternativas em favor desta comunidade em situação de vulnerabilidade ”, concluiu o Promotor de Justiça. Texto: Aline do MPRR

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